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Ficha de Sobrevivente

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Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Noah B. Hastings em Seg Maio 11, 2015 4:26 pm


ficha de sobrevivente
a morte é apenas o começo


Apesar de serem facultativas, as diversas vantagens oferecidas pela ficha de sobrevivente são quase que irresistíveis, não? E o modo de adquiri-las vem logo abaixo, numa ficha pequena e prática que deve conter:

❖ Nome do Personagem

❖ Características Físicas

❖ Características Psicológicas

❖ História do Personagem (mínimo de 15 linhas).


Informações e Prêmios:

• O uso de templates é não só permitido como também recomendado, mas cuidado para que este não prejudique a leitura. Tente deixar todas as informações claras e em seus devidos lugares na ficha. Também estaremos disponibilizando um template base no final do tópico que poderá ser utilizado e modificado como quiser.

• Além dos prêmios citados abaixo, todos que fizerem a ficha poderão escolher 1 ponto em três perícias diferentes que quiser. Ao postar, certifique-se de que as perícias escolhidas estejam em spoiler.

• Tome muito cuidado com a coerência, tente não extrapolar. Porém, não se contenha: dê asas a sua imaginação!

• Procure evitar ao máximo erros ortográficos e gramaticais; use corretores, tire dúvidas com outros players, revise seu post.

• É válido narrar que seu personagem chegou a morar no "Estado" citado na trama encontrada no portal, desde que mantenha a coerência.

• Lembrando que esta ficha não confere especialização alguma; esta ficha é facultativa e fornece  100 exp para players que atingirem um rendimento de até 70% e um kit com diversos itens para os que atingirem um rendimento maior que isso; lembrando que essa ficha só pode ser feita uma vez.

• Dependendo da sua nota - acima de 70% de rendimento - além da sua faca inicial, você irá receber um kit que consta numa lista no final do post. Não há necessidade de explicar a existência desse kit na sua história, a não ser que deseje, mas é válido e altamente recomendado para motivos narrativos a explicação da sua existência posteriormente, em momentos em ON.

• A definição da sua nota será dada por alguém da staff o mais rápido possível. Porém, note que cada avaliação deve ter um cuidado especial, e todos nós temos assuntos fora do fórum para tratar, além de muitos outros problemas aqui no fórum. Portanto, gostaríamos de pedir paciência aos jogadores e que não nos peçam constantemente por atualizações. Há um tópico específico para isso, no qual deve ser pedida a avaliação de tópicos com mais de cinco dias de espera. No mais, se sua avaliação demorar mais de 15 dias, favor avisar algum ADM por Mensagem Privada.

• Qualquer tipo de dúvida quanto à ficha pode ser sanada por Mensagem Privada, por chat ou por qualquer tipo de contato com jogadores ou com ADM's.

• Segue abaixo em spoiler os kits oferecidos pra quem fizer a ficha:

Kits:
Kit 1 - Entre 70% e 85%

✶ {Pacote de Salgadinhos} [Pacote comum de salgadinho de 700 gramas. Recupera 25 de energia e 30 de fome.] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (2 Unidades)

✶ {Cantil de Água} [Cantil redondo feito em plástico polipropileno inodoro, revestido com folha de aço galvanizado e manta de poliéster preta. Tem capacidade para 2,0 litros] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (1 Litro Restante)

✶ {Blusa de Moletom} [Uma simples blusa de moletom preta sem detalhe algum. Não é muito grossa, mas serve muito bem para se esquentar. Possui um capuz ligada à blusa e esta também não é muito grossa] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente]

✶ {Mini Lanterna Led} [Uma pequena lanterna preta que, mesmo com seu tamanho pequeno e portátil, pode iluminar uma grande área. São necessárias pilhas específicas para usá-la.] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (Vem com um par de pilhas necessárias para ligá-la)

✶ {Frasco de Remédios} [Um frasco simples de remédios que servem para diminuir dores ou febre] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (5 Pílulas Restantes)


Kit 2 – Entre 85% e 100%

✶ {Feijão Enlatado} [Uma lata com feijão dentro. Pode ser aberta puxando uma argola na tampa sem complicação alguma. Recupera 35 de energia e 40 de fome.] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (Uma lata)

✶ {Blusa de Moletom} [Uma simples blusa de moletom preta sem detalhe algum. Não é muito grossa, mas serve muito bem para se esquentar. Possui um capuz ligado à blusa e este também não é muito grosso.] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente]

✶ {Frasco de Remédios} [Um frasco simples de remédios que servem para diminuir dores ou febre] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (5 Pílulas Restantes)

✶ {Mini Lanterna Led} [Uma pequena lanterna preta que, mesmo com seu tamanho pequeno e portátil, pode iluminar uma grande área. São necessárias pilhas específicas para usá-la.] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (Vem com um par de pilhas necessárias para ligá-la)

✶ {Iodo} [Um pequeno frasco com iodo que pode ser usado para purificar água.] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (5 Usos Restantes)

✶ {Cantil de Água} [Cantil redondo feito em plástico polipropileno inodoro, revestido com folha de aço galvanizado e manta de poliéster preta. Tem capacidade para 2,5 litros] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (1,5 Litros Restante)


Segue o template padrão:

Código:
<center><link href="http://fonts.googleapis.com/css?family=Huntress" rel="stylesheet" type="text/css"><br><div style="padding: 20px; font-family: huntress; font-size:60px;color: #214147; text-transform: lowercase">ficha de sobrevivente</div><div style="width: 500px; margin-top:-15px; font-size:9px; font-family: calibri; color: #666666; padding: 5px; letter-spacing: 2px; text-transform:uppercase;">a morte é apenas o começo</i></div><div style="width: 500px; height: auto; font-family: segoe ui, calibri; font-size: 12px; padding: 10px; text-align:justify;border-top: 1px dotted #214147;"> [color=#214147]❖ Nome do Personagem:[/color]

Nome aqui.


[color=#214147]❖ Características Físicas:[/color]

Características físicas aqui.


[color=#214147]❖ Características Psicológicas:[/color]

Características psicológicas aqui.


[color=#214147]❖ História do Personagem:[/color]

Narração da sua história aqui.

</div><div style="width: 500px; height: auto; font-family: segoe ui, calibri; font-size: 12px; padding: 10px; text-align:justify;border-top: 1px dotted #214147;"><div style="text-align: center; padding: 13px; font-family: huntress; font-size:20px;color: #214147; text-transform: lowercase">Death is only the beginning ♦ <a href="http://walkersrpgbr.forumeiros.com/">Walkers</a></div></div><center><a href="http://graphics-dreams.forumeiros.com/u4" target="_blank" rel="nofollow">▲</a></center></center>

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Última edição por Noah B. Hastings em Sex Nov 06, 2015 5:58 pm, editado 7 vez(es)
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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Jake L. Dwyer em Sex Nov 06, 2015 8:57 pm

Ficha de Sobrevivente

❖ Nome do Personagem:

Jake Ludgate Dwyer.


❖ Características Físicas:

Com cabelo e olhos castanhos, Jake aparenta ser apenas um jovem comum. É magro, com alguns músculos dificilmente visíveis. Possui um tamanho adequado para sua idade e sua pele é clara e pouco bronzeada.


❖ Características Psicológicas:

Observador é a principal característica de Jake, mas "calmo" é uma palavra que também o define bem. Sabe que, em relação aos outros sobreviventes, sua força física é bem menor, então faz o máximo para compensá-la com estratégias e qualquer coisa que possa usar a seu favor, afinal, tem apenas catorze anos. Como já dito, é paciente e evita se meter em confusões, apesar de que às vezes não consegue graças à sua constante utilização do sarcasmo.


❖ História do Personagem:

Andy e April eram jovens quando se conheceram, em uma tarde comum, num jardim. Foi amor à primeira vista, e pouco tempo depois os dois já estavam namorando. Com todo o amor que um sentia pelo outro, já era esperado que se acontecesse, mas não tão cedo quanto aconteceu: April ficou grávida.

O avô do bebê que nasceria nove meses depois - se tudo desse certo, como esperavam - ficou extremamente estressado, pois havia tido conversas com o filho e com a nora. Conversas que obviamente foram em vão, já que obteve como resultado o que ele não queria: um neto.

Mas Jake, ainda um feto, era fruto do amor de jovens apaixonados, e eles não abririam mão da criança, o que provocou uma briga entre a família Dwyer.

Abandonado pelo pai, Andy foi morar com April e sua família, e acompanhou toda a gestação e o dia em que Jake nasceu.

Nove anos depois, o garoto estava tendo uma vida feliz, ao lado de toda sua família materna e de seu pai, até que sua mãe morreu graças a um aneurisma, em sua frente.

Traumatizado, sua personalidade mudou completamente: sua gentileza se tornou frieza; sua animação, tristeza. Isolou-se de todas as pessoas que conhecia e passou um bom tempo trancado no quarto, sem querer sair pra nada, até que um dia seu pai o convenceu a sair para mostrar-lhe que a perda não significava o fim do mundo. Coincidentemente, foi o dia do apocalipse zumbi.

Por ver as terríveis criaturas de longe, Andy teve tempo suficiente para esconder Jake e fazê-lo prometer que voltaria a ser como antes, ou pelo menos que tentaria, em nome do pai, que morreu pouco depois, junto com o resto da família do garoto. Órfão, Jake ficou escondido no porão da casa onde morava até sentir que era seguro sair, sobrevivendo com a comida que seu pai levou para lá antes de morrer. Desde então, vive como nômade, com a esperança de que um dia possa levar uma vida normal de novo.

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Perícias: Leitura Corporal, Socializador e Persuasão.

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Jake L. Dwyer
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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Anthony P. Corwell em Sex Nov 06, 2015 9:19 pm


Avaliação

Sabe, eu gostei da sua ficha. Mesmo. Não teve erro nenhum de fluidez, coesão, coerência, nada que me fizesse vê-la com maus olhos, a não ser o tamanho: não que importe tanto ser uma ficha minúscula ou quilométrica, o que importa é descrever bem as passagens do que quer que aconteça, e por vezes achei que foi uma narração passiva em demasia. De qualquer forma, meus parabéns, sobrevivente!

— Coerência: 50/50
— Coesão, Estrutura e Fluidez: 25/25
— Ortografia e Organização: 10/10
— Objetividade e Adequação: 8/15

— Recompensa total: 93 exp + perícias requisitadas + kit 2.
— Descontos: Nenhum.

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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Tiberius Zaunberry em Sab Nov 07, 2015 12:15 am

Ficha de Sobrevivente

❖ Nome do Personagem:

Tiberius Zaunberry.


❖ Características Físicas:

Os cabelos de Tiberius são numa tonalidade de marrom escuro, combinando levemente com a cor de seus olhos. Seus lábios são pequenos e avermelhados, ficando notáveis quando o jovem sorri. Magro e um tanto quanto baixinho, não é muito de chamar atenção por onde passa. Possui bastante sardas espalhadas pelo corpo, talvez seja um charme diferenciado das demais pessoas.


❖ Características Psicológicas:

Ninguém realmente conhece a personalidade de Tiberius. É um jovem perdido num mundo cruel, seus pensamentos são bons e inofensíveis, geralmente fica tentando imaginar boas maneiras de ajudar os outros. Pobre garoto inocente, consegue ser manipulado por ter um coração bom. É dono de uma simpatia admirável, seus olhos transbordam compaixão. É carinhoso e educado, tenta sempre manter a linha de bom rapaz. Dificilmente sai fora do seu mundinho perfeito, em sua cabeça tudo esta indo bem, até mesmo com problemas a sua volta. Não é nem um pouco estressado, consegue ser paciente até nos piores momentos. É extremamente sincero e fala sempre a verdade. Ser gentil é uma característica marcante, gosta de ser visto como alguém que se importa com o próximo, antes de olhar para seu próprio nariz, olha para o dos outros, quer sempre que todos estejam bem. Quer sempre ter alguém para se apoiar nos momentos difíceis. É muito sensível e se magoa facilmente com pequenas palavras, mas evita se demonstrar fraco perante os outros. Sua bondade é sua fraqueza.


❖ História do Personagem:

Movido pela angústia de um passado atormentador. Um jovem sorridente caminhava pelas ruas vazias de Nova Iorque, as luzes enfraquecidas piscavam e deixavam a iluminação precária indicar o caminho. Apressado com aqueles passos firmes no chão, Tiberius tentava chegar o mais rápido possível em casa, pois todo anoitecer sua mãe deixava pronta uma torta diferente, naquela quarta-feira era a de maça e o garoto era apaixonado pela fruta. Destrancou a porta da frente e caminhou meio confuso com a bagunça que estava pelo corredor que levava a cozinha. Uma mancha de sangue atordoou a cabeça do moreno que recuou alguns passos assustado. Seu coração se acelerou de forma que fosse quase possível sair pela boca, o bater de seus dentes e a forma como seu corpo tremia denunciava o espanto e o medo que sentia quando finalmente passou pela entrada da cozinha.

Destruído pela imagem que viu, Tiberius apenas coçou os olhos tentando acreditar no que havia acontecido. Sua mãe estava no chão com os olhos abertos, mas sem sinal de vida. Não se mexia e o sangue criava um rastro de onde tudo aconteceu. A porta de trás estava quebrada, alguém havia entrado e saída rapidamente, apenas para acabar com a vida da pessoa mais importante do moreno, mas o pior de tudo é que ela estava com uma enorme mordida no pescoço, como se algo tivesse a atacado. Perdido com os próprios pensamentos e atormentado pela imagem que não saía de sua cabeça, o moreno tentou se concentrar, mas as lágrimas não o permitiram. Assustado pegou o celular e discou o número de seu pai, cujo homem era separado da mulher por motivos de traição, mas nada que deixasse a relação com o filho ausente. A voz de Tibers saía de forma rouca e soluçando, mas o suficiente para que a pessoa do outro lado da linha entendesse o que estava acontecendo.

A policia e a ambulância não demoraram muito para chegar. As faixas de cores amarela e preta davam início a investigação. O garoto caía de joelhos, seus olhos já não eram fortes o suficiente para ficarem abertos, seu pai tentava o consolar com um abraço e algumas palavras, mas nada fazia efeito. As lágrimas escorriam de ambos os rapazes, mas o moreno ainda tinha que ganhar coragem para depor o acontecido.

Por consequências obvias, o moreno teve que morar com o pai e a madrasta. Sofreu por longos dias, tentando acreditar que aquilo foi real. A relação com o homem nunca foi ruim, mas nunca recebeu a atenção que se era necessária para um desenvolvimento de uma criança. Tiberius tinha apenas quinze anos e isso o fez amadurecer muito mais rápido que os outros garotos de sua idade.

- - -

Alguns anos depois o trauma já não era um problema. Recuperado daquelas horríveis imagens, Tiberius ia todo mês visitar sua mãe no cemitério onde ela descansava. As margaridas eram as flores preferidas da mulher que o criou, por isso sempre que podia, o moreno levava para agrada-la, mesmo depois de falecida.

Quando completou seus vinte anos de idade o mundo virou de cabeça para baixo, teve que correr contra o tempo para conseguir sobreviver da epidemia que então devastava o mundo pouco a pouco. Encorajado pelos amigos que estavam ao seu redor, tentou se manter firme contra a violência causada pelo apocalipse que mudava a forma de viver nos dias atuais, mesmo com o medo e o receio que sentia no peito, Tibers apenas pensava na melhor maneira de ajudar as pessoas que viviam ao seu redor, pelo menos as mais próximas.

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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Noah B. Hastings em Sab Nov 07, 2015 7:08 am


Avaliação

Hey, Tibers. Vou direto ao assunto. Sua ficha foi pequena? Foi. Isso vai tirar pontos de você? De maneira alguma. Seu texto, por mais que tenha sido pequeno, se mostrou muito bom nos pontos onde tenho que avaliar. Consegui imaginar tudo que acontecia e você conseguiu contar tudo que realmente impotava nessas linhas. O único erro que encontrei foi a falta de acentuação na palavra "maçã", mas nada que possa te impedir de ganhar seu kit. Não vou descontar por causa de um único erro pequeno desses, aliás.

— Coerência: 50/50
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— Ortografia e Organização: 10/10
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— Recompensa total: 100 exp + 3 perícias + kit 2.
— Descontos: Nenhum.

OBS: Como não colocou as perícias em spoiler, as opções de escolha vão constar em sua ficha para que sejam requisitadas depois.






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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Nicholls M. L. Heawrt em Sab Nov 07, 2015 9:02 am

Ficha de Sobrevivente

❖ Nome do Personagem:

Nicole {Nicholls} Morgana Lillith Déesse Heawrt.


❖ Características Físicas:

Os cabelos de Nicole são loiros claros e a deixam com um ar infantil e rebelde, mesmo que a dama não seja nada disso. Seus olhos são azuis claros e sua pele é branca como a neve, fazendo-a receber o apelido de Branca De Neve quando era pequena. É baixa e gostaria de ser mais alta do que atualmente é. Não é muito magra, mas seu corpo possui uma resistência boa para corrida e saltos, devido aos anos em que praticou ballet.


❖ Características Psicológicas:

Nicholls é uma garota doce na frente de seus pais e parentes, mas assim que eles viram as costas, se torna grossa e mimada. Aqueles que tem a audácia de amarem a garota viram seus escravos, já que ela é uma vadia sem coração.  

Além de ser sincera, gosta de falar a verdade apenas em momentos que sabe que irá machucar os outros. Ironicamente, não tem compaixão pelos ladrões, mas acredita que está "pegando emprestado por tempo indeterminado" tudo que roubo ou irá roubar. Precisa que prestem atenção nela o tempo todo, se a ignorarem, ela tenta de tudo para chamar atenção. As vezes se finge de burra para não ser obrigada a fazer coisas que não quer, mesmo assim, é muito inteligente.  

Sua maior fraqueza é o seu ego, quando ferido, ela se transforma de um tigre feroz para um gatinho inofensivo. Além disso, tem medo de insetos e de fogo.  Mesmo com todos esses defeitos, ela é extremamente sensível e acredita que todos aqueles que tentarem se aproximar dela são amigos falsos e irão magoá-la.  


❖ História do Personagem:

— 01/01/2013, 15 anos.  

É o primeiro dia do ano. Minha mãe acabou de sair de casa. Papai disse que ela não vai voltar mais, mas eu não ligo, já que ele me deixou comprar vodka e trazer minha namorada para casa.  

Ele trouxe a dele também, mas ela nem ligou para mim. Seu nome é Lúcia, acabou de sair da cadeia e é loira como eu. Não parece ser nem um pouco simpática.

Sinto falta de Lilly, ela estava sempre bêbada, mas me abraçava assim que chegava em casa.  

— 08/01/2013, ainda 15 anos.  

Lúcia fugiu com sua nova namorada, Autumn. Mamãe voltou, está sóbria e não me abraçou quando entrou em casa. Marshall, melhor conhecido como papai, disse que ganhou muito dinheiro e nós iremos voltar para Nova York.

Minha vida está um caos.

Sinto falta de Lúcia.  

— 02/06/2014, 16 anos.

Eu sou popular, finalmente popular! Papai tem suas amantes e mamãe finge não ver ele com suas mulheres e meu irmão fumar, mas está tudo bem.
 
(Eu estou mentindo, nada está bem, eles estão se separando, e Marshall disse que vai voltar com sua ex namorada. Frank está saindo de casa, meus amigos são falsos e essa cidade é horrível. Alguém me tira daqui, por favor.)

— 08/11/2015, 17 anos.  

A festa está incrível, assim como a maquiagem. Não como faz algumas horas, não consigo voltar para casa, me perdi pela cidade. Consegui entrar em um carro e trancar todas as portas, mas sei que terei de correr daqui a pouco.  

Minha sorte é que isso não é de verdade.

Queria conhecer outro "sobrevivente". Só existem mortos por aqui.  

Pelo menos Lúcia está morta.

Papai também.  

Eu ainda sinto saudades da mamãe.  

Assim que isso acabar, irei ver ela.  
 

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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Trevor Hills em Sab Nov 07, 2015 10:57 am


Avaliação

Hey, Nicholls! Então, seja bem-vinda ao fórum. Sua ficha está razoável, mas consideravelmente curta. Eu senti falta de uma narração verdadeira, apesar do modelo escolhido para contar sua história como num diário. Levei em conta isso quando descontei em objetividade, pois faltou muito detalhe essencial para saber como sua personagem estava se sentindo naquele momento. Basicamente, você resumiu muita coisa que não daria mais do que 3 ou 4 parágrafos de explicação. Isso custou certos pontos.

No demais, meus parabéns. Eu notei apenas um erro de digitação rápida na descrição psicológica da personagem (que não acarretará em nenhum desconto). Sua escrita é perfeita, ótimo conhecimento gramatical. Seja, novamente, bem-vinda ao walkers!

— Coerência: 50/50
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OBS: Como não colocou as perícias em spoiler, as opções de escolha vão constar em sua ficha para que sejam requisitadas depois.






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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Michelle Greywood em Sab Nov 07, 2015 5:52 pm

Ficha de Sobrevivente

❖ Nome do Personagem:

Michelle Greywood


❖ Características Físicas:

Morena dos cabelos castanho escuro , olhos grandes e expressivos, lábios carnudos e largos, traços faciais finos e sutis definindo certa delicadeza. Mede cerca de 1,65 com pernas alongadas e medianas, corpo magro e atlético, pele clara e pálida, pesa pouco menos de 56 quilos, possuí pequena cicatriz na barriga por queimadura quando era criança.

❖ Características Psicológicas:

É quieta e tranquila, não costuma conversar muito e evita se enturmar com outras pessoas. Não é antissocial  e nem antipática, apenas sente-se deslocada e costuma ser gentil com quem se aproxima tentando ser sociável, se sente sempre solitária e gosta de tomar um ar a noite tentando esclarecer os pensamentos, aprecia a escuridão banhada pelo luar, o vento frio e a melodia do sopro do vento uivante.

❖ História do Personagem:

  É muito difícil explicar os fatos quando você ainda se sente tão perdida, aflita e não sabe se quer rir, chorar, cantar ou gritar, as coisas simplesmente se alteraram de forma tão brusca que ainda sinto como se tivesse levado uma forte pancada em minha cabeça e estivesse zonza. Foi assim que me senti e ainda me sinto quando o dia em que os mortos começaram e caminhar pelas ruas, eu estava como de costume voltando da universidade com algumas amigas quando paramos em uma sorveteria para falarmos dos trabalhos, amigos, namorados e coisas cotidianas, jamais imaginamos que naquele fim de tarde nossas vidas em Nova York seriam alteradas para um pesadelo como o filme Madrugada dos Mortos.

   Eu estava sentada com a cadeira levemente inclinada para trás escorando-a na parede atrás de mim, eu vi aquela coisa se aproximar e outras vindo rua acima, achei de primeiro momento que era algum desfile de fantasias fora de época ou um movimento de fãs de terror, mas logo o som de alguns disparos ao longe e gritos me deixaram alerta e tudo se agravou quando consegui me dar conta da gravidade ao ver minha amiga Nanda ser mordida no pescoço e gritar desesperada. Seu sangue escorria pela boca que tampava o jorro de sangue de sua jugular, me levantei e juntei as minhas coisas e corri para dentro da sorveteria, algumas meninas que estavam comigo vieram junto mas as coisas nos seguiram e invadiram o local nos cercando lentamente, eu não sabia o que fazer e estava certa que a morte nos havia alcançado finalmente.

  Uma das meninas se desesperou e tentou fugir abrindo caminho com o corpo entre os mortos mas eles a agarraram e começaram a mastigar sua carne, nesse momento eu apenas fugi pelo espaço que deixaram em aberto ao se aglomerarem sobre a pobre coitada, jamais me esqueci de seus gritos agudos e apavorados em uma súplica por ajuda e eu nada pude fazer, acho que sempre me acovardava em momentos críticos e que exigiam de mim certa coragem. Após alguns meses correndo e me juntando com alguns sobreviventes eu fui forçada a engolir meu choro e lutar por minha vida, aquela menina delicada e gentil ainda existe quando me sinto fora de perigo, quando tenho alguém para me abraçar e conversar um pouco, alguém que seja amigável e consiga me arrancar um simples sorriso fazendo a sensação nostálgica de que tudo era como antes, mesmo que por uma fração de segundo essa sensação é a melhor de todas. Todos queremos poder acreditar que uma cura existe para essas coisas que foram infectadas por uma suposta doença, todos queremos dentro de nossos corações crer que um dia tudo vai acabar e de que teremos de novo a chance de nos apaixonarmos, casarmos, termos uma família em um mundo como era antes, pais correndo e jogando bola com seus filhos, as mães no parque com seus bebês fofocando sobre a vida alheia ou sobre a novelas e os galãs que nos arrancavam suspiros mas no fundo isso tornou-se apenas uma utopia.

Hoje seria meu aniversário de 19 anos, normalmente eu estaria no meu quarto recebendo mensagens de felicitações e de amigas chamando para sairmos e irmos encontrar os meninos em algum clube, mas tudo que eu queria era saber se minha mãe e minha irmã conseguiram sobreviver todo este tempo, eu tento acreditar que sim, que elas estão vivas! Mas no fundo eu sei que elas devem ter se tornado errantes como essas coisas, é triste ter uma certeza tão ruim e massacrante como essa mas é melhor do que se enganar e viver uma ilusão, este mundo não é mais um paraíso que dá oportunidades para fracos e sonhadores, ele nos calejou e fez de todos nós seres mais frios e centrados na luta pela existência. É irônico como quem estava no topo da cadeia existencial um dia, hoje é uma raça em extinção no que já foi a maior potencia mundial, não sabemos como está ao redor do mundo se isso se espalhou por outros países e eu espero que não, sinceramente eu torço para que seja somente aqui pois não desejo à ninguém a dor que todos nós aqui sentimos, é uma luta pela vida, é uma luta sem esperança.

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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Noah B. Hastings em Sab Nov 07, 2015 6:04 pm


Avaliação

Então, Michelle... Sua ficha ficou simplesmente incrível. Não houve enrolação, os detalhes foram muito bem descritos e seu texto flui muito bem. Foi como ver um filme se passando em minha mente. Não encontrei erros evidentes, a lógica foi perfeita, adequação, uso das palavras... Tudo. Parabéns, você merece essa avaliação:

— Coerência: 50/50
— Coesão, Estrutura e Fluidez: 25/25
— Ortografia e Organização: 10/10
— Objetividade e Adequação: 15/15

— Recompensa total: 100 exp + 3 perícias + kit 2.
— Descontos: Nenhum.

OBS: Como não colocou as perícias em spoiler, as opções de escolha vão constar em sua ficha para que sejam requisitadas depois.






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Ficha de Sobrevivente
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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Donna Marie Pinciotti em Sab Nov 07, 2015 7:12 pm

-
Ficha de Sobrevivente

❖ Nome do Personagem:

Donna Marie { Christine } Pinciotti


❖ Características Físicas:

Donna é uma garota de expressões faciais sutis, não possui nenhuma linha ou ruga de expressão. Ela também possui lábios bem definidos e rosados naturalmente, é caucasiana (quase pálida se não fosse pelas bochechas coradas), de cabelos castanhos levemente ondulados e olhos azuis. O corpo de Donna é completamente livre de manchas, pintas ou cicatrizes. Donna tem 1,71 de altura além de ter a palavra "interfectrix" tatuada na nuca com letras vermelhas. Sua voz é marcante, o seu tom firme e poderoso torna-se ainda mais atraente com a leve rouquidão que possui. Os olhos de Donna são inexpressivos o que a torna imprevisível. Outra característica importante em Donna são seus dedos longos, atributos que a tornava uma exime pianista e arqueira antes do apocalipse.

❖ Características Psicológicas:

Três palavras definem exatamente o que Donna é: persuasiva, dissimulada e sádica. Donna têm a sensação de ter uma tarefa específica no mundo e está sempre tentando descobrir o que é por isso carrega um ar de mistério por ser muito observadora e pensativa. Não aceita autoridades nem regras controladoras com facilidade. Donna sente-se frustada consigo mesma ao cometer erros já que é perfeccionista e cobra muito de si, mas não sente remorso nem culpa facilmente ao ferir pessoas. É hiperativa, manipuladora, ciumenta e possessiva.

Donna tem uma mente criativa o que faz com que ela consiga sair de situações constrangedoras ou perigosas das formas mais excêntricas possíveis, é inconsequente, teimosa e cabeça dura. Também é destemida mas demonstra ter medo de incertezas e adquiri uma instabilidade emocional muito grande quando se apaixona. Donna pode tomar decisões moralmente questionáveis para salvar a própria pele de vez em quando. Isso não muda o fato de que ela é uma pessoa muito inteligente, divertida e que não tem medo de tomar uma atitude drástica, quando a situação exige. Ela tem um senso de humor sarcástico e não tem o menor problema em usá-lo contra quem quer que seja. A jovem não é muito curiosa, o que faz com que ela não se meta quase nunca na vida ou nas decisões alheias. Tem um raciocínio rápido, com uma língua afiada e uma maneira direta de abordar as coisas, Donna é nervosinha e consegue aprender tudo muito rápido. Fica furiosa quando alguém diz algo que ela odeia ou discorda, e vai atacar de volta verbalmente ou fisicamente caso se sinta reprimida ou agredida por outras pessoas. Donna não é solitária e é uma ótima aliada quando se trata de burlar as regras.

Donna ama ler e tem um grande vocabulário, e também dedica seu tempo livre a praticar luta, ou pelo menos praticar um pouco do que aprendeu de boxe na época em que o mundo ainda possuía mais vivos que cadáveres ambulantes. Ela tem mania de jogar sua franja para trás sempre que começa a conversar com alguém, morder o lábio inferior sempre que está empolgada e também de estalar a língua no céu da boca sempre que está pensando em algo para falar ou responder para outras pessoas.

❖ História do Personagem:

A trombeta tocou.
  Donna acordou lentamente erguendo os olhos para os tons de púrpura e azul do céu do amanhecer que a agraciava atrás da grande janela de madeira ao lado de sua cama. A névoa sombria ainda prendia no ar, trazendo com ela um gosto úmido e amargo, família demais. Um medo silencioso cresceu entre suas entranhas enquanto aguardava na calmaria da manhã, esperando que tudo o que estava acontecendo fosse apenas mais um sonho ruim. Ela tinha dezessete anos quando o mundo começou a desmoronar.

Houve então uma pausa curta até que a trombeta soou duas vezes seguidas em uma sequência rápida. Uma longa e uma curta, que significava Sul- Oeste, que era a parte do condomínio transversal fechado que havia sido invadida pelos andantes. Depois que o mundo começou a decair em mortos-vivos, um grupo enorme de sobreviventes havia se refugiado no condomínio 'Maxim Exclusive', mas mesmo a segurança de arames farpados não impediam que zumbis invadissem tal lugar todos os dias, mas pela sorte de Donna, a casa onde sua família vivia ficava o mais longe possível dos portões de acesso. Eric Pinciotti, o patriarca da família estava pegando seu velho facão de estimação para dar reforço e limpar novamente o condomínio e ao sair do quarto e abrir a porta da cozinha, Donna sabia que encontraria sua mãe com feições preocupadas e olhos encharcado de lágrimas. Cada vez que Eric saia, Midge, a matriarca Pinciotti, perdia as esperanças que seu marido voltasse com via.

Donna abriu o pequeno depósito de comida, e as vezes seus lapsos de memória a fazia relembrar de quanto New York era divertida antes que cadáveres andantes a dominassem. Ela era uma garota de classe média alta, que praticava arco e flecha, tocava piano e se dedicava a equitação. Era uma das garotas mais populares e "malvadas" da escola particular em que estudava e a garota mais bonita do seu bairro. Tudo fora perdido em segundos e isso a enfezada. Donna serviu para si própria um copo de leite e se sentou ao lado de sua mãe na mesa da cozinha e o silêncio mórbido se fez presente. Após algumas horas, Eric retornou para casa e suas expressões preocupadas diziam apenas que ele temia pela vida de sua família. O que teria acontecido desta vez?

Em pouco tempo, a família Pinciotti caminhava em direção aos portões  do condomínio, era perigoso lá, mas uma multidão de refugiados seguia para o mesmo lugar. Eram, no mínimo, trezentas pessoas, entre elas idosos, crianças, grávidas e recém nascidos que choravam de fome.  Midge estava enrolada em um xale puído e parecia ansiosa. Donna a abraçou, aconchegando-a nos braços pelo resto do caminho enquanto um pilar de fumaça oleosa já a contava mais do que ela queria saber. Estavam queimando os mortos. E por terem começado a fogueira tão cedo, era porque os mortos haviam sido muitos. Muitos para se rezar sobre cada um se o trabalho tivesse que terminar antes do anoitecer onde os ataques dos andantes eram dificilmente impedidos.

A porta-voz daquele grupo de sobreviventes aproximou-se da família Pinciotti quando eles pararam de andar. Margot era uma mulher rígida, ríspida, alta e magra, com a pele morena de Sol. Seus cabelos longos e dourados vinham presos em um coque firme e seu olhar de repúdio já fazia Donna imaginar o que estava por vir. Depois do último ataque, a maioria dos homens mais fortes haviam sido mortos e precisavam de vigilantes no condomínio, e parecia que agora, qualquer homem serviria, até um magricela míope como Eric. Margot não tolerava bobagens nem "chororô", pregava um discurso de que a maioria só sobreviveria se alguns se sacrificassem a correr riscos. O coração de Donna apertou porque a garota sabia que a mulher estava certa.

— Que bom que veio Eric! — Falou Margot com um tom aliviado. — Midge e a pequena Donna também! — Emendou sem muita vontade maneando a cabeça para as duas mulheres. — Depois de hoje, precisaremos de todas as mãos que conseguirmos. Até a garota poderá ajudar! — Disse a mulher olhando pra Donna com um sorriso sínico. Eric resmungou se aproximando de Margot.

— Quantos perdidos? — Perguntou Eric embora realmente não quisesse saber.
— Trinta e nove. — Contou Margot e Midge suspirou horrorizada cobrindo a boca.
— Algum sobrevivente do lado Sul-Oeste do condomínio? — Eric quis saber.
— Poucos! Apenas uma mãe e seus três filhos mais velhos! — Margot respondeu e Midge engasgou. — As proteções da casa de Brine - Um dos homens que faziam parte da segurança do lado Sul-Oeste - Aguentaram maior parte da noite, salvando sua esposa e filhos, porém o mais novo, Seth, de oito anos, correu para fora da casa ao ver o pai perecer. — Resmungou Margot fazendo o estômago de Donna revirar. Donna era amiga dos filhos de Brine, e imaginar tal cena deixou sua cabeça perturbada.

Donna sabia que o ataque havia sido grande, e que ficava pior a cada dia. Dia ou noite, não importava, os cadáveres que caminham chegavam ao Maxim sem parar. Sobreviventes de um ataque zumbi normalmente eram mordidos e morriam horas após o incidente. Alguns dos que não eram mordidos também morriam, não todos, mas muitos pois alguns ainda conseguiam tocar suas vidas, mas a maioria simplesmente encaravam o vazio recusando-se a comer, a beber, até definharem. No Maxim, diziam que não se sobrevivia a um ataque realmente até que um ano tivesse se passado.

....................................
Alguns meses se passaram, Midge e Eric estavam mortos. Faleceram quando o Maxim foi invadido por mais zumbis do que almas vivas que poderia se contar la dentro. Donna havia sobrevivido com uma mistura de sorte e com ajuda de Michael, o filho mais velho de Brine, que havia também, sido o único de sua família a sobreviver. Michael havia treinamento militar, e ele e Donna sobreviveram de forma precária acampando nos arredores da cidade. Após alguns dias, Donna e Michael acharam e se uniram a um outro grupo de sobreviventes, formaram um grupo de oito pessoas: Donna, Michael, Kira, Brenan, Julia, Sebastian, Vitor e Jonathan,  mas estar com um grupo maior não tornou os dias mais fáceis se serem arrastados.

Donna estava voltando da caçada para o camp do grupo com Jonathan e Vitor quando a garota percebeu algo pendurado em uma árvore diante eles.
— O que é aquilo? — Donna perguntou com a voz trêmula apontando na direção do que via.
— Por Deus! — Exclamou Vitor correndo em direção a árvore seguido de Donna e Jonathan e quando Donna chegou mais perto seus olhos lacrimejaram.
— Michael! — Gritou ela vendo o rapaz de 20 anos chutar o ar e arranhar a corda ao redor de seu pescoço.
— Por que Michael? Por que? — Gritou Vitor enquanto Donna ficava embaixo do homem pendurado, mas os pés que se moviam em desespero acertaram o rosto da garota que caiu no chão violentamente. Donna Ergueu-se novamente e agarrou as penas de Michael,  e tentou levanta-lo para afrouxar a corda, enquanto Jonathan escalava a arvore para poder cortar a corda.

Michael caiu no chão e Donna puxou a corda de seu pescoço, não parecia fazer muita diferença, o homem ainda se arranhava e engasgava. Seus olhos estavam tão esbugalhados que pareciam que iam saltar da cabeça, e seu rosto estava em vermelho quase púrpura. Donna deu um grito assustado quando Michael teve um espasmo violento e seus olhos viraram deixando tudo quieto. Vitor apertou o peito de Michael e soprou grandes golfadas de ar dentro dele mas não tivera nenhum efeito positivo e logo perceberam que os gritos haviam atraído andantes, porém em pouca quantidade. Não valeria a pena lutar contra eles, então Jonatham apenas enfiou sua faca de caça na cabeça de Michael, e os três sobreviventes seguiram seu caminho.

Naquela noite, Donna se sentou ao lado do Vitor, na fogueira que os mantinham aquecidos no inverno, enquanto os outros do grupo ficavam atentos quanto aos zumbis que se aproximavam. Os dois então começaram a conversar e após aquela noite, Donna percebeu que esperança de nada adiantava se não pudesse lutar para sobreviver. Jurou para si mesma que não teria o mesmo fim de Michael e decidiu que seguiria seu caminho sozinha. Vitor tentou convence-la a ficar, mas Donna acreditava que teria melhores chances sozinha, lembrando do que Eric, seu falecido pai, sempre falava: "Menos é mais". Na manhã seguinte, Donna se despediu do grupo, pode levar consigo uma mochila de acampamento com uma barraca, uma quantidade significativa de comida e água. Donna também levou consigo uma pequena faca de caça e um arco e flecha, com apenas duas flechas que haviam restado, que já a pertencia desde antes do mundo enlouquecer.

....................................

Hoje em dia Donna é quase uma loba solitária, passa algumas semanas com alguns grupos que encontra em seu caminho, tempo o bastante para se suprir de mantimentos e continuar seu caminho. Donna tem vinte e poucos anos, parou de contar. Não é a sobrevivente mais forte, nem a mais apta para lutar contra os cadáveres que andam mas Donna lida muito bem com as agitações que surgem no horizonte. Fileiras de mortos-vivos aparecem a sua frente e ela se vira como pode. Donna tem o objetivo de encontrar um lugar a salvo, onde os mortos não cheguem e as vezes chega a pensar que está a beira da loucura.
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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Cameron Ayden em Sab Nov 07, 2015 7:44 pm

Ficha de Sobrevivente

❖ Nome do Personagem:

Cameron Ayden


❖ Características Físicas:

1,80 de altura, 78 kg, corpo definido por conta dos exercícios policiais, cabelos e olhos castanhos, abidestro, 25 anos.

❖ Características Psicológicas:

Desde pequeno o rapaz sempre evitou paixões, por ter medo de ser traído igual ao pai havia. Cameron é alguém que faz amizades muito rapidamente, é capaz de pensar melhor e mais rápido quando esta em perigo, Sarcástico e misterioso, e muita das vezes usa ironia pra esconder seu medo de algo. Por conta do pai ser Tenente, o rapaz aprendeu a usar armas desde pequeno, pois queria seguir a mesma carreira que o pai, por ser ambidestro ele consegue usar pistolas com as duas mãos ao mesmo tempo, mas sua maior qualidade com armas é com fuzis, sempre teve paixão por snipers até que se tornou um, quando virou policial.


❖ História do Personagem:


Vamos lá filho! Vamos ver se você consegue superar seu pai acertando mais alvos. Dizia Josh, o pai de Cameron, estavam em uma sala de treinos para atiradores do exército, o rapaz já havia usado as pistolas de seu pai na fazenda da família que ficava numa estrada para Lima-Ohio, sua cidade, já tinha virado tradição ficarem acertando garrafas em cima das cercas, para ele aquilo era fácil, afinal quando seu pai não estava na cidade ele treinava sozinho, assim conseguindo usar duas armas ao mesmo tempo. Haviam 3 pistolas na frente do rapaz, os alvos começaram a subir, ele ia atirando em um por um acertando todos quase exatamente no meio das marcas, as balas acabavam e ele recarregava a mesma arma, até que os alvos começaram a aparecerem mais rápidos e em uma quantidade maior ao mesmo tempo, antes eram dois que subiam por vez, agora eram 4, ele então olhou para outra pistola e sorriu: -Pai, quero te mostrar uma coisa! Cameron começou a atirar com as duas, primeiro com a esquerda, depois com a direita, a velocidade com que ele atirava, era o que surpreendeu o seu pai, ficou um bom tempo atirando até que acabou seu tempo na sala de treinamento, ambos ficaram surpresos, o rapaz havia acertado todos, já o seu pai, havia deixado dois pra trás, antes que pudessem ir tomar uma cerveja para comemorar como sempre faziam após um treino, Josh recebeu um telefonema, era seu superior dizendo que ele precisava ir urgente para Nova Iorque.
O pai do rapaz desligou o telefone e se virou para ele começando a explicar sobre o telefone, um vírus havia começado a se espalhar por todo o pais, se não por todo mundo, e eles estavam reunindo todos do exército, e como Cameron era da policia local ele teria de ficar na cidade, porém seu pai deixaria todas as armas e munições na casa deles, ficavam todas no porão. Antes de partir Josh teria que pegar seus documentos, aproveitou e levou o rapaz com ele até a residencia deles, que não ficava muito longe da base do exército e suas salas de treino.
Seu pai chegou as pressas e foi direto para o quarto pegar as papeladas, enquanto o rapaz ficou na sala a espera para leva-lo até o aeroporto quando recebeu uma ligação do seu namorado, o que para ele era estranho, já que estava visitando sua mãe em Nova Iorque: -Boa tarde amor! O que houve? Damon, namorado do rapaz, estava chorando, e parecia desesperado: -Estou voltando para ai, você me buscar? Eu chego em uns 10 minutos, não posso falar, estou no avião. A ligação caiu, Cameron ficou sem saber como reagir, e correu para o quarto do pai que já estava com a mala pronto, deixava essa mala sempre arrumada, para casos de emergência como esse, ele olhou para Josh sem expressão alguma no rosto: -Pai, Damon esta voltando... Ele estava desesperado... a mãe dele estava doente... Será que é pelo motivo que o senhor esta indo? Seu pai ficou pensando por alguns segundos, e encarou seu filho e apenas disse: -Filho, aconteça o que acontecer, não hesite ao saber sobre esse vírus, ok?

[...]


Após Josh subir no avião, Cameron avista Damon vindo em sua direção com a sua mala, eles se abraçaram e trocaram um selinho, o rapaz tentou conversar com o seu namorado, porém ele permaneceu quieto, foram então até a fazenda da família Ayden, afinal Damon estava morando lá por ter se mudado da Nova Iorque e Josh ser amigo de seu pai, ao chegarem lá entraram e foram para o quarto, Cameron não queria forçar ele a contar, pois sabia que com a hora certa ele iria se abrir, sempre foi assim entre o dois. Passava um noticiário na televisão, era um alerta sobre o virús que estava se espalhando, e também sobre as milhares mortes que ele estava causando. Damon começou a chorar, da mesma maneira de quando havia ligado para o rapaz, ele mostrou o seu ombro, tinha uma mordida nele: -Me desculpa... Minha mãe contraiu esse vírus, eu não sabia o que era, ela começou a ficar nervosa, chegou um ponto em que ela não falava mais comigo, e quando fui tentar ajudar ela, ela me mordeu, na tentativa me livrar dela, ela acabou caindo da janela do oitavo andar... Cameron o olhou atônito, de fato não sabia o que ia fazer, seu pai o mandou não hesitar ao saber daquilo, o vírus podia se espalhar, até mesmo o contaminar, até que ouviu ao fundo a voz de Damon -Me mate... Assim você fica a salvo... E a nossa cidade também... O rapaz ficou indignado com aquela sugestão: -Eu não posso fazer isso... Não com você! Damon sorriu para ele e se aproximou, o abraçou como se o mundo estivesse acabando, o que de fato para ele estava, Cameron entendeu o recado, e pegou a arma de sua cintura, mesmo estando de folga do serviço policial ele nunca se separava de sua arma, colocou ela na barriga de seu namorado, e começou a chorar: -Me Desculpa... Damon apenas sorriu e o beijou, o som do tiro foi abafado por ter sido a queima roupa, o corpo sem vida então caiu no chão. Cameron se sentou na cama ainda chorando, sua mão estava ensanguentada: -Ele foi o primeiro de muitos... Que porra de mundo é esse?
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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Alec Fronchwinsk Löhnhoff em Dom Nov 08, 2015 12:27 am


ponto de partida
flash inicial da vida de uma estrela perdida

❖ Nome do Personagem
Alec Fronchwiansk Löhnhoff


❖ Características Físicas

No geral, Alec tem uma beleza comum. Possui 60 quilos destruídos em 1,70 metros de altura, com seus músculos magros indicando uma frequência baixa de atividades físicas, o que não quer dizer que ele seja necessariamente despreparado ou fraco. Seu cabelo já não mais conservava o corte pré-apocalíptico, rente nas laterais e maior em cima, mas sim era cortado improvisadamente pelo próprio garoto, que o fazia de maneira que ficasse aceitável. Tem olhos mesclados num tom de castanho e mel, dando uma tonalidade mais clara e quase única, variante do âmbar, e isso junto de seu rosto quadrado e lábios em destaque, num tom comum de boca, deixam-no consideravelmente belo. Ainda considera-se esteticamente harmônico.


❖ Características Psicológicas

Alec é, decididamente, frágil. É do tipo que se magoa por muito pouco, que não gosta de ver violência e que chora fácil, talvez por isso sempre tenha sido o alvo de zoação da turma. Talvez agravando isso havia o fato de que era gay - ainda que não fosse explícito isso, todos sabiam. Mas, para a sua surpresa, a "bichinha" sobrevivera ao apocalipse, coisa que não pode ser dita sobre aqueles que zombavam dele. Apesar de tudo, é alguém aplicado, que sempre tenta usar as suas habilidades para o melhor, da melhor maneira possível; especialista em arco, ágil, furtivo e um belo observador, também por ter um pai que fora investigador de polícia.


❖ História do Personagem

A balbúrdia causada por Claus enlouquecera Alec logo nos primeiros minutos da manhã. Gritarias, risadas, correrias e tudo o que se tinha direito; e era assim que o competidor profissional de tiro com arco acordava na manhã de sua primeira competição oficial.

Berrara algumas vezes para que seu irmão ficasse quieto, em vão. Muito pelo contrário, Claus fora até a cama de seu irmão, pular sobre ela pedindo para que ele acordasse. Afinal, era o dia em que iriam para Nova York, seria inesquecível!

Rendido, Löhnhoff deixou a sua cama, mais do que aborrecido. Entrou no seu banheiro, bateu a porta e preparou-se: nada, absolutamente nada, iria estragar o seu dia. Nem mesmo o fato de acordar cedo. Nem mesmo o fato de que acordou com um barulho infernal. Nem mesmo o fato de ter certeza que havia xingamentos gratuitos em seu Facebook. Nem nada, absolutamente nada.

Foi com esse pensamento que ele desceu pelas escadas com suas bagagens, indo em direção ao carro da família, uma SUV preta. Em exatas oito horas, estaria em Nova York, preparando-se para participar e quiçá ganhar a competição de tiro com arco que ele tanto esperava.

Digo, ele nem mesmo era bom em muitas coisas. Cozinhar? Pouco. Defender-se de valentões? Não. Namorar? Puff. Mas se tinha uma coisa em que ele era bom, essa coisa era tiro com arco. E ele fazia disso a motivação da merda que era a sua vida.

— Mãe, pai, vamos logo — chamou o adolescente, ainda do lado de fora. Sabia que ainda tomavam café, mas não estava com fome. Mesmo antes de competições não-oficiais, ele mantinha-se sem o menor apetite - e numa ocasião como aquela, não poderia ser muito diferente.

Quando seus familiares estavam devidamente prontos, começaram o grande caminho até o seu destino final: Bart e Nora nos bancos da frente, Alec e Claus nos de trás, todos animados como se aquela fosse a viagem de suas vidas.

Mal sabiam que era a viagem das suas mortes.

{...}


O choque ante aquela visão ainda não parecera deixar de habitar em Löhnhoff. Ao chegarem de carro à Ponte do Brooklyn, depararam-se com um engarrafamento anormal que arrastava-se por ela. É claro que Alec aborrecera-se. Mas, momentos depois, queria mesmo que tivesse sido somente o engarrafamento.

De uma hora para outra, uma mulher ensanguentada apareceu à janela do motorista e espatifou o vidro sem muita dificuldade, matando o pai de Alec em questão de segundos. Sua mãe, tola, cometeu o erro de sair do carro e tentar tirar seus dois filhos dos bancos traseiros, mas um homem gordo, também ensanguentado e fedendo a podridão, atacou-a vorazmente.

Alec não fez muito mais do que abrir a porta, pegar Claus e sair dali, contando com um pingo de sorte que a ele não era característica. Não sabia o que diabos estava acontecendo, mas mais tarde veio a entender tudo, como se os filmes de apocalipse zumbi terrivelmente tivessem virado verdade.

Os errantes que encontraram pelo caminho foram chutados, empurrados, ou mesmo apenas esquivados pelos irmãos Löhnhoff, enquanto eles corriam ruas a fora. Alec praguejou por não ter pego o seu arco, e já era tarde de mais para voltar; se o fizessem, correriam o risco de acabarem como seus pais.

— Maninho, o que tá acontecendo? Quem eram aqueles caras maus? O que eles fizeram com o papai e a mamãe? — perguntava incansavelmente Claus Löhnhoff, ávido por explicações. Alec, infelizmente, não tinha condições mentais de respondê-lo.

Os garotos entraram na primeira casa que encontraram vazia, esconderam-se num dos quartos do primeiro andar e respiraram. Era a hora de entender o que estava acontecendo.


Observações:
A ficha ficou uma bosta? A ficha ficou uma bosta. Mas queria algo pequeno, só pra introduzir mesmo a trama já situando o personagem. É isso. sz

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Alec Fronchwinsk Löhnhoff
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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Herkko P. Niklas-Salminen em Dom Nov 08, 2015 1:15 am

Ficha de Sobrevivente

❖ Nome do Personagem:

Herkko Pollanen Niklas-Salminen


❖ Características Físicas:

Dono de um porte físico não muito atrativo, Herkko nunca foi um frequentador assíduo de academias, fazia apenas o necessário para ser normal, ou talvez um pouco acima disso. Seus cabelos castanhos cresciam com velocidade extraordinária, o que fazia com que o finlandês frequentasse o cabeleireiro em curtos períodos. Já seus olhos, sim, eram um destaque. Herkko os considerava suas maiores preciosidades. Sua tonalidade de pele demonstra sua fixação por ficar em casa. Tinha estatura média, encaixando-se perfeitamente com sua idade.


❖ Características Psicológicas:

Portador de uma personalidade fria, porém calma, Herkko não se deixa levar pelas emoções mais. Antes de tudo isso, mostrava-se uma pessoa forte, mas em momentos de criticidade alta, o medo estava escancarado. Sempre age pelo modo racional, pensando duas vezes antes de agir… ou três. Ou mais. Sempre paciente, não confia em ninguém, até mesmo antes do mundo caótico. Agora, menos ainda. O jovem, nesse novo ambiente, adaptou-se perfeitamente. A frieza de sua adolescência finalmente seria utilizada para alguma coisa. Nunca simpatizou com grupos de pessoas, sempre preferiu fazer tudo sozinho. A desconfiança predominante em seu semblante manteve o garoto vivo por muito tempo.


❖ História do Personagem:

Abandonai a esperança, vós que entrais. Abandonai a esperança, vós que entrais. O céu mantinha-se nublado; as nuvens ameçavam, mas a chuva não chegava em momento algum. O clima estava agradável, uma brisa bagunçava o cabelo de Herkko, que caminhava sem direção definida pelas ruas de sua cidade. Seus olhos não se importavam com o que vinha a sua frente, apenas observava a sequência padronizada das divisórias do piso. Prosseguia caminhando por mais um período, até sentir o celular em seu bolso vibrar. Tirou-o do bolso e o fitou por alguns segundos, até perceber que sua mãe estava ligando para o garoto. Ignorou o toque e repôs o aparelho no bolso. Passando mais alguns minutos, sua mãe novamente parara para incomodá-lo. Mandara uma mensagem pedindo para que o garoto voltasse para casa urgentemente. ''Foda-se'', pensou Herkko. Apenas colocou o telefone no bolso e voltou a caminhar sem rumo.

[…]

Virou mais uma esquina. Entretanto, não fora mais uma esquina qualquer. Esta curva o fizera tombar devido ao susto. Um cheiro putrefato bloqueara qualquer instinto imeditado que Herkko poderia ter. Um odor de morte tomou conta de todos os sentidos do garoto. Até conseguir se nortear novamente, foram precisos alguns longos e pesados segundos. Ao se levantar, enxergou algo que seus olhos simplesmente não acreditavam: um corpo de carne exposta, e algum tipo de canibal puxava as vísceras do cadáver sem piedade, levando-as para sua boca e devorando-as sem hesitação alguma. Caminhou de costas silenciosamente para voltar aonde estava, mas tropeçou em seus próprios pés e caiu no chão mais uma vez, porém, fazendo um som mais alto, suficiente para despertar a atenção da criatura, que virara seu rosto, seguindo seu instinto.

Seu rosto era desfigurado, o sangue das vísceras do morto na rua cobria toda a região externa de sua boca e mais um pouco. Seu gemido era incomum e irritante. Os passos, descoordenados, diminuíam a distância entre Herkko e a criatura aos poucos. Suas memórias recorreram ao tudo que já vira na vida, apenas conseguiu recordar de alguns filmes de terror que assistira quando menor. A tal criatura aparentava ser um… zumbi. O mundo parecia girar, o garoto ficou tonto, mais uma vez nocauteado pelo mal-estar e pela sensação aterrorizante que parecia vivenciar.

Enxergava apenas vultos em todos os cantos que olhava. Sua respiração estava ofegante e pesada. Não conseguia controlar seu próprio equilíbrio e sua memória não lembrava-se de muita coisa. Apenas que havia a porra de um zumbi na frente. Acreditava que seria apenas algum tipo de pegadinha, mas a avaliar pelo contexto da situação, era real. Real demais. Sua visão voltava lentamente, e com ela, suas memórias. Estava encostado na esquina. Um homem olhava-o fixa e concentradamente, com uma khopesh, famosa arma egípcia, coberta de sangue. Herkko olhou para a direita e viu o zumbi que o atacara em algum momento parado, deitado no asfalto do pôr-do-Sol. Provavelmente morto.

– Você está bem? – perguntou o homem, estático em sua frente.

– Vai se foder. – respondeu Herkko, levantando-se a força. Sua perna doía, mas não era uma razão para permanecer ali. Geralmente, um homem estranho parado em sua frente não demonstra muita confiança.

E andou. Mas não descuidado. Agora a seleção natural entraria em ação no mundo humano. E Herkko simplesmente não poderia deixar com que a Mãe Natureza agisse sobre a vida dele.

Perícias:
Perícia em armas grandes e laminadas de curta distância;
Perícia em armas de fogo medianas: armas maiores e com um impacto maior que cause mais estrago;
Perícia em armas pequenas e laminadas de curta distância;
Perícia em armas medianas e laminadas de curta distância

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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Trevor Hills em Dom Nov 08, 2015 11:00 am


Avaliação

Donna Marie Pinciotti


Sobre sua história: perfeita. Você escreve maravilhosamente, os detalhes tornam a leitura fluente conforme a gente se aprofunda na história. Sua escrita é impecável, embora eu tenha detectado erros. Como esses erros de digitação rápida não foram nem apenas um e nem dois (você pode conferir revisando sua história), retirei apenas alguns pontos em ortografia. Mas se não fosse por isso, eu te daria nota máxima - porque, com certeza, você mereceu. Parabéns!

— Coerência: 50/50
— Coesão, Estrutura e Fluidez: 25/25
— Ortografia e Organização: 9/10
— Objetividade e Adequação: 15/15

— Recompensa total: 99 exp + 3 perícias + kit 2.
— Descontos: Nenhum.

OBS: Como não colocou as perícias em spoiler, as opções de escolha vão constar em sua ficha para que sejam requisitadas depois.

Cameron Ayden


Muito bem, Cameron. Sua ficha foi razoável e curta. A história está boa e criativa, o que já te garante a nota máxima em coerência - o que pesou foi a questão da gramática e fluidez. Basicamente, você comete vários erros de pontuação que podem ser evitados quando você resolve ler o texto em voz alta. Isso também acontece com erros de digitação rápida, que você poderia ter facilmente evitado com uma revisão básica. Eu vou, portanto, chamar atenção na questão de deixar o texto corrido.

Muitas das partes, em sua narração, você prolongou o parágrafo usando várias vírgulas no lugar onde poderia ter colocado um ponto. Isso, se você ler em voz alta, irá praticamente ACABAR com seu fôlego. Porque a pontuação é importante para a gente entender como devemos ler e oralizar seu texto. Ele ficou corrido, portanto, porque você se prolongou demais nisso e nas ações em vez de emoções. Falta momentos em que, ao matar o namorado, Cameron deveria ter entrado em desespero - chorado. Sentido-se mal. Faltou transferir emoção pro leitor com mais descrições, entende?

Já no resto, está lindo. A ideia da sua história foi perfeita, emocionante, e sei que tem mais por vir. Então, peço que continue assim, mas que esforce-se para revisar seus textos antes de postar!

— Coerência: 50/50
— Coesão, Estrutura e Fluidez: 10/25
— Ortografia e Organização: 5/10
— Objetividade e Adequação: 15/15

— Recompensa total: 80 exp + 3 perícias + kit 1.
— Descontos: Nenhum.

OBS: Como não colocou as perícias em spoiler, as opções de escolha vão constar em sua ficha para que sejam requisitadas depois.

Alec Löhnhoff


Nada a declarar. Sua ficha está impecável, apesar de curta. Uma bosta? Uma ova. Você narra bem, e fez o favor de fazer o necessário para conseguir a recompensa máxima. Simplesmente perfeito! Parabéns.

— Coerência: 50/50
— Coesão, Estrutura e Fluidez: 25/25
— Ortografia e Organização: 10/10
— Objetividade e Adequação: 15/15

— Recompensa total: 100 exp + perícias requisitadas + kit 2.
— Descontos: Nenhum.

Herkko P. Niklas-Salminen


Tá, eu ri do "vai se foder". IUAHEUIAEHIUAEH'

Sua ficha foi, tipo, perfeita. Não precisou de fazer uma narração enorme nem se estender em mostrar sua história. O que mais me cativou foi o personagem em si. A história, misturando-se às descrições física e psicológica, me fizeram imaginar perfeitamente a cena em que ele foi salvo pelo estranho e depois simplesmente seguiu a vida, como se fosse algo que acontece todos os dias. "Me salvou? foda-se, tô indo embora". E foi isso que me fez rir. xD

Bem, nem preciso dizer mais nada, né? Só... Continue assim, e meus parabéns.

— Coerência: 50/50
— Coesão, Estrutura e Fluidez: 25/25
— Ortografia e Organização: 10/10
— Objetividade e Adequação: 15/15

— Recompensa total: 100 exp + perícias requisitadas + kit 2.
— Descontos: Nenhum.
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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Noah B. Hastings em Dom Nov 08, 2015 11:31 am






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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Jack V. Petrov em Dom Nov 08, 2015 11:43 am


Ficha de Sobrevivente

❖ Nome do Personagem:

Jack Volk Petrov


❖ Características Físicas:

Com 1,90 m de altura e músculos definidos sobre a pele marcada por cicatrizes que trazem para sempre dramas do passado, Jack tem o porte físico padrão de um ex-militar. A barba dá uma aparência mais velha, além da feição rígida e madura e marcas de expressão. Seus olhos são azuis e os cabelos num tom escuro do castanho, com o típico corte militar (curto).


❖ Características Psicológicas:

Geralmente sério, frio, indiferente. Típico lobo solitário, são poucos os que conquistam sua confiança e respeito; mas, quando isso ocorre, é extremamente leal e protetor. Petrov é movido por emoções fortes, geralmente usando o coração no lugar do cérebro e agindo antes de falar, se estressando com facilidade. Sente-se culpado pela morte da filha, e às vezes sofre flashbacks com memórias desta ou até dos conflitos no exército. Quando provocado e com muita raiva, mostra um lado impiedoso, bruto e cruel.


❖ História do Personagem:

- Não! - Foi a minha reação ao ver o que restara do corpo inerte de Natalia banhado em sangue.

Revirava os lençóis das camas, quebrava as mobílias daquele lugar, telefonava, chamava e procurava os serviçais do hotel; mas nada funcionava. Ninguém mais aparecia além daquelas coisas. E nada fazia a raiva, o medo e o choque passar.

Tudo havia começado quando tinha resolvido realizar o sonho da garota em seu aniversário de 6 anos: viajar para Orlando e conhecer o famoso parque da Disney World. Havia conseguido ser dispensado temporariamente do exército russo para finalmente dar seu presente, até que aquilo aconteceu.

Acordado no meio da madrugada pelos gritos da garota - que não se encontrava mais na sua cama -, a porta do quarto encontrava-se aberta. Chamava pela criança, mas não tinha resposta. Todo o hotel estava destruído, objetos e móveis quebrados pelo chão e marcas de sangue por toda parte. Meu coração acelerou instantaneamente, e os gritos infantis se cessaram. Correndo pelo corredor à procura da minha filha (com apenas uma faca de cozinha na mão), meus olhos captaram a cena mais macabra que um alguém poderia ver (assustando até mesmo um militar): uma criatura humanóide, que parecia um morto-vivo, com feridas abertas na pele e roupa aos trapos, devorava a pequena Natalia.

- Larga ela, filho da puta! - Berrei.

Assim que ouviu minha voz, o canibal largou a criança e me fitou. Pulei em cima dele, caindo ao lado do corpo morto e com pedaços em falta. O meu peito congelou ao olhar aquilo, mas o ódio corria nas minhas veias. A pulsação era extremamente rápida, meus músculos buscavam força na dor.

Rapidamente cravei a lâmina prateada no pescoço podre do inimigo, que se debatia para sair dali e tentava me atacar também; mas então girei a faca ao redor de onde encontrava-se cravada, levando-a até o outro lado.

Mas, antes que pudesse notar uma outra presença, senti no meu ombro as mãos ensanguetadas de mais uma criatura que parecia pronta para me morder. Como reflexo, tinha batido com o cabo da arma no seu rosto, conseguindo ganhar tempo e espaço. Ainda ajoelhado, segurei mais firme ainda a faca, como se minha vida dependesse daquilo - e de fato dependia. Um sentimento sádico tomou conta de mim. Então eu parti pra porrada.

- Você vai desejar ter ficado no inferno ao invés de voltar, seu resto de carne podre.

Assim que o homem se aproximou novamente, penetrei a lâmina na sua canela, dando uma cambalhota para trás em seguida. "É, ainda tô em forma", lembrei do tempo no serviço militar da Rússia. Ele caiu na minha frente, mas logo tentou me acertar um arranhão com suas unhas amarelas e quebradas. Me impulsionei novamente para trás, tocando as costas no chão e contra-atacando com um chute no seu queixo, fazendo-o cair mais uma vez. Depois, segurando a arma com ambas as mãos, enfiei-a entre suas pernas, na altura do ânus, subindo-a para a parte frontal. Tirei a faca dali e a soltei, subindo no adversário e distribuindo socos no seu rosto, que ficava cada vez mais deformado com os incontáveis jabs. A sede de vingança era insaciável.

O morto-vivo já não esboçava nenhum sinal de vida com um tempo, mas continuava descontando todos aqueles sentimentos ali, socando seu rosto imóvel e todo arrebentado. Quando parei, deitei ao lado de Natalia, com as mãos doloridas e vermelhas. Segurei as lágrimas ao ver aquele rosto angelical com marcas de sangue.

- Eu te amo, filha.





perícias:

- Perícia em armas pequenas e laminadas de curta distância
- Perícia em armas grandes e laminadas de curta distância
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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Tiffany Richardson em Dom Nov 08, 2015 3:23 pm



Ficha de Sobrevivente

❖ Nome do Personagem:

Tiffany Richardson


❖ Características Físicas:

Artificial. O nariz remodelado a partir de uma rinoplastia e intervenções cirúrgicas por quase toda a extensão do corpo. Tiffany é um ícone de beleza, apesar das alterações radicais em sua aparência. Os cabelos platinados alcançam uma extensão considerável, chegando próximos do busto e assumindo um contraste preciso com o tom bronzeado da pele. Os olhos azuis, por sua vez, assumem o ponto de enfoque além dos traços faciais ligeiramente angulares.

O corpo esbelto e em proporção perfeita com as curvas definidas e bem delineadas do quadril de Tiffany. De fato, sua compostura a afeiçoa como atraente aos olhares mais meticulosos e analistas; pode ser considerada um objeto de desejo massivo e lascivo. Os lábios naturalmente avermelhados estão quase sempre encurvados em um sorriso claramente forçado.



❖ Características Psicológicas:

Desde que passou a existir, Tiffany sempre teve o que bem entendeu no momento mais afortunado de suas ambições. Este fator a fez mimada numa escala exorbitante. Contraposto a sua índole que beira costumeiramente as crises de estrelismo, a loira não possui estabilidade nas faculdades mentais; é, de fato, maluca. Seu estado de insanidade é alarmante. Tiffany é atrapalhada e não possui aptidão ao raciocínio agilizado, o que a faz se perder da realidade em que se encontra inoportunamente e com grande rapidez. Apesar de tudo, seu complexo mental a fez autodidata. Sem explicação, a menina consegue se versar em várias competências

Ainda que ostente o título internacional de burra, seu quociente de inteligência é categoricamente elevado, suficiente para que seja considerada uma gênia incompreendida. A esperteza somada à personalidade persistente faz com que consiga aprender artes excêntricas em um curto período de tempo.



❖ História do Personagem:

Melhor nadadora; notável montadora de armadilhas; mais rápida em fazer nós; feitora do melhor laço de escalada; perita em sair de buracos; maior tempo dentro da água; melhor fogueira em cinco minutos; escaladora de pinheiros; mestra do improviso para sobrevivência; seletora de alimentos frutíferos; quase-ufóloga.

As condecorações e honrarias de Tiffany como uma escoteira são vastas. Embora sua paixão pelos acampamentos de verão seja absorta, seu amor pela atuação se equipara na mesma grandeza. A carreira de atriz da loira residente de Upper East Side decolou em poucos meses logo após a ascensão de seu filme-estreia em Hollywood. Tão rápido quanto cresceu, se estabeleceu no topo, conferindo uma fortuna quase bilionária à estrela juvenil.

Dentro destas condições, Tiffany ainda arrisca encarar a esgrima e o caratê. Porventura, obtém ótimas colocações dentro das categorias dos desportes em que se enquadra. Assim, pode-se definir Richardson como uma garota prodígio nascida para o estrelato e o sucesso. Não obstante, tão breve quanto sua carreira deslanchou, acabou desabando. Não foi o seu excesso de parafusos em ausência na cabeça e muito menos os seus ataques frenéticos de estrelismo que furtaram toda a sua fama. Foi o fim do mundo.

♥♥♥

Monte Mitchell, Apalaches. Carolina do Norte, EUA.
As barracas dentro do ambiente campestre estavam todas espalhadas pelo cume da montanha. A quantia métrica que as distanciavam uma da outra era grande e, enquanto todos ainda terminavam a montagem de seu respectivo abrigo noturno, Tiffany repousava no interior de seu saco de dormir protegida por lona especial sustentada por estacas de madeira.

— É sempre bom ser a melhor em tudo... — a loira desabafou baixo o suficiente para que ninguém conseguisse ouvir.

A barraca de Richardson estava fechada e as luzes da sua lanterna apagadas. Pela lona rosa, apenas as sombras dos outros campistas eram vislumbráveis. Quase dormindo, teve todo o seu foco em contar carneirinhos usurpado por um grito estridente de terror. O som agudo a fez ter dor nos dentes em prol da sensibilidade aguçada. Como uma boa escoteira, abriu o zíper que a isentava do camping nos Apalaches e abandonou o interior aconchegante do saco de dormir, procurando pela origem do sinal de socorro muito provavelmente feminino.

— O que foi isso, bando de bunda-moles? — a voz semelhante à um registro de apito de Tiffany irrompeu a gritaria que se instalou, restaurando o silêncio por um momento breve.

E não obteve uma resposta conclusiva. A arruaça retornou tão depressa quanto se manteve incongruente. O nariz cirurgicamente reduzido de Richardson ardia com um aroma putrefato semelhante à carniça invadindo todo o recinto, tornando-se mais forte e característico conforme a garota avançava os passos impávidos diante da multidão ao redor de um corpo estirado no gramado.

Atravessando os corpos trêmulos que formavam um círculo, conseguiu detectar uma silhueta mórbida e com a pele voltada à tez esverdeada. Enojada, trespassou os braços que a mantinham longe da figura caída no chão sem um dos braços. Erguendo o olhar para se assegurar do que veridicamente ocorria, ponderou uma demarcação com o formato de uma arcada dentária no tornozelo de uma companheira de escalada.

— Que maquiagem fajuta. Até as de Todo Mundo em Pânico são melhores, seu panaca. Vá embora! Estamos em uma excursão privada. Ou paga, ou se manda! — bradou, cutucando o rapaz alojado no chão com a ponta do pé descalço.

Tiffany ainda não conseguia associar tudo o que acontecia. Seu pavio curto foi o primeiro ponto em que se apoiou. Toda a gritaria e confusão a impediam de dormir em paz e precisava de boas oito horas de sono para não ter o rosto marcado por olheiras profundas.

O homem estirado nas gramíneas verdejantes não deu atenção ao que a loira coordenou. Suas unhas quebradiças direcionaram-se até o tornozelo da escoteira e o envolveram com brusquidão e pouca força. Com um puxão repentino e potente, Tiffany se livrou do agarramento. Com a eficácia do movimento severo, a munheca do desconhecido se desatou do restante de seu braço. Sem apresentar qualquer tipo de reação, a garota permaneceu imóvel, calada e com os olhos vidrados na repartição semimorta atrelada a sua perna.

— AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHH! — e até mesmo os pássaros promoveram saraivadas para fugir do berro de Richardson. A multidão próxima tampava os ouvidos com as palmas e, aos poucos, se juntava à gritaria. A confusão se instaurou no ambiente mais uma vez e, do mesmo local de onde o indivíduo caído no chão provavelmente saiu, murmúrios sedentos eram audíveis.

Tiffany agitou as pernas para se livrar da mão acoplada na região e com esforço conseguiu. Da maneira mais rápida que conseguiu, içou uma mochila e alcançou a faca de manteiga abandonada no meio da toalha de piquenique próxima da fogueira. Organizou vários gravetos em um chumaço amarrotado por uma parte da toalha e incinerou as pontas. Atuar em filmes de terror tem seu lado bom.

Olhando por cima do ombro antes de abandonar o cume do monte, conseguiu observar uma horda de mortos-vivos se aproximando. Ainda não distinguia com exatidão se tudo não se passava de uma farsa ou a simplória realidade catastrófica. Tudo o que sabia era que de um modo ou de outro, conseguiria sobreviver na montanha por alguns dias. A sua maior preocupação era, de fato, não ser devorada antes de encontrar um meio de se salvar. Durante os minutos que se passavam, sua boca permanecia num estado inerte e suas reações se resumiam à resmungos de desespero.

Embora ainda estivesse confusa, não esperou muito para saquear a própria barraca. Juntou a lona e o saco de dormir nas mãos improvisadamente e seguiu para fora da área do acampamento, abandonando a gritaria pavorosa para trás, a lâmina curta prensada no cós da calça de moletom rosa e os pés protegidos por uma pantufa de coelho — que vestiu após desmontar a barraca às pressas.

A última notícia que se teve da superestrela de Hollywood foi seu desaparecimento durante uma excursão privada. Depois do ocorrido na montanha, não se sabe de seu paradeiro.

Habilidades e Perícias::
— Perícia em luta corporal;
— Perícia em armas pequenas e laminadas de curta distância;
— Perícia de habilidade manual;
— Habilidade com armadilhas.
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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Cora Jones em Dom Nov 08, 2015 7:19 pm

Ficha de Sobrevivente

❖ Nome do Personagem:

Cora Jones.

❖ Características Físicas:

Cora possui uma beleza comum, assim ela prefere pensar, pois no estado atual do mundo, chamar atenção é a escolha mais estupida que alguém poderia fazer. Mede 1,68, e se acha muito alta para seu gosto, mais um pouco poderia tocar o próprio céu. Tem o cabelo longo e ondulado nas pontas, da cor castanho-claro; louros quando o sol atinge as mechas, e às vezes tem problemas de doma-lo pelas manhãs. A parte do corpo que mais gosta são seus olhos, azuis como gelo; além de ser sua cor favorita, é a única “beleza” que conseguiu puxar da sua mãe falecida. Possui um rosto fino e pele levemente roseada. Ah, sua marca registrada são seus lábios, um tanto “rechonchudos”, mais um motivo para não querer chamar atenção. Seu sorriso muitas vezes é de uma garota atrevida e amigável, mas mantem-se sempre misteriosa sobre o significado deles. É magra, entretanto tem porte físico de uma acrobata, devido suas aulas de ginasta, isto é, é flexível e habilidosa. Possui três sinais em formato de furinhos negros no pescoço até as costas.

❖ Características Psicológicas:

Cora é altruísta nos momentos certos e teimosa nos errados, e ela sabe que uma hora ou outra, isso irá trazer consequências em sua vida. Possui uma personalidade ativa e dedicada, constantemente foge da rotina e do tédio, por isso tendem a acha-la imprevisível e frívola. Prefere argumentar, achar todos os meios a quem se opõem as suas ideias ou ações, até mesmo usar o seu humor ácido (sarcasmo), antes de perder a cabeça e usar os próprios punho para manter a boca de alguém fechada. Relaciona-se muito bem com todos, mas ainda é muito reservada quando o assunto é sobre seus sentimentos, tornando difícil de se ter sua confiança; guardando todos seus segredos para si. Imagina as mais diversas situações, sejam ela boas ou ruins, e isto a leva a ser bastante precavida, desconfiada e, sigilosa; mede todos os seus passos, e também o de todos que estão a sua volta.

Divaga com extrema facilidade quando atiçam sua curiosidade, evitando o máximo possível “comentários” óbvios, porém, a partir do momento que tentam “feri-la” de alguma forma, não possui diplomacia na hora de dizer certas verdades (independente de quem seja), julgar ou criticar, costuma fazer isso à queima roupa. Nunca age com a intenção de impressionar, por isso só participa de conversas quando está embasada de sua observação e cuidadosa análise. Cora deixa transparecer somente o que ela quer que outras as pessoas vejam. Seu objetivo é sempre ficar mais forte tanto intelectualmente quando fisicamente, assim não necessitando que ninguém a proteja. E, é muito séria quando o assunto é sobre suas habilidades acrobáticos, defesa pessoal e aspectos estratégicos. Busca constantemente a perfeição e se aborrece quando as coisas não saem conforme o planejado. Ao superar um obstáculo, normalmente faz piada, o que a torna ainda mais indolente para as pessoas ao redor.

❖ História do Personagem:

Uma vez li em um livro que há muito, muito tempo, existia uma sociedade que afirmava que cada pessoa é nascida com uma certa quantidade de má sorte. Então, quando um infortúnio acontecia, eles se julgavam abençoados; pois, a partir daquele momento a vida deles só tendia a melhorar. É assombroso pensar dessa forma. Convenhamos, se essa cota de azar for limitada, logo, a de boa sorte também será. Ou pior, nunca saberíamos dizer quando essa onda de azar teria um fim. Ainda assim, o escritor do livro não os refutava, na verdade, parecia bem orgulhoso ao descreve-los como seres evoluídos, acreditando em cada palavra. Queria ter um terço do otimismo desse homem. Saber que mesmo algo de ruim possa acontecer agora, algo de bom virá em seguida.

Mas, a minha realidade é bem... diferente. Os problemas começaram no dia do meu aniversário de doze anos. A única coisa que uma criança pensa a respeito desse dia é apenas sobre seu bolo favorito — recheio de morango com cobertura de chocolate —, e os inesquecíveis presentes. No entanto, ao invés do bolo e presentes, o eu, de doze anos recebe na mesa de jantar a notícia da separação dos pais. Se você está tentando imaginar a situação, tenha em mente que foi como ver um precipício se abrir diante de seus pés, e ser jogada abruptamente para dentro da imensa escuridão sem fim. Foi um ano bem esclarecedor, pois seis meses depois, minha mãe falece.

Mamãe era enfermeira, — quase uma médica na época —, e estava trabalhando sem parar no hospital, tentando diminuir o fluxo de pacientes infectados por uma estranha doença. Mas, no fim, acabou sendo infectada. Lembro muito bem das últimas semanas. A TV estava sempre ligada, tagarelando como uma louca na sala, e papai ocupado demais para saber o estado emocional de sua única filha e da ex-esposa com um pé na cova. A cada dia ficava mais pálida e magra, deixando a cor azul de seus olhos mais evidentes, até que, a última convulsão acontece, e o último suspiro esvaece. Tentei esconder tudo o que sentia, porém, aquelas horríveis e sufocantes lágrimas de garotinha foram mais fortes. O mais estranho é que tive a sensação de que ela estava apenas dormindo, feições serenas, quase árticas. Amanhã tudo voltaria ao normal.

Passei a morar com meu pai — o homem que ficara de luto, porém, não demonstrava estar nem um pingo abalado. Como de costume, ele sequer dava notícias, e quando estava em casa, ficava enfurnado em seu escritório. Se aprendi alguma coisa com meu pai fora de que nunca devemos demonstrar fraqueza. Ele dizia que um predador deve levar em consideração se vai se machucar ao derrubar a presa, mesmo que saiba que vai ganhar. Como em xadrez. “Analise as probabilidades. Calcule os riscos”. Isso me ajudou a me desenvolver mais rápido e enfrentar a solidão e os obstáculos sem medo e hesitação.

Dois anos depois conheci a minha perua-madrasta e meu meio-irmão mais novo. Por coincidência, ele também tinha o mesmo problema familiar, pouca atenção dos pais. Iria ignora-lo, mas algo no olhar dele chamou minha atenção. Fragmentos e peças voltaram como um golpe. Medo. Solidão e ternura. Os olhos dele eram ainda mais atordoantes de perto. Eu o conhecia. Era como ver em seus olhos meu reflexo de alguns anos atrás. Decidi naquele instante que não o deixaria passar pelo o que eu passei; prometi que seria sua irmã mais velha, aquela que cuidaria e o salvaria não importando a situação.

[...]

Aos dezoito me preparava para enfim sair daquela maldita casa e ir à faculdade de jornalismo. Contudo, a vida é uma grande merda, sempre encontra um jeitinho de te derrubar. Um dia antes da minha viagem, resolvi passear com meu irmão. O plano era ir ao shopping comprar algumas roupas e depois comer. Na saída, vimos um grupo se aglomerando no meio da rua. Pensei que fosse algum tipo de protesto, pois essa era a nova tendência do ano. Tinha gente protestando até mesmo contra a violência dos dinossauros. Seja lá qual fosse o motivo, nada de bom se resultava deles. Agarrei meu irmão pelo braço, e logo que encontrei um espaço para escapar dali meu irmão curioso teve a brilhante ideia de correr na direção do turbilhão. Obviamente, eu o segui, e prometi que no segundo que eu o pegasse daria um belo de um cascudo nele, porém, quando nós nos aproximamos, pudemos ver uma cena que saíra de um filme de suspense.

Havia carros tanto da polícia quanto da ambulância ocupando a área. Vimos policiais gritarem de forma ameaçadora para um senhor de idade que usava camisola, caminhando lentamente na direção do policial mais jovem. O velho com a feição mórbida simplesmente os ignorou. O jovem policial voltou a bradar enlouquecidamente, e então, atirou no peito do homem. Por incrível que pareça, o velho não caiu e nem recuou, continuou a andar enquanto recebia mais disparos no peito e nas pernas. Os expectadores uivaram, uns saíram correndo notando o perigo e outros permaneceram, reclamando da ação dos policias. Apertei o ombro do meu irmão com as unhas, e o ouvir chiar de dor. Aquele homem não estava agindo de modo normal, na verdade, nada daquilo parecia ser real. Meu coração disparou e minha mente alertou, ou melhor, gritou para que saísse daquele lugar o mais rápido possível, porém fui lenta demais.

Quando o homem de camisa cravou os dentes no pescoço do jovem policial, todos tiveram aquele clique mental: “Que droga é essa?!” Como num reflexo natural, todos correram, gritando desesperadamente. Tentei sair da maré, puxando meu irmão junto do meu corpo, mas alguém me acertou na cabeça, me fazendo perder o equilíbrio. Meus olhos se desorientaram. O mundo se tingiu em tons monocromáticos por poucos segundos. No meio de tudo isso, o azul do céu sem nuvens, as fortes cores que saem dos televisores pendurados nos prédios e o vermelho…sinal vermelho, e…! O intenso contraste dessas cores queima o fundo da minha retina. Eu me pergunto o que estava prestes a fazer. O som sirenes e gritos perturbadores perfuravam meus tímpanos. O cheiro de ferro e sangue se misturava com o suor humano. Sem perceber, todos meus sentidos estimulam meu cérebro como um soco. E, quando menos espero, alguém toca meu ombro. Viro o rosto meio atrapalhada, pondo a mão sobre a cabeça. Vejo meu irmão me puxar para um canto.

Sei que ele estava dizendo alguma coisa. Tento ler os seus lábios... pedir ajuda a alguém... papai? A sensação de queda ainda era meio óbvia, e o furor do desespero pressionava meu corpo a cada segundo. Passou alguns instantes para que a sensação desaparecesse, mas só após a isso que fui notar que ele não estava mais ao meu lado. Desde aquele dia, nunca mais vi meu irmão. E minha maior angústia é de nunca ter conseguido cumprir a promessa que fiz a ele.

obs:
ficou meio blergh, mãs vai... q

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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Chris Hernandez Vega em Seg Nov 09, 2015 7:57 am



Ficha de Sobrevivente

❖ Nome do Personagem:

Christopher "Chris" Angello Hernandez Vega.


❖ Características Físicas:

Chris é um rapaz de corpo esbelto, atlético e definido que revela muito bem os traços de sua origem Latino-Hispânica. Seus olhos esverdeados claros e enigmáticos contrastam com o sorriso malicioso entre lábios carnudos, por vezes galanteador, os quais são uma das maiores armas do rapaz. A altura de 1,89m é seus 82 Kg se fazem bem distribuídos por debaixo da pele levemente bronzeada que este possui. Os cabelos castanhos geralmente estão desgrenhados naturalmente durante o cotidiano do jovem, que apenas os ordena quando a situação toma fins mais solenes e formais. Cultiva uma barba de respeito, um de seus atributos favoritos, com a qual tem um zelo especial, esforçando-se em trazer à tona uma aparência mais latina e como o mesmo afirma, mais Caliente.


❖ Características Psicológicas:

Muitos perderiam a lucidez ao tentar compreender o que se passa dentro da mente de Christopher, já que sua vida sempre passou por realidades totalmente distintas e diversas. Dessa forma, entre trancos e barrancos Chris teve de amadurecer mais rápido do que qualquer outra pessoa, assumindo não somente a responsabilidade por seus atos, mas também o próprio sustento financeiro e principalmente emocional. A vida noturna acrescentou malícia e lábia ao jovem sonhador da periferia de Los Angeles, porém também lhe trouxe mágoas que o perturbam até os dias atuais. Devido a isso, Chris se arrepende de muito e se orgulha de pouco. A partir do Apocalipse, o rapaz começou a comportar-se de forma extremamente fria com quaisquer pessoas que pudessem cruzar seu caminho. Apesar disto, ainda possui os resquícios da manipulação psicológica que tanto lhe auxiliou nos tempos mais difíceis na Noite. É um fato de que possui um raciocínio lógico admirável e que sua estabilidade emocional vem se tornando cada vez mais parecida com uma fortaleza impenetrável, porém, aspectos Vingativos revelam uma das piores fraquezas de Christopher: deixar com que a raiva tome conta de si, perdendo assim, quaisquer noções possíveis das consequências de seus atos.


❖ História do Personagem:

Nunca imaginei que um dia pudesse estar na situação na qual hoje me encontro, as mudanças em minha humilde existência foram tão repentinas que, quando acabei percebendo-as, era tarde demais. Los Angeles agora estava a milhares de quilômetros de distância, assim como meus pais, deixados com o pensamento de que seu único filho havia alçado voo para buscar novos horizontes e adquirir mais conhecimento dentro de uma Universidade. Até este ponto, ambos estavam corretos, porém havia segredos em meio a esse processo. Dessa forma, meus planos de sobrevivência em uma das maiores metrópoles americanas foram moldados fora de qualquer modelo considerado adequado ou aceitável dentro de qualquer estereótipo social. Necessidade ou Consequência? Eis a questão. Por mais que eu tentasse tirar isso de minha mente, sempre era lembrado de que manter meus estudos da graduação em Psicologia na NYU não era algo nem um pouco barato. Sem saída, sou conduzido a tomar atitudes cada vez mais desesperadoras. De Entregador de Pizza à Garçom em uma boate de Strip-Tease, La Casa, a necessidade e meus instintos me levaram ao humilde palco daquela pobre instalação de entretenimento noturno. Eu era um Striper.

A nudez que eu antes encarava como um de meus maiores temores, agora era meu ganha-pão. Por mais que eu executasse sessões consecutivas de Strip-Tease nas mais diversas fantasias, era difícil assimilar a ideia de que eu estava cometendo um Pecado a cada minuto, jogando os valores religiosos tão prezados por meus pais no lixo. Com o passar das madrugadas em ação fui tomando consciência de que aquele seria um segredo que não revelaria a qualquer alma existente na face da Terra. Apesar dos apesares, por mais que eu pudesse estar desonrando minha integridade, acabei tomando conhecimento de uma realidade que, mesmo alternativa, tornava-se cada vez mais comum a pessoas que buscam uma vida melhor nas Metrópoles. A sensação de culpa existente em mim diminuía levemente conforme acabava conhecendo pessoas, que como eu, desempenhavam tal trabalho por conta das necessidades financeiras a qual estão submetidas.

Com o passar dos meses dentro do La Casa, acabei sendo batizado com o nome artístico de Vega, dado pela então Proprietária do Estabelecimento, assim que esta me deu o cheque contendo o Salário daquele mês. Tudo parecia estar tomando seu devido rumo, porém o cerco se fecha novamente quando os estudos começam a se tornar mais intensivos, entrando em conflito com a jornada noturna de trabalho, que agora se estendia por quatro dias, incluindo os finais de semana. O que antes provocava calafrios e até mesmo certa excitação agora estava se tornando artificial, causando aparências a espectadores insaciáveis pelo coquetel de estimulantes que eu esforçava em ingerir atrás do palco antes de entrar em cena. Os remédios ingeridos diariamente foram apenas o estopim para que eu caminhasse por rumos tortuosos, deixando-me levar pela necessidade química: o comprimido antes do Show aliado as consecutivas aspirações de pó para aguentar a jornada de trabalho. Olhar para meu apartamento a cada fim de Noite me causava asco, toda a mobília existente foi adquirida com o dinheiro imundo dos espectadores que recheavam minha cueca a cada apresentação realizada.

Durante os poucos momentos vagos em minha rotina, passei a calcular a quantia de dinheiro que seria suficiente para que eu pudesse sobreviver em Nova York sem ter que me submeter a jornadas noturnas de nudez. Faltava pouco, e minha meta estaria cumprida assim que tivesse em mãos o cheque referente ao Salário daquele mês, que além de me trazer dinheiro, me devolveria a liberdade de todas as preocupações que me assolavam desde o momento em que subi no avião em Los Angeles para tentar a sorte em Nova York. Já havia avisado semanas atrás a minha Chefe de que estaria deixando o La Casa, e foi com grande pesar que esta me disse uma frase da qual jamais me esquecerei "Sempre que estiver em apuros, o La Casa estará de portas abertas para acolhê-lo Vega".

Já se passavam das três da madrugada. Era a reta final, a apresentação final e de despedida do adorável, voluptuoso e Caliente Vega. Aspiro um pouco de pó na narina direita a fim de retirar o aspecto sonolento da face. Olho-me no espelho por uma última vez, o Uniforme de Policial de fato estava num caimento agradável sobre meu corpo. Sou anunciado por entre aplausos, e assim aos poucos vou acostumando-me com a iluminação avermelhada presente no recinto. Um holofote aponta um poste para Poledance, enquanto outro me destacava. Tento ganhar tempo girando o cassetete por entre as mãos, caminhando incrédulo até o Poste, buscando minha Chefe por entre a platéia. Assim que nossos olhares se encontro, apenas percebo seus lábios moverem-se pronunciando apenas duas palavras "Caliente... Vega...".

Feeling Good, a canção que me consagrou dentro do La Casa, novamente ecoa pelo recinto. Conforme os primeiros versos da canção transmitiam um tom mais melancólico, meus passos em torno do poste tomavam um ritmo mais sutil, aumentando gradativamente a velocidade de acordo com o tom alcançado pelo vocalista. O som de trompetes ecoa pelo local, assim rasgo instintivamente a camiseta negra e justa que cobria meu peitoral, secando voluptuosamente o suor que se formava sobre meu corpo antes de lançar o tecido rasgado para uma parcela de espectadores, que se digladiava pelo prêmio. De imediato salto em direção ao poste, apoiando-me em ambos os braços, girando no eixo do poste mantendo as pernas a formar um "V" enquanto girava consecutivamente rumo ao solo, onde acabo abrindo um espacate lentamente. Do mesmo modo que desço ao solo, me elevo lentamente, girando mais algumas vezes, assim permanecendo de costas para quem me assistia, enquanto começo a mover meus quadris com volúpia no ritmo da música, variando entre movimentos circulares e de vaivém, alvoroçando a plateia. Este é o momento em que a música toma mais intensidade, algo que se reflete em minhas ações, dessa forma, invisto novamente no poste, escalando-o e projetando-me de cabeça para baixo, mantendo as pernas formando o "V" e mãos firmes sobre o poste, deixando-as escorrer pelo metal lentamente até que novamente me aproximo do solo.

E num Timing perfeito, viro-me novamente para a frente da plateia, puxando as laterais da calça negra da qual vestia-me num único impulso, abrindo o velcro que prendia a vestimenta, despindo-me um pouco mais diante de todos, restando apenas o par de Coturnos negros, o boné da Polícia e a última peça de roupa. Era o momento da coleta, com isso, aproveito-me da disposição de meus espectadores, permitindo-os depositar quantias distintas de dólares dentro de minha cueca, recheando-a. Aos poucos, o Grand Finale se aproximava, fazendo-me retornar imediatamente para a companhia do poste. Mais alguns giros e rebolados para tomar impulso, eu podia sentir a adrenalina e a tensão percorrer meus músculos enquanto pela última vez escalava o poste, desta vez seguindo até seu topo. Novamente posiciono-me de cabeça para baixo, mantendo as pernas abertas em formato "V". Porém havia preparado uma pequena surpresa, prendendo a cueca na haste do Poste, assim, conforme deixava minhas mãos escorrerem pelo objeto, minha última peça de roupa era de mim retirada, trazendo consigo uma leve chuva de dólares, que despencavam suavemente acima de minha cabeça. Aplausos como jamais havia recebido antes foram uma das últimas lembranças antes de deixar o Palco do La Casa.

Uma sensação de dever cumprido preencheu-me de imediato assim que pude vestir minhas próprias roupas. Minha Chefe já estava a minha espera nos Bastidores, com o Cheque em sua mão, evitamos dizer muita coisa, já que por mais que mantivéssemos laços de amizade, negócios eram negócios. Sem mais delongas, vou buscar meus pertences no banheiro. Como se encarar meu cansaço diante do espelho já não fosse suficiente, percebo algo de diferente em minha face. Da mesma narina da qual utilizei para aspirar hoje, percebo que começava a escorrer Sangue. O fluxo do líquido viscoso e avermelhado começa a tornar-se cada vez mais intenso, logo trazendo à tona de que havia passado dos limites. Agora minha visão estava turva, tudo girava a meu redor, olho para o chão em busca de estabilidade, porém logo a perco assim que vejo uma pequena poça de sangue começar a se formar sob meus pés. Tento resistir, tento controlar, mas sou incapaz, a visão antes turva, começa a escurecer até que perco a noção dos sentidos, juntamente com minha fraca consciência.


Os primeiros raios solares da manhã fazem-me despertar em um local onde não sabia onde era tampouco como havia parado ali. Percebo uma agulha em minha veia, que estava interligada a uma bolsa de soro. Estava no Hospital. Por sorte havia sido trazido para um local seguro. A última gota do soro estava prestes a cair assim que retirei com certo afinco a agulha de minha feia, arfando levemente pelo incômodo. Levanto-me com dificuldade, já que depois do ocorrido, ainda estava com uma dor de cabeça insuportável. Mas talvez isso seria apenas fruto de uma ressaca por conta das doses de Tequila que bebi na noite passada na Boate. Assim que percebo que ainda estava sem roupas, busco-as incansavelmente pelo quarto do Hospital, encontrando-as dentro do armário. O par de tênis ainda estava manchado de Sangue.

Enfim vestido, busco libertar-me de todo o cárcere hospitalar, porém deparo-me apenas com o vazio, corredores vazios, recepção vazia. Era como se estivesse em um edifício abandonado. Os sinais da falta de presença de quaisquer pessoas era de fato perceptível, o que me preocupava. Ainda assim, tudo poderia se dever simplesmente a algum tipo de greve. Deixo o Hospital de imediato, caminhando rumo ao La Casa para buscar meus pertences que provavelmente ficaram abandonados ali na noite anterior. Após andar por seis quadras, vejo um grupo de pessoas a tentar penetrar no local, pareciam alvoroçados. Porém, quando aproximo-me melhor, percebo que não eram pessoas comuns, pareciam Canibais, famintos. Minha aproximação foi o suficiente para que tais criaturas mudassem imediatamente seu foco, iniciando uma marcha contra mim. Por alguns instantes, fico estático, sem piscar, refletindo se não estava sofrendo algum efeito alucinógeno. Mas não, aquelas coisas eram reais, e foi em estado de choque que então relacionei os fatos, aqueles eram Zumbis, Mortos-Vivos errantes. Assim, como se estivesse vivendo um filme de terror, era hora de correr.

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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Cassie Hudsson em Seg Nov 09, 2015 2:47 pm

— Nome do Personagem: Cassandra Hudsson

— Características Físicas: Longos cabelos negros decaem pelos ombros da garota. A pele bronzeada, é caracterizada por uma maciez e brilho. Seus olhos reluzem em um castanho claro, destacados pelos cílios grandes e pontiagudos.  Um rosto arredondado, com suas maçãs rosadas e lábios vermelhos e carnudos. Embora seja baixa, Cassie não excede os 44kg’s, tendo uma estrutura corporal magra, porém forte. As curvas ajudam em uma aparência sedutora, mesmo que não tenha este pensamento, e a expressão é sempre de seriedade e frieza.

— Características Psicológicas: A personalidade de Cassie divide-se em duas partes: Anterior e Posterior ao apocalipse. Anteriormente, era conhecida por seu intelectual desigual aos outros, tendo a capacidade de formular, resolver e criar com maior velocidade, sem muito esforço. Geralmente era encontrada com um sorriso estampado ao rosto, além de jamais abandonar a gentileza e carinho por outras pessoas. Certamente extrovertida, não havia quem não risse com suas palavras bem calculadas, e o humor que nunca rebaixava-se. Não era lá uma das mais confiantes, e quase sempre encontrava um defeito em si própria. Após o apocalipse, aprendera a ser mais fria e rígida, não apenas consigo mesma. Embora ainda seja extremamente inteligente, e gentil, já não importa-se tanto quanto antes, preferindo não apegar-se. A ironia fora algo que seu amigo Danny lhe garantiu, e desde então, o sarcasmo é sua maior defesa. Ainda atribui um certo carinho, especialmente por crianças, tendo em base que deseja apenas ajudar a salvar a humanidade.

— História do Personagem (Mínimo 15 linhas) - Narre um pouco sobre seu personagem, onde estava e o que fez quando o apocalipse começou.
A grande e esbelta Califórnia. Incontáveis sorrisos e devaneios, terra da própria felicidade e do deus que abriga o mar. Aos olhos de quem nunca a conheceu, não cabe a sorte que ali reside. Aos olhos de quem ali viveu, a tristeza percorre entre as linhas.

Cassandra Hudsson, uma filha a quem se orgulhar, diriam seus pais Margareth e John. Uma irmã extremamente irritante, diria seu irmão mais velho, Logan, e uma irmã excepcional, diria seu irmão mais novo, Sebastian. Para sua namorada, Nathalia, era simplesmente uma flor que florescera no jardim errado, mas felizmente encontrara um brotinho a quem ser amada. Para ela, entretanto, era simplesmente uma garota, buscando seu sonho em alcançar grandes cargos dentro de um hospital, e salvar o máximo de vidas possíveis.

Tudo ocorria bem. Sua média permanecia entre os cinco colocados de Stanford, e o pequeno apartamento ao centro da Califórnia só a trazia amor e carinho. Alguns amigos na mão, e uma família que sempre estava disposta a ajudar.  Uma vida perfeita, era isto. Todos seus desejos e sonhos pareciam encaminhar-se em seus devidos caminhos.

Mas nem tudo é paz e flores brancas. Naquela tarde cinzenta, o hospital regional enchera-se de pacientes. Eram todos muito semelhantes, temendo algo que não compreendiam. Este algo estava matando seus parentes, amigos, vizinhos, que de certa forma, após algum tempo, pareciam voltar vida e os morder de forma bruta. Lá estavam então, enfileirados em cadeiras brancas, apertando os braços e pernas que sangravam sem justa causa — ao seu ver da época.

Como uma boa médica, ela tentou examinar um por um, escutando suas histórias e terríveis acidentes. Diziam que tiveram de matar todos que os ameaçaram, e primeiramente, ela os acusara de assassinos, ainda não entendendo o porque de todo escândalo. Mas entenderia, mesmo que levasse um tempo para isto.

Foi em seu caminho para casa que o caos estendeu por Califórnia. Nathalia a ligou, desesperada ao outro lado da linha. Não demorou para estarem juntas, carregando as malas para o carro o mais rápido possível. Até chegaram a voltar para antiga casa dos pais de Cassie, mas o que encontraram foram bestas, seres mortos que caminhavam sobre os solos dos vivos.

Os avanços tecnológicos, a capacidade mental de uma variedade de americanos fora capaz de as manter em segurança nos primeiros meses da catástrofes.  Nenhum amigo ou parente encontrara no Estado Novo, e a dúvida de seus irmãos pairava a todo momento. Haviam sobrevivo? Logan teria sido rápido o suficiente para buscar Sebastian? Esperava que sim.

Mas assim como a maioria dos grupos formados, o Estado Novo teve um fim, assim como a vida de Nathalia. Encontrara, felizmente, as proteções de Danny, e o olhar mal-humorado de seus olhos azuis, que sempre queixavam-se da hiperatividade de Cassie. Um comportamento que ao longo dos meses fora cedendo, tornando-se um casulo sólido.

Viajaram até Texas, tendo ao decorrer do caminho diversos outros parceiros e colegas, jovens que acabaram por se perder, ou simplesmente morreram nas mãos dos atuais donos do planeta, os tão temidos lurkers — um termo mais adiante criado por ela e seus amigos, referindo-se aos zumbis propriamente dito. Finalmente, na cidade, encontraram-se com Gwen, uma jovem estudante, que certamente perdera muito assim como eles. Gwen tornara-se melhor amiga de Cassie, e Danny morrera algumas semanas após.


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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Lily Vendramus Pylae em Seg Nov 09, 2015 2:53 pm

***
Ficha de Sobrevivente

♜  Nome do Personagem: Lily Vendramus Pylae

♜  Características Físicas: O seu corpo é magro e com belas curvas, uma barriga chapada e durinha e não existe uma única celulite em seu corpo. A pele é tão alva quanto a neve e macia como veludo, suas mãos sem calos ostentam unhas grandes e em forma de garras, e seu rosto é fino com maças do rosto tão pálidas quanto sua pele. O nariz empinado combina bem com sua personalidade, seu lábio inferior é maior que o de cima e lhe dá um aspecto de beicinho eterno. Os olhos são de um azul intenso e elétrico, que prende qualquer um. Seus lisos e rebeldes cabelos pretos azulado, variam entre o enorme até na bunda e o curto na medida do ombro.


♜  Características Psicológicas: Uma Pylae é sempre uma Pylae e Lily não poderia ser diferente, Lily é metida, arrogante e cheia de si. Se você é burro e diz coisas estúpidas o tempo todo, se você é covarde ou chora muito fácil e por qualquer coisa como uma criança mimada, ela automaticamente não gosta de você. E não ache que ela não faz por mal, ela sabe o que está fazendo e irá te atacar com palavras para te destruir. Lily é um tanto desligada em relação aos outros, então provavelmente se você começar a contar longas histórias para ela, ela irá te ignorar. Seguindo os genes dos pais, é uma alcoólatra. Tem um senso de humor peculiar que é divertido, ela se diverte com a dor alheia e cria piadas em momentos estranhos. Ela não liga para a morte ou para os que se foram, pra ela continua sempre a mesma coisa. Não tem pudor quanto ao seu corpo ou ao corpo dos outros, é tudo uma grande brincadeira sexual e ela costuma dar em cima de todas as meninas que cruzam seu caminho, se a garota for bonita e não tiver qualidades que ela despreza, lógico. Lily não costuma se apaixonar, mas quando isso acontecer sai de baixo, porque ela vira um furacão e uma mistura de ciúmes, superproteção e palavras amorosas tomam conta da garota. Lily é uma excelente aliada e uma ótima amiga, está sempre disposta a ajudar aqueles com quem cultiva amizades ou qualquer tipo de bons sentimentos.

♜  História do Personagem:

Mamãe? Papai?” Não, essas não foram as primeiras palavras que aprendi. Não que eu saiba exatamente quais foram, mas elas estariam mais para “sexo, drogas, bebidas, morte, dinheiro, festas, festas e mais festas”. Não fui criada para ser uma criança meiga, não fui criada para ser uma criança, na verdade eu não fui criada. Mas comecemos pelos primórdios não é mesmo?

Heroína, heroína, heroína... Sete letras que nomeiam um certo pozinho branco capaz de te fazer esquecer todos os seus problemas. Meu nome é Lily, eu nasci na Suíça, se é que isso importa agora. Escuto muitos dizerem que o apocalipse zumbi foi de longe a pior coisa que aconteceram em suas vidas mas eu encaro como um novo recomeço. Minha vida nunca foi lá essas coisas, quando eu tinha cinco anos me contaram que minha mãe morrera em um acidente e desde então todo santo ano meu pai, eu e minha irmã mais velha mudamos constantemente de cidade em cidade para que meu pai pudesse procurar uma forma de ser feliz. Forma esta que ele nunca achou.

Com dez anos soube que o acidente que minha mãe sofreu foi ocasionado por drogas. Isso mesmo, uma overdose. Lógico, isso explica muita coisa como, o motivo de ser como eu sou por exemplo. Obviamente existe algo de MUITO errado comigo. Aos quinze anos eu finalmente descobri quem foi minha mãe em vida e ela era uma completa louca sem juízo que engravidou cedo e estava perdida no mundo ao ponto de usar mil e uma drogas que eu não conseguiria citar uma a uma no momento e o pior, ela havia se suicidado e o pior, ela havia conseguido se matar só na quinta tentativa. Ela era aquelas loucas dissimuladas que subiam em pontes e ameaçavam pular, e que se jogava na frente de carros na espera que a morte  levassem. Mas ok, acho que eu já podia esperar que os espíritos, deuses, ou seja lá o que existe depois do sono eterno tivessem gostado do sabor da alma dos Pylae porque quando eu completei dezessete anos levaram meu pai de mim.

Era sexta a noite, a chuva fina caía sobre a cidade calma, quando em um dos raros momentos, eu e Jason, meu pai, fingíamos ter um elo mais forte do que as conversas "Eu pego mais garotas que meu próprio pai" ou "Não acredito que você pegou minha ex namorada, pai!". Estávamos nos divertindo até, o que era quase milagroso. Meu pai era um professor de química universitário, o que fazia com que fossemos de classe alta, e ele gostava de métodos de aprendizado “diferentes” e com isso quero dizer confeccionar metanfetamina em casa e virar várias garrafas de vodka durante a semana. Acho que herdei seus genes com a vodka, mas isso não vem ao caso. Então, ele estava doidão e brincava comigo, jogávamos vídeo-game como dois nerds fanáticos, fazíamos guerras de travesseiro, fazíamos concursos de quem gritava mais alto o quanto a vida era um porre e... Foi um dia bom. Foi ele chegou. Ele não era muito famoso ainda, mas já era tachado como perigoso, Tony era um traficante de drogas, meu pai costumava cozinhar metanfetamina para ele, mas quando papai decidiu sair desse ramo e cozinhar só para si próprio Tony ficou irado. Não demorou muito para que Tony e seus capangas assassinassem meu pai na minha frente. Eu tinha 17 anos. 17. Não foi muito legal, confesso, ainda mais porque aquele dia, aquele dia aparentemente normal, era meu aniversário. Tentei escapar. Claro não consegui, eu fui atingida e caí no chão, onde fui agredida por vários minutos e fraturei diversos ossos, bati o crânio e fiquei semi desmaiada, mas fiquei acordada o bastante para me ver ser molestada e para olhar pro lado e ver o corpo do meu pai no chão, ainda com os olhos abertos, tão mórbido que só de lembrar me causa arrepios. Passei um mês no hospital e chorei todas as noites revivendo a morte de meu pai, chorei todas as noites pensando ouvir sua voz dizer “Boa noite, Lilica.” pela última vez.

Com 17 anos e alguns meses, eu me mudei para Nova Iorque, onde minha irmã mais velha morava, mas não necessariamente morei com ela, passava o ano todo em um colégio interno em Londres e voltava para Nova Iorque nas férias, mas quando o colégio acabou eu e Sibele, minha irmã, nos divertíamos muito, e, segui os passos do meu pai estudando química em uma faculdade novaiorquina. A vida continuou, e eu sempre fui muito “popular”, todos me conheciam e todos me queriam por perto. Eu era a menina radical, aquela que não ligava pras consequências, afinal, como muitos já diziam  “Você vai contar pra quem? Pra sua mãe? Pro seu pai? Onde eles estão?”, então eu cansei.

Mas aí vem a pergunta. Lily você começou a contar essa história falando sobre heroína! O que tem haver? Bom meus caros, acontece que dois anos depois eu estava viciada em heroína. Faculdade? Estava trancada. Sibele? Bom havia falecido em um acidente de carro, mortes já não eram mais novidade. Eu estava sozinha, com muita grana em mãos, sem saber o que fazer... Então LÓGICO que minha vida desandou. Eu estava jogada em um canto de um banheiro de uma boate sobre efeito da heroína, estava apagada quando fui despertada por berros. Me levantei cambaleando e saí do banheiro preguiçosamente até que me deparei com um pessoas desesperadas correndo para fora da boate. Suspirei procurando o problema até que meus olhos arregalaram ao ver aquela cena, um homem alto e gordo estava comendo um garoto que conheci na faculdade, e o pior, o garoto ainda estava vivo. Levei a mão na bora horrorizada com a cena. Os gritos eram traumatizantes. Correr era impossível pois a droga ainda estava me deixando sonolenta, mas posso dizer que andei o mais rápido que pude para fora da boate tentando não surtar mas quando cheguei do lado de fora da boate haviam dezenas de pessoas como aquele homem devorador de garotos universitários.

Depois daquele dia tudo começou a ficar diferente. E se vocês acham que encarar o apocalipse foi muito mais difícil no começo, imagina pra mim que estava tendo uma crise de abstinência. A pergunta que eu me fazia sem parar era "Como eu vou conseguir sobreviver?" mas aconteceu. Estou aqui, condenada a lutar contra cadáveres que esqueceram de cair no chão e esperar Jesus levar e caçar e saquear casas atrás de comida, água... E o pior, sem drogas. Sem festas. Sem bebidas... E o mais importante: Sem prostitutas. É meus caros, não está fácil pra ninguém.
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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Jullia Greywood em Ter Nov 10, 2015 4:31 am

Ficha de Sobrevivente

❖ Nome do Personagem:

Jullia Greywood


❖ Características Físicas:

Jullia é uma bela jovem de 1,70 de altura pesando 60 quilos cravados, pele clara e levemente bronzeada, cabelos ruivos em tom acastanhado escuro que se estendem até abaixo de seus modestos seios, olhos claros de coloração azulada cristalina  fazem ótimo conjunto com seus lábios fartos e bem corados.


❖ Características Psicológicas:

Uma garota agitada e intensa define com precisão Jullia, uma pessoa que quando ri o faz com vontade e espontaneidade de forma a perder o ar e sentir dores em sua barriga, quando chora o faz de forma até dramática para que nada de ruim reste em seu interior emocional. Isso vale para sentimentos mais intensos também, no amor e no ódio sua intensidade são equivalentes  a fazendo amar a ponto de virar uma grande protetora ou protegida, mas ao odiar se torna o Yang  do equilíbrio natural. Jullia é uma pessoa extremamente leal à suas amizades e alguém que quer sempre o bem do próximo acima do seu próprio bem, porém não aceita ser usada ou pisada por quem quer que seja, sua personalidade amável é também de grande força e determinação fazendo ser direta ao que quer e lutar com todas as forças por isso.


❖ História do Personagem:

  - Puta que me parau!!! – Foi o que saiu em alto e bom tom quando ela perdia mais uma partida no vídeo game em uma reunião de “moças” naquela noite.

A noite estava divertida e completamente agitada onde a música era de fazer as janelas estremecerem e as bebidas faziam algumas das “damas” desmaiarem por todos os cantos da enorme casa de festas de uma das garotas, enquanto outros simplesmente faziam de cada peça um íntimo quarto de motel. Acabando a partida no vídeo game Jullia pega o seu celular para verificar se não havia nenhuma chamada perdida dos pais ou irmãos, inacreditavelmente Michelle ainda não havia ligado nenhuma vez e nem mesmo Cameron o irmão mais velho entre os três, Jullia tinha uma família muito protetora com ela já que era a irmã caçula de 16 anos, taxada como rebelde, valentona, inconsequente e outras coisas que não eram totalmente mentira por serem verdades incontestáveis. A família conhecia bem a personalidade da garota e por isso ela havia fugido da casa da mãe e irmã para ir passar uns tempos na casa do pai e do irmão mais velho na Califórnia, Jullia havia fugido por ter tido uma grave discussão com Michelle e inacreditavelmente a irmã mais velha acabou batendo na caçula, esta que por sua vez não admitia tais coisas acabou arrumando as malas e partindo para casa do pai em meio a madrugada de ano novo.

 Foram alguns dias de viagem o que requereu quase todas as economias que a jovem tinha feito para poder fazer sua primeira tatuagem, mas o sacrifício valeria a pena para ela já que não teria de ver mais a cara da irmã mais velha com a qual estava profundamente ressentida, ela não aceitava que a irmã que possuía o mesmo gosto por mulheres que ela tentasse intervir em sua vida amorosa com uma da amigas da irmã. Em sua mente via Michelle agora como uma hipócrita e falsa moralista, e por isso decidira ir para Califórnia pois seu irmão era seu porto seguro nesses momentos complicados na vida da jovem, sabia que ele a entenderia e daria bons conselhos, e ela não via a hora de poder sair pelas estradas com ele e aprender mais sobre as táticas policiais que ele sempre a ensinava quando estavam juntos. Enquanto Michelle nos feriados e finais de semana ficava junto dos pais sendo a “ filhinha exemplar” Jullia ia caminhar com o irmão e treinar ações táticas em meio aos bosques e estradas que haviam na fazenda da família.  Muitas vezes os “gêmeos siameses” ficavam dias fora fazendo jornadas de rastreamento, geolocalização que era saber onde estaria através do terreno, fauna e flora ao seu redor, o que era muito difícil para Jullia já que grande parte da sua vida havia estado na cidade e não no campo.

 Assim que chegou na fazenda do pai ela encontrara somente Cameron, papai havia partido à alguns dias para NY convocado pelo exército, segundo o irmão mais velho havia tido um surto epidêmico de uma nova doença e os militares tiveram de intervir. Era melhor para eles que ficassem sozinhos na casa já que Cameron era o irmão legal na história e não impunha limites na garota, ficaram juntos e se divertiram muito por uns dias até Jullia resolver ligar para umas amigas e marcaram dela ir para a cidade que ficava à alguns quilômetros da fazenda para ir à uma festa na casa de férias de Brena, somente garotas, isso bastou para a jovem.

 Já em meio a festa e achando estranho ninguém ter ligado ainda para ela a jovem tenta ligar para o irmão, o telefone dele sempre caía na caixa de mensagens e o da irmã sequer chamava, enquanto uma das garotas já embriagadas a tomava nos braços e mordiscava seu pescoço fazendo-a sentir alguns arrepios por todo corpo, Jullia apenas tentava imaginar o que poderia ter acontecido que ninguém havia dado por sua falta ou ligado para saber como estava, sua mãe em uma situação normal teria feito um escândalo na ONU por não saber onde a caçula dela estava agora.  A ruiva intrigada apenas dá breve e intenso beijo na outra garota sem nem ao menos a conhecer e junta suas coisas enquanto pedia um taxi pelo telefone, sem muita demora o veículo chega até a frente do chalé da família de Brena e segue para a fazenda da família de Jullia em alta velocidade.

 O taxista para o carro em frente a varanda da frente da casa de madeira, uma mansão em meio à natureza, feita de largos troncos de árvores, pilastras grossas para sustentar a vistosa e imponente varanda toda envernizada. A jovem com seus surrados tênis All Stars Converse pisa nos primeiros degraus da varanda e paga o motorista com um pouco do que lhe restou da viagem de NY até Califórnia, ela retirou os sapatos no batente da porta e entrou descalça na suntuosa sala de estar da casa, era uma legítima sala de troféus também, ela e o pai amavam caçar e a sala era repleta de cabeças de animais e troféus de competições da época de juventude do pai, do irmão  e agora dela também. Ela passou pela sala indo até a o lampião de querosene que seu pai tanto amava, o acendeu e o pegou caminhando pela sala indo em direção ao seu quarto em passos curtos e preguiçosos enquanto chamava pelo irmão achando estranho a casa completamente escura, ao chegar no quarto viu algo reluzir sobre a cama à luz da lamparina e ao chegar mais perto notou um pequeno bilhete em papel sulfite bem lisinho e com letras desenhadas, ela sabia que eram do irmão Cameron.

    “Jullia minha irmãzinha, precisei ir às pressas para Nova York devido à um chamado da Polícia de lá solicitando reforços  imediatamente, recomendo que não saia de casa por razão alguma e lacre todas as portas e janelas assim que vir este bilhete. Se decidir vir me encontrar sabe como me achar, lembre  de nossas caminhadas e vai saber onde estou e por favor, não venha me encontrar.”

  Logo corri e peguei minha mochila de viagem e calcei meus coturnos de fazer trilhas com Cameron, uma lanterna de led com 18 neons pequenos e peguei a estrada indo encontrar meu irmão, ele já sabia que eu não iria ficar em casa e por isso me deixou seu caminho para segui-lo onde quer que estivesse agora,  não demoraria para encontra-lo se eu seguisse seu ritmo como quando íamos caminhar nos bosques, ele me treinava para poder ser policial assim como ele por saber que esse era meu sonho. Acho que em certo aspecto eu e Michelle éramos parecidas até demais, Cameron era nosso modelo à ser seguido, corajoso, um pouco burro já que era forte, quem tem muitos músculos tem pouco cérebro e ele era a prova irrefutável disto, porém, era corajoso e um irmão atencioso e carinhoso, graças à ele eu conseguira caminhar até o amanhecer e chegar em uma pequena vila no interior da Geórgia. Estava cansada e vi umas pessoas andando ao longe como se estivessem doentes e machucadas, eu me aproximei e falei alto com uma delas:

 “ OOi, qual caminho sigo para ir até Nova York? Tem algum ponto de táxi ou  ônibus intermunicipal por aqui?”

Ouvi apenas uma espécie de murmúrio ou gemido, talvez a balada tivesse deixado o estômago daquela pessoa meio ruim, notei que de outros lugares mais pessoas surgiam ao longe, e mais, e mais, percebi que “ algo de errado, não estava certo” ali. As pessoas vinham até mim e quanto mais se aproximavam mais eu tinha clareza de que não eram mais pessoas comuns, pareciam ter se decomposto e estavam ensanguentadas com marcas terríveis de canibalismo.

“ Ai cacete me faltava essa! “

Com essa afirmação comecei a correr dali antes que aquelas coisas me alcançassem e transformassem em um bicho daqueles, por um segundo eu poderia jurar que estava em um filme de zumbis e eu era a sapatinha que iria tomar sabe-se bem aonde à qualquer momento,  para minha sorte as criaturas eram muito lentas e burras e com isso consegui uma fuga tranquila porém exaustiva, parei em meio à uma trilha e como um milagre divino notei duas árvores descascadas em forma de Y e X, era Cameron me mostrando o caminho por onde ele passara. Y era a distância média em que eu encontraria a próxima marca, como sempre combinávamos essa distância era de 2,5 km, o X seria a direção em que eu veria a marca, que era sempre a minha direita com uma margem de 10 metros de diferença da marca anterior.

Peguei uma folha de papel e uma caneta em minha mochila e vi na placa da saída da vila a quilometragem de 200 km até Geórgia, eu me senti tão desanimada nesse momento mas teria de seguir em frente, a próxima marca seria em 197,5 km até Geórgia, e nesse ritmo dois dias de viagem incessante com pequenas pausas com intuito de  arrear as calças para regar e fertilizar a paisagem agora morta se passaram, finalmente estava em Geórgia. Levei dois dias e finalmente encontrei Cameron em uma casa nada modesta sem aquelas coisas, a pilha de mortos estava em brasa no quintal da casa e ele tomando uma garrafa de Whisky e assando Marshmallows sobre a fogueira de zumbis, o abracei pelas costas como se fosse fazer carinho e tomei de suas mãos o espeto com marshmallows e o whisky dando um longo gole na bebida e por sequencia abocanhando quantos marshmallows minha boca conseguisse mastigar.

 Me sentei ao lado dele depois de comer e beber um pouco, estava me sentindo melhor e levemente embriagada e essa era a melhor sensação do mundo desde o que aconteceu, os dias se passaram rapidamente e provavelmente meses e mais meses correram como um carro de fórmula 1 sem o slow motion das câmeras especiais. Dentro deste tempo Cameron me ensinou a atirar como uma legítima sniper americana à serviço de seu país, ele iria na frente matar alguns zumbis enquanto eu ficava de longe dando cobertura para rele com um rifle da polícia que ele me havia dado e ensinado a usar com maestria.

 Lá estávamos nós, voltando para NY em meio à um apocalipse de mortos carnívoros como nos filmes de terror que passavam depois das novelas, a partir de um certo momento nos paramos em um posto avançado abandonado dos militares e o rádio mochila parcialmente quebrado começou a receber um chamado, Cameron atendeu e para nossa surpresa era papai pedindo ajuda e perguntando se ainda haviam militares sobreviventes. Cameron ao falar com ele escondeu o fato de estarmos juntos e disse que eu estava em segurança na fazenda, soube de papai que Michelle estava bem e iria encontrar Cameron no caminho, ela ficaria possessa de ódio ao saber que eu estava junto mas era algo inevitável, precisávamos ficar juntos os três e o papai para termos melhor chance de sobreviver. Os tempos se passaram e lá estava eu em NY, Cameron com seu espírito aventureiro ficou para trás com um namorado que fizera, logo viriam também para a cidade que um dia fora o exemplo do verdadeiro “ Sonho Americano”, no momento tudo o que eu via era “ os restos dos americanos” .

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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Nathan B. Dettwiller em Ter Nov 10, 2015 5:30 pm


ficha de sobrevivente
a morte é apenas o começo
❖ Nome do Personagem:

Nathan H. Skryller


❖ Características Físicas:

Nathan é um garoto comum. Cabelos castanhos, olhos da mesma cor em tons claros, um físico relativamente bom apesar de não aparentemente avantajado e um tamanho considerado ideal para sua idade.

❖ Características Psicológicas:

Nathan tem a noção de que é adotado e sempre teve grandes dúvidas referentes ao seu passado. Por muito tempo, buscou respostas, mas sem sucesso. Não era muito chegado aos seus pais adotivos, por mais que não desgostasse destes também. Seu comportamento muda dependendo do ambiente, sendo um ótimo ator, mas no fundo apenas busca sentir algo que nunca conseguiu sentir antes. Pode ser considerado um garoto frio e calmo, por mais que use uma máscara de aparente felicidade frente à outras pessoas.


❖ História do Personagem:

Passado? O passado já não importava mais. Antes, a busca por respostas era o que mais importava, mas já não havia motivos para lutar por isso. Tudo que ele poderia ter, tudo que ele já tinha estava deixando de existir. O mundo como ele conhecia deixava de fazer sentido de um minuto para o outro com o surgimento das criaturas. Para que as coisas façam um mínimo de sentido, é importante voltar ao começo e citar as partes importantes da história que justificam como a melhor noite da vida de um garoto de catorze anos passou a ser a pior de todas. Pode uma única noite ser as duas coisas ao mesmo tempo, afinal?

Tudo começou com um convite não tão inocente de um de seus amigos para uma pequena festa. Nathan acreditou por um momento que seria apenas mais uma noite de jogos e conversas idiotas como sempre era, mas as coisas iam muito além disso. Ao chegar na casa de seu melhor amigo, percebeu que quando havia recebido o convite para uma festa, o convite realmente falava de uma festa de verdade. Perguntou-se como os pais de seu amigo poderiam deixar acontecer algo do tipo, mas logo ficou claro que aquilo estava sendo feito por baixo dos panos. Todas as pessoas da festa eram jovens que não passavam dos quinze anos de idade, e mesmo assim, muitos deles bebiam sob a baixa luz ambiente que dominava o lugar. Por mais que situações do tipo não fizessem parte de sua rotina, Nathan acabou por se sentir tentado a ficar.

Andou pelos corredores da casa onde a promisquidade ia além do que se espera para uma festa daquelas. Mesmo não estando na sala principal, a música permanecia alta e se espalhava por toda a enorme casa de três andares. No quintal do fundo, onde ficava a piscina, a festa parecia ainda mais animada e, como esperado, não demorou até que um de seus amigos o avistasse e fizesse sua mente para que desse uns goles em uma bebida que não ousou nem sequer saber o nome. Com a pressão que o local exercia sobre ele, os primeiros goles foram dados e desceram queimando por sua garganta.

Em poucos minutos, Nathan fazia parte da festa. Dançava, ria, dava em cima de todas as garotas que passavam de nota oito em sua escala de beleza, conseguindo relacionar-se com algumas delas. A este ponto estava no estágio exato entre a sobriedade e a ausência de consciência. Estava ciente do que fazia, mas não se arrependia de nem um único segundo passado ali.

Cerca de uma hora se passou desde sua chegada ao local da festa e as coisas começavam a esquentar com uma das garotas que estavam por lá. O que começou com um simples beijo passou a abranger toques e em pouco tempo o casal avançava pelo corredor até o quarto dos pais se deu amigo. Lá dentro, a música era um pouco abafada, ainda que audível, e o que aconteceria ali era evidente.

— Realmente vamos fazer isso? — perguntou a garota envolvendo o pescoço do garoto em um abraço. Em resposta, Nathan voltou a beijá-la de maneira mais intensa antes de colocá-la sobre a cama, onde passariam um bom tempo. O tempo que antecedia o começo do fim do mundo.

Quando acabaram o que tinha que ser feito, voltaram a se beijar intensamente, rolando de um lado para o outro na cama. Aquilo teria se repetido se não fosse pelo grito. Mesmo com a música alta, o grito pôde ser ouvido, e foi seguido por mais e mais gritos que passavam a se extender pela festa inteira. Sem entender, Nathan decidiu parar o que estava fazendo e rapidamente colocou sua roupa antes de sair para o corredor e presenciar a cena.

Sangue. Esta é a palavra que define grande parte do que foi visto naquele corredor. As criaturas haviam invadido a festa atraídas pelo barulho e pela quantidade de humanos presentes ali. Muitos dos jovens haviam morrido, outros eram vítimas a cada segundo. Era claro que ele tinha que sair dali o mais rápido possível.

Avançando o mais rápido que conseguia, Nathan desviava e empurrava pessoas contra os zumbis a fim de não ser agarrado. Em poucos minutos estava fora da casa dos gritos, onde as mortes continuavam a acontecer em sequência. O fim do mundo havia começado, e apenas os fortes sobreviveriam.


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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Anthony P. Corwell em Qua Nov 11, 2015 12:42 pm


avaliação
a morte é apenas o começo
— Jack V. Petrov: Então, cara, eu particularmente gostei da sua narração. Ela não teve muitos erros, foi bem estruturada e até um tanto detalhista, mas não posso dizer que foi perfeita. Durante as batalhas, algo me chamou a atenção: você, com a sua faca de cozinha, conseguiu cortar os corpos dos zumbis sem que ela arrebentasse? Realmente, soou incoerente da sua parte; poderia ter usado outros métodos contra eles, mas não, escolheu esse sabe Deus por quê. Ainda assim, está de parabéns pelos demais pontos. É isso, sobrevivente, parabéns!

— Coerência: 35/50
— Coesão, Estrutura e Fluidez: 25/25
— Objetividade e Adequação: 15/15
— Ortografia e Organização: 10/10

— Recompensa total: 85 exp + 4 perícias (1 perícia inicial) + kit 2.
— Descontos: Nenhum.


— Tiffany Richardson: Eu poderia dizer muitas coisas sobre a sua ficha: incrível, maravilhosa, perfeita, divina, entre outros. Mas não direi nada disso. Por quê? Porque você sabe do potencial que tem, e sabe que ele não é pouco. De todas as fichas que já li, você foi a que mais conseguiu estruturar um personagem e mantê-lo durante toda a narrativa, além de realmente estruturá-lo. Todas as suas respostas foram incríveis, e a sua história, em especial, foi uma das poucas que eu consegui imaginar com perfeição, nos mínimos detalhes. Seu desempenho foi tamanho que antes de você dizer que havia montado a sua barraca antes de todo mundo, eu já havia entendido que isso tinha acontecido. Não vou me demorar mais aqui, meus parabéns, sobrevivente!

— Coerência: 50/50
— Coesão, Estrutura e Fluidez: 25/25
— Objetividade e Adequação: 15/15
— Ortografia e Organização: 10/10

— Recompensa total: 100 exp + 4 perícias (1 perícia inicial) + kit 2.
— Descontos: Nenhum.


— Cora Jones: Tudo bem que posso dizer que todas as histórias são tristes, mas a sua conseguiu se superar. Talvez por ser disfórica, não sei — a quebra de a todo momento achar que seu irmão estaria com você e, do nada, você perdê-lo me deixou certamente em choque. E numa narração, isso é bom. Gostei bastante das suas respostas, assim como da sua história, e os únicos erros que vi foram de vírgulas que atrapalharam a fluidez de seu post, mas nada que uma boa revisão e uma leitura em voz alta não resolva. Meus parabéns, sobrevivente!

— Coerência: 50/50
— Coesão, Estrutura e Fluidez: 20/25
— Objetividade e Adequação: 15/15
— Ortografia e Organização: 10/10

— Recompensa total: 95 exp + 3 perícias + kit 2.
— Descontos: Nenhum.


— Chris Hernandez Vega: "Diferente" define a sua ficha, para um lado bom. A sua história como stripper, usuário de drogas, que é marginalizado pela imposição da sociedade me soou tão real que eu não pude deixar de imaginar uma figura completa sua. Gostei bastante da sua narração e os poucos erros que vi foram quanto às letras maiúsculas — elas só são usadas em nomes próprios, como de lugares ou pessoas, nunca em nomes comuns como "salário" ou "timing", ok? Reveja essa questão. No mais, sobrevivente, meus parabéns!

— Coerência: 50/50
— Coesão, Estrutura e Fluidez: 25/25
— Objetividade e Adequação: 15/15
— Ortografia e Organização: 7/10

— Recompensa total: 97 exp + 3 perícias + kit 2.
— Descontos: Nenhum.

OBS.: Como não colocou as perícias em spoiler, serão adicionados três créditos de perícia em sua ficha.

Demais fichas livres para avaliação. Caso num período de 24 horas nenhum narrador venha a assumi-las, voltarei a avaliá-las. Grato.

atualizado!



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Última edição por Anthony P. Corwell em Qui Nov 12, 2015 1:47 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Brooke Weizsäcker em Qui Nov 12, 2015 9:45 am


ficha de sobrevivente
a morte é apenas o começo
❖ Nome do Personagem: Brooke Weizsäcker

❖ Características Físicas: Tem traços angelicais e a voz muito aveludada, e, assim, passa a imagem de boa moça. Justamente quem está pronta para enganar qualquer pessoa. Charmosa, a pele pouco bronzeada e olhos encantadoramente azuis elétricos. Tem um corpo atlético e emana um cheiro similar à maresia. Seus cabelos são naturalmente castanhos bem escuros, os fios quase sempre aparecem em ondulações bem definidas e suavemente ondulado. Prefere os manter livres sobre os ombros, mas também se é comum encontro-los preso em um coque. Caucasiana; dona de curvas sinuosas que chama exagerada atenção. Possui 1,67 cm, tendo um peso ideal a sua altura.

❖ Características Psicológicas: Moderada. Lógica. Perceptiva. Observadora. Ela, em boa parte do tempo, consegue ser equilibrada e calculista. Brooke não tem papas na língua, sendo bastante comunicativa e sincera com todos - ou sabendo como esconder uma verdade de forma sutil. Independente, no entanto apenas ser não é o suficiente, ela sente grande necessidade de exalar toda essa independência. Portadora oficial do poço de sarcasmo e ironia. Não tem medo de julgar, mas detesta ser julgada; também sabe muito bem guardar rancor. Porta como vício emocional a raiva, que é justificada com a auto-imagem virtuosa e atitude esforçada. Tem grandes dificuldades em demonstrar seus sentimentos, por vezes até passando a imagem de uma garota fria e insensível, todavia, apenas tem grande tendência a colocar a razão numa posição bem mais elevada que suas emoções.

❖ História do Personagem:

No solstício de inverno, exatamente no dia em que todos davam boas vindas ao período gélido, a menina nasceu. O dia friento e sem cor, que previam o interior daquela que era dada ao mundo naquele dia. Seus olhos, cinzentos quando criança, não deixavam passar que aquela ali, quando crescesse, ser tornaria um furacão, indominável. Seu nome? Brooke. Brilhante, fria, observadora. Tudo apontava de uma forma tão descarada a personalidade da mulher que até hoje ela se pergunta como pode todos a acharem indecifrável. Era tão simples, tão prático. Tão lógico.

Segunda filha de Bianca e Peter, tem uma irmã dois anos mais velha que ela, chamada Louise. Sempre residiram em New York, em um bairro de classe média. Bianca, sua mãe, veio do Texas, todavia Peter é natural de New York e ali toda sua família reside também; desta forma, Brooke sempre foi bastante próxima de seus parentes paternos.

Desde pequena foi criada em volta de livros sobre medicina e pedagógicos, seu pai era médico e sua mãe professora da universidade de New York, e pelo tanto de incetivo que recebia, sabia que eles queriam que ela seguisse um dos dois caminhos. Suas mãos agitadas e mente turbulenta já tirava toda a esperança da garota de seguir por tais caminhos, nunca pode negar que não nascera para educar, nem para cuidar de doentes. Gostava de desenhar, moldar, inventar. Prédios, carros, móveis, roupas, máquinas mirabolantes. Tudo que a cabeça de uma criança poderia pensar. E, além do mais, lhe faltava a virtude essencial para seguir a profissão dos pais: paciência.

Brooke sempre fora uma criança extremamente alegre, sorridente e interativa. Suas risadas eram contagiantes e melodiosas, seu espírito era puro e livre. Adorava dançar e patinar no gelo, assim como ler e escrever contos. Era bastante esperta, seus pais cultivavam isso desde quando ela era pequena.

Brooke sabia seu defeito fatal: pensar demais, pensar calculosamente, pensar e repensar, e no final se cansar de pensar e optar justamente pelo meio errado. Era assim que ela sempre perdia uma partida de xadrez. E ela temia que isso atrapalhasse sua escolha de profissão. Enquanto se preocupava com a escolha de qual curso faria e se desesperava achando que nenhuma universidade a aceitaria, ela se esquecia do que tanto gostava de fazer desde pequena. Sem falar que aquela pressão dos pais deixava a garota a flor da pele, e já que Louise seguiu a carreira da mãe, seu pai queria que Brooke seguisse a dele. "Seja médica." "Acho que lecionar seria uma boa para vocês." "Já pensou em cirurgiã?" "Já que gosta de matemática poderia lecionar cálculo"... Sua fase entre 13 e 16 anos foi muito mais enlouquecedor do que normalmente é com as outras crianças, embora Brooke nem seus pais saibam o motivo. Talvez porque cobrasse demais de si mesma, tanto no desempenho acadêmico quanto para se integrar a sociedade - algo importante no período da adolescência. Sim, ela também era uma jovem normal, ia a festas, saia escondidos, e por tantas vezes tentava livrar-se por alguns momentos de toda aquela pressão.

Então finalmente chegara a sua conclusão final sobre o que queria fazer. Por fim, Brooke não seguiu seu pai, nem sua mãe. Seguiu seu próprio caminho, começou a cursar a carreira que gostava, a engenharia. Brooke sempre fora bastante equilibrada em relação a diversão e aos estudos, sempre soube separar tudo extremamente bem, assim como fazia com seus sentimentos, ainda mais após tantas traições de amigos, mentiras e desilusões amorosas. Seu raciocínio lógico foi aprimorado com a área escolhida, passara a gostar de esporte e entrara para o time de vôlei do campus... De fato, o período universitário fora o melhor da sua vida, mas infelizmente não pode o concluir da forma que esperava. O caos havia se instalado em seu país, e pessoas doentes começaram a aparecer de forma extremamente preocupante.

Sua família conseguira ficar segura por um tempo, uns longos meses os quais ainda conseguiam usufruir de algum conforto, embora vivessem como fugitivos Seus pais tinham bastantes contatos, e sempre era informado para eles a respeito de lugares que ofereciam abrigos seguros daqueles mortos-vivos e eles se dirigiam para lá após um bom estudo sobre a área. E numa dessas mudanças o grupo fora atacado - eram em torno de dez pessoas, mais três famílias contando contando com a de Brooke -, os zumbis controlavam a situação e o grupo foi dizimado a três. O casal de filhos de uma das famílias e Brooke. Os outros sacrificaram tudo para que eles pudessem sair vivos de lá, e Brooke não desperdício o sacrifício. Fora o pior dia de sua vida, a lembrança o qual apunhalava seu peito de forma cruel. E ela sabia que tudo pioraria. Ela não tinha mais a proteção sagrada de seus pais, tinha que tomar suas próprias decisões naquela situação inédita. Ela e seus acompanhantes se tornaram nômades, usando todo o conhecimento que tinham para sobreviver, aprendendo, na prática, a como matara um ser humano danificado a sangue frio. E, realmente, tudo apenas pioraria...

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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Abigail Winters em Qui Nov 12, 2015 2:30 pm


avaliando
a morte é apenas o começo
Avaliadas por Anthony P. Corwell:

— Cassie Hudsson: A sua ficha não fugiu do esperando, Cassandra. Nem preciso dizer que o seu padrão de postagem não me impressionou nem um pouco ao manter-se, não é? Muito menos que as suas respostas foram perfeitas. Com essa sua história até que profunda, impecável, conseguiu mais uma vez a perfeição. Meus parabéns, sobrevivente!

— Coerência: 50/50
— Coesão, Estrutura e Fluidez: 25/25
— Objetividade e Adequação: 15/15
— Ortografia e Organização: 10/10

— Recompensa total: 100 exp + 4 perícias (1 perícia inicial) + kit 2.
— Descontos: Nenhum.


Avaliadas por Abigail Winters:

Lily Vendramus Pylae: Uau, cara, que ficha impecável. Eu simplesmente amei a história, as características, o envolvimento de todos os elementos da ficha durante a narrativa e principalmente seu desfecho. Você tem um bom domínio ortográfico e uma boa condução textual. Meus parabéns, sobrevivente.

— Coerência: 50/50
— Coesão, Estrutura e Fluidez: 25/25
— Objetividade e Adequação: 15/15
— Ortografia e Organização: 10/10

— Recompensa total: 100 exp + 4 perícias (1 perícia inicial) + kit 2.
— Descontos: Nenhum.

Julia Greywood: Olá, moça. Bem, gostei bastante da sua ficha. Os fatos se encaixaram muito bem, a personalidade da Julia ficou super interessante no meio de toda a situação proposta e você soube conduzir de maneira satisfatória a narração. Porém, algumas pedras no seu caminho atrapalharam a leitura. Tais como "parau" no começo do texto e vários problemas com vírgulas e acentuação em todo o desenvolvimento. Bem, devo parabenizar você por chegar até aqui :D

— Coerência: 50/50
— Coesão, Estrutura e Fluidez: 20/25
— Objetividade e Adequação: 13/15
— Ortografia e Organização: 5/10

— Recompensa total: 87 exp + 4 perícias (1 perícia inicial) + kit 2.
— Descontos: Nenhum.

Nathan H. Skryller: Oi, Nathan. Bom, sua ficha ficou simplesmente incrível. De verdade. Deu pra perceber que, apesar do tamanho, as informações ficaram bem condensadas e fáceis de entender. Porém, ao longo da narração, notei algumas falhas em pontuação, digitação e acentuação. Tome cuidado com isso em postagens futuras, ok? No mais, bem-vindo.

— Coerência: 50/50
— Coesão, Estrutura e Fluidez: 25/25
— Objetividade e Adequação: 15/15
— Ortografia e Organização: 6/10

— Recompensa total 96 exp + 4 perícias (1 perícia inicial) + kit 2.
— Descontos: Nenhum.

Brooke Weizsäcker: Minha cara, estou sem palavras. Sua ficha foi sensacional. A emoção praticamente passeou entre as linhas do texto e transpareceu em cada momento da trama. A personalidade, a humanidade e a fluidez foram impecáveis. A cada detalhe, mais uma surpresa. Não tenho mais nada a comentar que não sejam meus parabéns por essa ficha.

— Coerência: 50/50
— Coesão, Estrutura e Fluidez: 25/25
— Objetividade e Adequação: 15/15
— Ortografia e Organização: 10/10

— Recompensa total 100 exp + 4 perícias (1 perícia inicial) + kit 2.
— Descontos: Nenhum.



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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Sky Wëhrl Wermöhlen em Qui Nov 12, 2015 6:17 pm


ficha de sobrevivente
a morte é apenas o começo
❖ Nome do Personagem: Skylla Chrysler Wëhrl Wermöhlen.

❖ Características Físicas: Skylla — ou Sky, como é mais comumente nomeada —, tem cabelos escuros e cheios, longos até metade das costas. A pele é alva como a da maioria dos seus conterrâneos holandeses. Magra, com curvas invejáveis para qualquer garota, é muitas vezes desejada por onde passa. Tem um rosto angelical que disfarça seu verdadeiro ser, com olhos castanhos e bem simétricos, com um brilho cor de café que intimida ao mesmo tempo que encanta. Tem um nariz fino e longo, perfeitamente encaixado no seu rosto, e uma boca pequena de lábios finos e rubros. Tem estatura pequena, o que lhe dá uma agilidade e imperceptibilidade maior do que aos maiores.

❖ Características Psicológicas: Sky é uma moça forte e sem escrúpulos. Determinada a sobreviver à qualquer custo, não hesita em fazer o que precisa ou o que deve. Trabalha somente para si mesma desde que ficou sozinha no mundo, correndo contra o vento para livrar-se de um destino terrível. Odeia com todas as forças os mortos vivos que tomaram-lhe tudo o que ela tinha, e, quando tem raiva, não é nenhuma princesinha. Não tem o moral nada espelhador, uma vez que é desinibida e sem pudores. Não leva desaforo na cara, e sempre procura revidar com o que consegue. Apesar disso, é uma companheira leal com quem realmente lhe importa, sendo os demais apenas peças enquanto ela precisar para sobreviver. Se quer confiança, precisa conquistá-la, atravessar suas barreiras quase intransponíveis. É inteligente e ardilosa.

❖ História do Personagem:

Skylla nasceu numa fazenda do interior de Dublin, filha de Karl e Stefânia. Sempre foi a princesa da casa, mesmo depois do nascimento de seu irmão menor, Warren, quando ela completou cinco anos. Warren tornou-se tudo para Sky, seu melhor amigo e companheiro, e era o único que a entendia de verdade. Os irmãos costumavam brincar em um barranco perto do rio, próximo a um carvalho onde haviam prendido um balanço velho. Iam até lá todo dia, quando Warren cresceu. Brincavam o dia inteiro quando acabavam os afazeres na fazenda e as lições do colégio do povoado. Porém, com a pré-adolescência às portas, Sky tornou-se uma garota em formação bela e ocupada. Passava mais tempo na escola, e Warren brincava sozinho no balanço do carvalho. Um dia, ao voltar da escola, não encontrou os pais em casa, e, ao olhar pela janela, conseguiu distinguir a silhueta de ambos próximo ao balanço. Devem estar brincando com Warren, pensou. Todavia não fora isso. Quando Skylla chegou perto, viu que as cordas estavam caídas ao chão, rompidas, e não havia sinal do balanço, nem de Warren, nem da alegria que outrora rondava a família.

Após a morte do irmão, Sky passou a ser uma pessoa sem muitos sentimentos. Com a entrada da puberdade, só pensava em sentir prazer de alguma forma para locupletar a falta que o irmão causava, e encontrava isso em diversas formas como bebidas alcoólicas e sexo. Tinha um namorado de que não gostava, que era estritamente para isso: sexo. Charlie era o capacho de Sky, um garoto bonito mas sem qualquer coisa que pudesse prender a atenção de Sky para outras coisas. Mal falava com ele se não quisesse passar a noite em sua casa, ou chamá-lo para a sua. Sky parou de preocupar-se com a mãe, que entrara em depressão e vivia à base de remédios controlados, mas ainda a amava no fundo. Amava também o pai, que trabalhava para sustentá-los, mesmo envelhecendo e ficando cansado. Sky formou-se na escola como uma das primeiras da classe, mas passou a trabalhar em um bar no vilarejo. Até que chegou o dia em que seu pai morreu, e ela tinha de trabalhar para sustentar a mãe e ela mesma. Vendeu a fazenda por uma pequena fortuna que trancou no banco e mudou-se para uma casinha perto do vilarejo, pediu demissão do trabalho no bar e entrou para o exército.

Mesmo de estatura baixa e aparentemente frágil, Sky mostrou-se firme nos testes de admissão, e, com alguns anos de treinamento, tornou-se soldado. Não foi para o campo, mas tornou-se perita em artilharia. Tinha uma perícia exímia com armas de fogo, já que a familiaridade com elas vinha desde cedo quando caçava ao lado do pai com sua espingarda. Sabia como atirar e sua pontaria era digna de louvor. Não demorou muito para subir à cabo em apenas dois anos, ganhando muito bem para comprar uma casa maior. Aos vinte anos, Sky comprou a fazenda de volta e mudou-se para lá com a mãe, ainda trabalhando no exército. E, em uma noite de inverno, teve seu primeiro contato com mortos-vivos.

O corpo superficialmente deteriorado de seu irmão — ou o que costumava ser Warren — batia com violência em sua janela. Sky não teve reação quando ele quebrou a janela e sua mãe pareceu enlouquecer diante daquela visão. Sky teve de atirar na testa daquela criatura, e, ao vê-lo cair no chão, sua mãe teve uma parada cardíaca. A garota não teve como levá-la até o hospital, e, mesmo que tivesse tempo, não havia ali, no interior, tecnologia o suficiente para reavivá-la. E, assim, Sky tornou-se sozinha. Passou ainda a viver ali por mais dois anos, até tornar-se sargento, mas depois que as aparições zumbi começaram sua devastação, ela reuniu-se com alguns de seus companheiros de trabalho em um helicóptero e fugiram para os Estados Unidos. Lá, pois, ainda encontraram devastação e sinais apocalípticos, mas não havia mais para onde ir. Ela tinha de sobreviver. Não importa o que custasse.

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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Noah B. Hastings em Qui Nov 12, 2015 6:25 pm


avaliação
a morte é apenas o começo
— Sky Wëhrl Wermöhlen: Sky! O que dizer dessa garota que mal conheço e já considero pacas?-q Bem moça, chega a ser bizarro avaliar um post seu. Me curvo em reverência à sua escrita linda e maravilhosa. A história? Realmente ficou curta, mas objetiva. Disse o que realmente importava, o que precisava ser dito. Sem erros. Organização 10/10... Bem, sem mais comentários.

— Coerência: 50/50
— Coesão, Estrutura e Fluidez: 25/25
— Objetividade e Adequação: 15/15
— Ortografia e Organização: 10/10

— Recompensa total: 100 exp + 4 perícias (1 perícia inicial) + kit 2.
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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Noah B. Hastings em Qui Nov 12, 2015 6:41 pm






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Re: Ficha de Sobrevivente

Mensagem por Nanda S. Evans em Qui Nov 12, 2015 9:02 pm

Ficha de Sobrevivente

❖ Nome do Personagem:

Nanda S. Evans

❖ Características Físicas:

Cabelo vermelhos naturais com mechas loiras. Rosto fino e face de traços delicados, olhos extremamente claros, como os de seu pai. Nariz pequeno, lábios finos e que dificilmente demonstram um sorriso de simpatia.

❖ Características Psicológicas:
Nanda é uma pessoa extremamente gulosa com maneiras à mesa muito pobres. Ela irá, por exemplo, exigir mais comida, embora ela não tenha terminado sua atual refeição e até mesmo comer como se não colocasse algo no estômago há uma semana, uma exímia moleca. Ela parece ter um amor particular de pizza.

Enquanto apresenta maus modos, ela possui um ótimo bom senso. Ela sabe quando lutar e quando para evitar problemas, particularmente em territórios perigosos. Mas, quando se vê encurralada, ela se vê obrigada a arquitetar algum plano para sobrepujar qualquer desafio.

É bastante criativa, intuitiva e um tanto quanto observadora. Odeia seguir ordens, na visão dela fora feita para ser livre e fazer o quisesse. E não se engane caso ela obedeça, talvez esteja apenas vendo alguma oportunidade de se dar bem ali.

❖ História do Personagem:

“Às vezes acho que um tragédia vive à espreita de todo mundo; por isso, as pessoas que vão comprar leite na esquina ou que cutucam o nariz enquanto aguardam o sinal abrir estão a apenas alguns minutos de um desastre. Na vida de todos, não importa quão comum seja, existe um momento que se tornará extraordinário – um único embate após o qual tudo o que realmente é importante vai acontecer”

Trecho do livro O Começo de Tudo, Robyn Scheneider.

Queria eu ter um pouco de otimismo para pensar que aquela vidinha ordinária que eu possuía continuaria da maneira de sempre. Felizmente, a tragédia pessoal que estava à minha espreita não era me tornar uma dos caminhantes mortos que desfilavam por ai. A minha tragédia, assim como a de alguns poucos sortudos que, queira Deus, ainda estavam com sua mente humana sã, era fugir deles.

A minha vida sempre fora bastante simples, eu só tinha que acatar os desejos de minha mãe até completar a maioridade. Ai sim, eu sairia de casa e viveria a minha vida da maneira que eu queria: com muita liberdade e fazendo o que me agradava.

A maior parte dos meus dias eu passava estudando, havia um regra clara na minha casa: eu só receberia minha mesada se mantivesse minhas notas altas, o que era particularmente fácil. Minha mãe, Marie Evans, era uma cientista e passava a maior parte do ano em Washington trabalhando para o governo. Já meu pai, Jonatha Smith, não tinha emprego, ele passava a maior parte do tempo em casa cuidando de mim e dos negócios da família. Consequentemente, meu vínculo com ele era bem maior do que o que eu tinha – ou melhor, não tinha – com minha mãe.

Papai e eu éramos como irmãos. Ele era a pessoa de quem eu mais tinha orgulho por causa de sua carreira milita e todas as história e ensinamentos que ele me passava, ele me apoiava em tudo, principalmente quando eu queria praticar alguma modalidade de luta corporal.

“Minha filhinha tem que saber se proteger”, era o que ele dizia quando a Sra. Evans era contrária ao fato de que eu queria entrar na academia de defesa corporal. Quando ele dizia essa frase eu já sabia que no dia seguinte eu já podia estar praticando qualquer modalidade de luta.

Então aquilo aconteceu.

Tudo começou nas férias de 2014, minha mãe estava esquisita. A relação dela com meu pai estava instável, eles brigavam e discutiam a todo momento. Certa vez ouvi algo como “ela tem que saber” e “é segrego de estado, Jhon”, foi aí que eu percebi: eles estavam escondendo algo de mim.

Cansada de toda aquela discusão, coloquei os dois contra a parede e descobri que minha mãe estava trabalhando num projeto perigosíssimo junto de seus colegas e recebiam apoio do governo. Meu pai sabia de tudo por causa de seus contatos com o exército e também porque minha mãe tinha dito para ele o quão perigoso o projeto era, pois temia pela nossa família. Mas ela não poderia deixar de continuar a pesquisa, tanto pelo seu orgulho quanto pela sua carreira.

Quando as férias passaram, ela teve que retornar para Washington. Como em todos os anos, eu sabia que passaria as festividades como natal e ano novo apenas com meu pai, pois minha mãe, nesse período estava sempre trabalhando.

A uma hora da madrugada do dia 1 de janeiro de 2015 eu recebi uma última mensagem de minha mãe “quando os gaviões gritam, é hora de voar”, era o nosso código de que tudo tinha dado errado e eu tinha que me proteger.

“Mãe, o que aconteceu?”, retornei a mensagem, mas, como eu havia previsto, não havia nenhuma resposta dela.

― Pai! Pai! ― corri para dentro de casa, desesperada. ― Papai! Onde você está? ― estava aos prantos, mesmo não tendo uma ligação tão forte com minha mãe, perde-la era demais para mim. ― Ela deu o aviso, pai. Temos que ir. ― gritei novamente, nessa procura, meia hora já havia se passado.

― Nanda! ― respondeu-me ele. ― Estou aqui, no quarto. ― Corri até ele e o vi arrumando duas mochilas. ― Eu preciso que você seja forte, filha. Eu vou para Washigton, descobrirei o que ouve com sua mãe. E você, você tem que sair daqui, já é grandinha o suficiente e eu sei que vai sobreviver. Mas, aconteça o que acontecer, se você me encontrar novamente algum dia e eu não for eu mesmo, me prometa uma coisa filha.

Meus olhos começaram a lacrimejar.

― Do que você está falando, pai? ― uma lágrima escorreu pelo meu rosto, eu já sabia o que ele iria me pedir. ― Por favor, não me peça isso, pai. Qualquer coisa, menos isso.

― Só me prometa, filha. Eu sei que se eu não estiver são, você vai morrer. Me prometa que vai sobreviver, custe o que custar, mantando quem quer que seja. Sua missão é sobreviver. É uma ordem. ― ele me entregou a mochila enquanto eu assentia com um movimento de cabeça.

― Eu prometo descobrir o que aconteceu, se eu não entrar em contato em 10 dias, não vá para Washigton, entendeu? ― assenti novamente enquanto ele me abraçava fortemente. ― Você vai conseguir, além disso, eu lhe treinei a vida inteira para momentos como esses, filha. ― eu sorri suavemente, no fim, ele nunca deixara de ser um soldado.

Perícias:

1. Furtividade
2. Reconhecimento de suprimentos
3. Perícia em luta corporal
4. Perícia em armas pequenas e laminadas de curta distância

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