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— {Fantasmas de um passado sombrio}: one-post fácil para Tiffany Richardson

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— {Fantasmas de um passado sombrio}: one-post fácil para Tiffany Richardson

Mensagem por Anthony P. Corwell em Sex Nov 13, 2015 12:31 pm


fantasmas de um passado sombrio
a morte é apenas o começo
Tiffany estava escondida dos seres que a atacaram o seu acampamento no Monte Mitchell, Carolina do Norte. Ela não sabia do que se tratava, mas sabia que não era algo bom — e que a mataria se ela tivesse o menos dos seus erros. Mas foi só quando viu uma ligação com o seu passado foi que percebeu que as coisas estariam muito pior do que ela imaginara.


→ Pontos Obrigatórios


❖ Você deverá narrar uma introdução de acordo com a narração acima, puxando um gancho da sua situação atual.

❖ Em dado momento, você se deparará com alguém de seu passado (seja isso bom ou ruim) transformado em zumbi, vagando pelos arredores. Aqui quero um detalhamento dessa ligação e uma detalhista descrição dos seus sentimentos. Esse zumbi te notará por algum descuido seu e te atacará, tendo você que reagir coerentemente a isso.

❖ Matar ou não o zumbi é uma opção sua. Mas, de qualquer forma, narre um deslocamento do local em que você estava, tendo que encontrar no mínimo mais um zumbi, também livrando-se dele.

❖ Finalize a missão da forma que achar melhor.


→ Regras e Informações

— Missão narrada fácil para Tiffany Richardson;
— Horário atual: 21h21m;
— Clima: Nublado, 17 °C;
— Local: Carolina do Norte;
— Não utilize cores cegantes e/ou template muito estreito, muito menos com barrinha;
— Armas e observações em spoiler, ao final do post;
— Condições do personagem valendo pela requisição de missão;
— Agradeço se me enviar uma mensagem privada assim que postar, para agilizar a avaliação;
— Prazo de postagem: 15 dias. Caso necessite de um aumento, solicite-o via MP. Boa sorte!


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Re: — {Fantasmas de um passado sombrio}: one-post fácil para Tiffany Richardson

Mensagem por Anthony P. Corwell em Dom Dez 20, 2015 9:20 am

Pelo abandono da missão, player punida com perda de 25% do status total de vida e energia. Missão posta em aberto podendo ter sua localização alterada para fins de coerência.
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Re: — {Fantasmas de um passado sombrio}: one-post fácil para Tiffany Richardson

Mensagem por Alyna Matthews em Ter Dez 22, 2015 2:35 pm

Pego, mudarei a localização para Nova York



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Re: — {Fantasmas de um passado sombrio}: one-post fácil para Tiffany Richardson

Mensagem por Alyna Matthews em Sex Dez 25, 2015 7:45 am




Fantasma de um passado sombrio


i'm not just waiting
i’m walking to find you
Agachada atrás do balcão da loja de eletrônicos, eu esperava o perigo imediato passar. Ainda não entendia direito o que eram aquelas coisas que se pareciam com nossos antigos conhecidos e que andavam entre nós tentando nos comer vivos, mas sabia que já não eram mais pessoas. E que, seja lá o que fossem, havia vários deles lá fora. Eu precisava ficar em completo silêncio. O menor barulho poderia ser fatal.

Faziam alguns meses que eu estava sozinha. Era difícil e medonho. Eu não gosto de admitir isto, mas eu morria de medo daquelas criaturas. Passava a maior parte do tempo trancada em algum lugar seguro, saindo apenas quando era estritamente necessário. Eu tentava seguir os conselhos de meu irmão, fazer o que ele me ensinara, porém era complicado sem sua ajuda. Eu era apenas uma criança perdida em um mundo sombrio e devastado. Não havia muita coisa que eu poderia fazer.

Naqueles dias, dormia em uma loja em um pequeno shopping em algum lugar em Nova York – se é que se podia chamar aquilo de shopping. Algumas lojas abandonadas e um espaço aberto com duas lanchonetes compunham a estrutura do local. E era tudo. Um lugar pequeno e deserto, e que me pareceu seguro na ocasião. Eu normalmente não ficava em cidades, pois o número de infectados é muito grande nelas. Aquela era uma das exceções em que eu ia atrás de mantimentos. E centros comerciais costumam ser um prato cheio, se você tiver cuidado.

Quando eu cheguei, acredite ou não, o lugar estava vazio. A entrada principal estava trancada, mas havia uma na lateral da construção que não estava tão protegida. Era evidente que outras pessoas já haviam estado lá antes, pois muitas mercadorias estavam faltando e... alguns corpos jaziam mortos no chão aqui e ali. Infectados e não infectados. Parecia que nenhum lugar era totalmente seguro.

Arrumei minhas coisas em uma lojinha de eletrônicos e passei alguns dias ali. Entretanto, querer ficar ali para sempre sem nenhuma confusão era pedir demais. No final da primeira semana, uma orla de mortos-vivos invadiu meu refúgio-seguro. Não sabia como e não me importava, só queria fugir deles. Escondi-me junto com minhas coisas atrás do balcão e esperei.

Depois de alguns minutos, percebi que eles haviam se afastado, andando até a outra extremidade do Shopping. Peguei meus pertences e saí da loja, rumo à saída – era hora de dar adeus àquele lugar. As criaturas estavam bem longe, de forma que não teria problemas se não fizesse barulho. Eu só tinha que permanecer calma.

Estava de frente para a porta que me levaria para fora dali quando encontrei um infectado separado de seus companheiros, bloqueando minha passagem. Meu coração disparou, embora eu não fosse ter nenhum problema em atraí-lo para outro lugar, deixando o caminho livre. Isso seria muito fácil, se não fosse um rosto familiar que eu encarava.

Demorei alguns instantes para perceber isso. O morto-vivo olhava para o outro lado, e seu rosto estava tão machucado que era difícil identificá-lo. Foram mais as roupas que ele usava do que sua aparência que denunciaram sua verdadeira identidade. A calça jeans surrada, a camiseta verde escura e a camisa xadrez por cima, exatamente as mesmas peças que ele vestia na última vez que eu o vira com vida. A única coisa que faltava era a blusa preta, que agora eu usava. Meu coração falhou uma batida. Não podia ser ele, simplesmente não podia... Mas quanto mais eu olhava para aquele ser ferido e selvagem, mais eu via a semelhança com o garoto que ele tinha sido outrora. Sam.

Não sei explicar o que eu senti naquele momento tão infeliz. Ver seu irmão mais velho transformado em zumbi não é algo muito agradável. Lembro de ter ficado paralisada por um tempo, processando o que eu via. O cabelo castanho mais escuro que o meu, agora todo bagunçado e emaranhado; os olhos verdes, agora acinzentados e sem vida; três cortes que iam desde cima do olho direito até o canto esquerdo de seu queixo, passando pelo nariz, deformavam seu rosto, fato que o tornara difícil de reconhecer. Sam, o garoto que fizera de tudo para me proteger, que salvara minha vida tantas vezes que perdi a conta, que deu sua vida para que eu sobrevivesse... estava agora sujo, desgrenhado e pútrido.

Era horrível e doloroso olhar para ele, contudo, eu não conseguia evitar. Meus olhos se encheram de água e eu não consegui segurar um soluço. Não foi alto o suficiente para os outros ouvirem, mas Sam – não, o infectado que um dia fora Sam, escutou. Ele se virou para mim e me encarou. Por um instante, deixe-me levar pelo pensamento de que ele me reconhecia. Apenas para um segundo depois ele me atacar.

- Sam... – sussurrei, a voz embargada pelo choro que eu tentava conter – Sam, por favor, sou eu... Alyna. – as palavras eram mais uma súplica do que qualquer coisa, uma última tentativa desesperada para que ele voltasse para mim. Sei que fui tola, não precisa falar nada. – Por favor.

É claro que o morto-vivo não me ouviu e continuou avançando, soltando aquele gemido característico deles. Talvez eu devesse tê-lo matado, como um ato misericordioso para libertar Sam daquela coisa que o consumira. Era o que ele iria querer. Entretanto, eu não era capaz. Não conseguiria matar meu próprio irmão, mesmo que ele não fosse mais ele. Ao invés disso, eu recuei. Se eu conseguisse atraí-lo para longe da porta, poderia deixar o caminho livre para eu passar.

Fui andando para trás devagar, tomando o maior cuidado para não fazer nenhum barulho. Sam me seguiu. Enquanto isso, percebi que o caminho não era largo o suficiente para eu passar correndo a uma distância segura dele. Isso era definitivamente um problema. Olhei em volta, procurando algo que pudesse me ajudar. Eu estava com uma faca na mão, poderia ter facilmente acabado com aquilo tudo – como eu era fraca.... Finalmente, avistei a vitrine da loja em que eu me escondera e uma ideia me ocorreu. Poderia atraí-lo até lá dentro depois prendê-lo, então teria a passagem livre.

Mudei o rumo da minha caminhada até a porta da loja. Quando cheguei lá, corri direto para trás do balcão. O infectado que me seguia entrou no recinto e andou tropegamente até mim. Então chegou até o balcão, cada vez mais perto de me pegar. Ele estava à alguns passos de mim, os braços esticados para me agarrar e rasgar, pulei por cima do balcão e corri até a porta, fechando-a atrás de mim. Olhei-o uma última vez, lágrimas escorriam de meus olhos. Toquei a porta de vidro com minha mão.

- Desculpe-me, irmão. – falei tão baixo, que nem eu ouvi direito. Então virei-me e corri.

Chegando do lado de fora do shopping, fechei a porta da mesma maneira que estava fechada quando a encontrei: um pedaço de madeira colocado entre as maçanetas. Parei um instante, apoiando-me na parede. Tentava me recuperar do que acabara de ver quando senti um toque no meu ombro; não poderia ter tomado um susto maior que aquele. Assim que me virei, deparei-me com outro daqueles seres repugnantes. Soltei um grito de surpresa, o que com certeza não deveria ter feito, e me afastei dele o mais rápido que podia. Como ele tentava me agarrar, e eu estava profundamente abalada, segurei a faca com mais firmeza e dei vários golpes seguidos em sua cabeça. Os ossos podres cederam facilmente, e logo ele estava caído no chão.

Corri para longe daquela cena horrível e só parei quando encontrei um beco vazio, não muito longe dali. Escondida atrás de uma lixeira, sentei-me no chão e comecei a chorar.

Informações:
Mudei a localização para Nova York, como já avisei. Já que a localização não era mais Carolina do Norte, também mudei o acampamento para algo que poderia ser encontrado mais facilmente em NYC: um shopping.

Espero ter feito tudo direitinho e seguido todos os pontos corretamente.
Perícias:
-
Inventário:
✶ {Faca} [Faca de cozinha inicial. É uma faca de cozinha comum, serrilhada na parte de baixo e com 15 centímetros. Seu cabo não prende tão fortemente a lâmina, podendo quebrar se muito forçado. Apesar de ser uma arma frágil, é afiada e de fácil manuseio, podendo qualquer pessoa usá-la com certa perfeição.] (Sem uso mínimo) [Recebimento: Administração por se cadastrar no fórum]

✶ {Feijão Enlatado} [Uma lata com feijão dentro. Pode ser aberta puxando uma argola na tampa sem complicação alguma. Recupera 35 de energia e 40 de fome.] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (Uma lata)

✶ {Blusa de Moletom} [Uma simples blusa de moletom preta sem detalhe algum. Não é muito grossa, mas serve muito bem para se esquentar. Possui um capuz ligado à blusa e este também não é muito grosso.] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente]

✶ {Frasco de Remédios} [Um frasco simples de remédios que servem para diminuir dores ou febre] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (5 Pílulas Restantes)

✶ {Mini Lanterna Led} [Uma pequena lanterna preta que, mesmo com seu tamanho pequeno e portátil, pode iluminar uma grande área. São necessárias pilhas específicas para usá-la.] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (Vem com um par de pilhas necessárias para ligá-la)

✶ {Iodo} [Um pequeno frasco com iodo que pode ser usado para purificar água.] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (5 Usos Restantes)

✶ {Cantil de Água} [Cantil redondo feito em plástico polipropileno inodoro, revestido com folha de aço galvanizado e manta de poliéster preta. Tem capacidade para 2,5 litros] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (1,5 Litros Restante)
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