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I Wish - Missão Narrada Fácil para Tiberius Zaunberry e Alec Fronchwinsk Löhnhoff

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I Wish - Missão Narrada Fácil para Tiberius Zaunberry e Alec Fronchwinsk Löhnhoff

Mensagem por Abigail Winters em Sex Nov 13, 2015 12:46 pm


Just a Dream?

A morte é apenas o começo

Tiberius e Alec. Duas pessoas que inevitavelmente se encontrariam. Destino? Talvez. O vento da madrugada preenchia a mente dos jovens com lembranças de um passado não tão distante, que assombrou a todos. Caberia ao mesmo vento a tarefa de unir os dois rapazes.


Pontos Obrigatórios:

- Narrem a situação de acordo com o enunciado acima.
- Cada um seguirá seu próprio caminho até um cemitério, mas esse mesmo local será o ponto de encontro dos dois, seja por acaso ou não dependendo da trama vocês.
- Interajam e coloquem seus sentimentos em relação ao motivo de estarem ali. Terminem o post ao ouvirem sons em uma árvore próxima de uma estátua de um anjo de mármore em um pedestal.

Pontos Adicionais:

— Local: Nova York
— Horário: 2:30 am
— Clima: frio
— Não utilizem cores cegantes e/ou templates muito estreitos;
— Itens ou observações em spoiler, ao final do post;
— Prazo de postagem: 7 dias. Caso necessitem de um aumento, solicite via MP. Boa sorte!


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Re: I Wish - Missão Narrada Fácil para Tiberius Zaunberry e Alec Fronchwinsk Löhnhoff

Mensagem por Tiberius Zaunberry em Sex Nov 13, 2015 4:24 pm



 
 
  
"Everything is grey
His hair, his smoke, his dreams"
. . .


A cama rasgada era minha única companhia naquela noite fria. Meus olhos estavam abertos, olhando para o teto como se fosse a coisa mais importante daquele instante. O silêncio se tornava atormentador naquela escuridão. Me movimentei devagar sentando de forma que minhas costas ficassem encostadas na parede gelada, meu olhar com medo demonstrava o pânico que eu sentia de viver em meio ao caos. Os pensamentos aleatórios indicavam um trajeto que eu deveria seguir naquela madrugada, as lembranças de um passado feliz se tornaram num presente horrível, algo que eu não conseguiria esquecer de forma alguma. O rosto angelical de minha mãe se formava em minha mente e eu tinha quase certeza de que deveria levar as margaridas no cemitério, pelo menos uma última vez.

- Eu desisto desta vida, preciso te encontrar novamente mamãe. - Pronunciei me levantando de onde estava, caminhando vagarosamente para os fundos do meu esconderijo, que era uma casa velha e abandonada. Com os olhos fixos no céu, apenas me concentrei, pensando no que poderia fazer para acabar com o sofrimento e a angustia que toda noite me assustava. Me agachei para arrancar algumas margaridas, elas eram as flores preferidas de minha falecida mãe e com certeza, eram uma das coisas mais belas daquele lugar.

A destruição da grande Nova Iorque me abalou mais que do que eu poderia imaginar e com certeza, eu já não era uma pessoa tão consciente dos meus atos. O suicídio era a chave para desencadear o sofrimento na Terra. Mordisquei meu lábio inferior, analisando a saída. As rachaduras que levavam para fora do esconderijo, provavelmente me levariam para o verdadeiro mundo destruído em que eu vivia, mas nada que eu fizesse mudaria meu destino. Apressei meus passos de forma que eu conseguisse passar despercebido de qualquer forma viva ou morta que estivesse ao redor.

Por sorte ou não o cemitério ficava muito próximo de onde eu estava habitando, então isso não seria um problema. Meus olhos estavan tentando encontrar o túmulo, mas fiquei perdido por longos minutos. Deslisei meu dedo por algumas estátuas até finalmente encontrar quem eu procurava.

- Te encontrei mamãe e logo vou te ver, tenho certeza. - Disse sozinho deixando as flores sobre o túmulo e me sentei em frente deste com os olhos fechados enquanto retirava a mochila das costas e desta uma faca de cozinha, pronta para ser usada. Balancei a cabeça negativamente, atordoado com os pensamentos horríveis, com as imagens assombrosas e todas as coisas que me faziam se sentir péssimo.

Não me importava onde estava e muito menos se havia alguém por perto, sabia que deveria acabar com a dor, mas aquilo era apenas algo emocional, muito pior que algo físico. Minha especialidade como médico não me ajudava mentalmente, poderia me ferir com algum corte, mas com poucos cuidados já amenizava o problema, mas as coisas da minha cabeça, nem mesmo remédios fariam efeito. Segurei firme na base da faca e então a movimentei vagarosamente para frente de meu peito, deixando a ponta encostada no centro do tórax.

Os pensamentos ainda me atormentavam e me deixavam na dúvida, cometer ou não minha própria morte ainda passava em minha cabeça e eu não tinha nada para perder. Naquele novo mundo apenas os fortes sobreviveriam e eu era um dos mais fracos, apenas alguém com sorte de não ter morrido ainda, então adiantar a morte era mais fácil do que espera-la sentado.

Algumas lágrimas escorriam e minha mão tremia, não conseguia cravar a faca em meu peito. Balancei a cabeça não contendo o ódio e o medo, meu choro já podia ser escutado por quem passasse por perto e isso provavelmente chamaria a atenção de quem tivesse próximo.

De longe escutei alguns sons em uma árvore próxima de uma estátua de mármore que tinha o formato de um anjo, esta que ficava alguns metros em frente ao túmulo em que eu estava, mas acabei ignorando.



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Re: I Wish - Missão Narrada Fácil para Tiberius Zaunberry e Alec Fronchwinsk Löhnhoff

Mensagem por Alec Fronchwinsk Löhnhoff em Sab Nov 14, 2015 9:50 pm



 
 
  

everything is blue
his pills, his hands, his jeans
O despertar trouxe-lhe alívio. Olhando fixamente para o teto forrado e simplório do que ele podia chamar de seu quarto, respirava pesadamente enquanto a sua consciência divagava para as imagens de instantes antes.

Aquilo era  um cemitério. Não sabia por que motivo temia o lugar, tendo em mente que havia mais zumbis fora do que dentro dele, mas Alec olhava constantemente por cima do ombro à medida que deslocava-se por entre as lápides como se algo estivesse pronto para aparecer naquele cenário. A sua respiração também era pesada, podia sentir seu peito subindo e descendo a cada instante, e, mesmo sendo apenas um sonho, a sua mente estava a mil. Tudo só parou quando ele chegou de frente para a estátua de um anjo, que moveu-se e olhou para ele, franzindo o cenho. Quando ele desceu de seu pedestal e falou algo que Löhnhoff não entendeu, o sonho se desfez, e ele foi largado na sua realidade terrena.

Então, ali estava ele, observando o teto de seu quarto, pensando constantemente nas imagens de instantes antes.

Pelo que seu relógio de cabeceira dizia, eram pouco mais de duas da manhã. Muito provavelmente não dormiria novamente nem tão cedo; aquela era a noite depois da descoberta do porão - mais especificamente, da descoberta da bicicleta - e talvez isso estivesse deixando-o a mil. Ter trabalho a fazer era uma ocupação para a sua mente em meio àquele caos, e ter uma ocupação que poderia salvar a sua vida era o que ele mais queria naquele momento. Foi por isso que Alec levantou-se e desceu as escadas da casa, chegando à sala de estar.

Cogitou ir para o porão, trabalhar na sua bicicleta, mas isso não o animou tanto. Era um indício de que esse não era o motivo de ele estar um ansioso. Pensou um pouco mais, mas não descobriu de imediato - e para isso tinha uma saída sem falhas: por mais louco que parecesse ser, talvez ele precisasse andar um pouco pelas ruas, pensar, e só então voltar para a casa.

Assim, pegando seus pertences fundamentais, adiantou-se para fora da casa e esgueirou-se na penumbra da madrugada, mais errante do que qualquer morto-vivo daquelas redondezas.


{...}


Se alguém houvesse contado para ele, o sobrevivente não teria acreditado. Não muito longe de onde ficava o seu abrigo, havia um cemitério - e não um cemitério qualquer. Era o cemitério de seu sonho, o mesmo, sem tirar nem pôr.

Alec adiantara-se por ele, deslizando por entre as lápides, com a sua lanterna na esquerda e seu facão na direita, pronto para enfrentar o que quer que aparecesse. Só no meio do local, avistou algo que fez seu sangue congelar: uma estátua feita de mármore em tamanho real de um anjo barroco, encarando-o de longe. E, à frente dele, um jovem rapaz moreno sentava-se, retirando uma faca de sua mochila e apontando-a para o seu peito.

Uma imagem nítida voltou à mente de Löhnhoff com tanta rapidez que causou-lhe náuseas: era um garoto de três anos antes, apontando uma faca para o próprio peito no seu quarto, após seu último dia de aula antes das férias de verão em que fora perseguido por minutos pela escola por veteranos que queriam pintar "bichinha" em suas roupas. Quando conseguiram, a escola inteira riu do garoto, a piada de Georgienne Middle School. Para sorte dele mesmo, sua mãe entrara no quarto antes que a faca pudesse transpassar a sua carne, arrancando a arma da mão do garoto e embalando-o num abraço indefensável.

Foi o dia em que Alec revelou ser gay para toda a sua família, logo após contar o que sofreu naquela mesma tarde.

Agora, ele via o garoto preso naquela redoma de sombras, com uma faca pronta para separar a sua alma de seu corpo de uma vez por todas. Entretanto, o sobrevivente nada fez para impedi-lo, preferindo chegar mais perto e, então, pronunciar as palavras que possivelmente salvariam-no da morte certa:

— Independente do que seja, fazer o que pretende não vai te servir de nada. — Seus olhos detiveram-se às flores novas depositadas num túmulo próximo, dando indícios que o rapaz as colocara ali. — Se você perdeu alguém, pense que esse alguém preferiria te ver lutar e não desistir... Por mais que isso pareça ruim.

Sabia que poderia estar entrando numa área perigosa, mas a sua personalidade naturalmente altruísta e a sua vontade enraizada de ajudar quem quer que fosse gritava mais alto do que seu senso de perigo. Ele não podia deixar ninguém naquela situação, não já tendo passado por ela anteriormente.

Entretanto, antes da resposta do garoto, um barulho próximo à estátua do anjo fez Alec ficar alerta.

Naquele mundo, mesmo o menor ruído poderia ser a morte iminente, esperando um descuido seu para devorar a sua alma. E, naquele caso, poderia ser para devorar a sua carne.




Adendos:
Observações:
Sim, ficou enorme para um post inicial de narrada, desculpa. Tive que fazer um gancho com minha trama, adequá-la ao enredo e tudo mais, então foi isso. sz Ah, sim, Alec está próximo de Tiberius e alarmou-se com o barulho, ficando alerta, portando o facão desembainhado.
Itens:
✶{Facão} [Possuindo uma lâmina prateada com cerca de 25,5 cm de comprimento, a arma muito bem afiada vem acompanhada de uma bainha de couro resistente que facilita tanto o acesso ao objeto  quanto a movimentação portando este. Não é pesado e pode ser manejado por usuários sem muita dificuldade, mas seu uso é ampliado com a perícia adequada.] (Sem uso mínimo) [Recebimento: Evento de Lançamento]

✶ {Blusa de Moletom} [Uma simples blusa de moletom preta sem detalhe algum. Não é muito grossa, mas serve muito bem para se esquentar. Possui um capuz ligado à blusa e este também não é muito grosso.] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente]

✶ {Mini Lanterna Led} [Uma pequena lanterna preta que, mesmo com seu tamanho pequeno e portátil, pode iluminar uma grande área. São necessárias pilhas específicas para usá-la.] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (Vem com um par de pilhas necessárias para ligá-la)
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Re: I Wish - Missão Narrada Fácil para Tiberius Zaunberry e Alec Fronchwinsk Löhnhoff

Mensagem por Abigail Winters em Dom Nov 15, 2015 6:04 am


I Wish

A morte é apenas o começo

O som perto da vegetação parou, mas a curiosidade dos rapazes não cedeu. Ao tentar investigar a origem do som, acabaram se encontrando na frente da estátua de anjo. Seria... destino?


Pontos Obrigatórios:

- Narrem a situação de acordo com o enunciado acima.
- Uma pequena interação deve ser exposta nesse turno. Enquanto conversam, algo se move na moita e uma sombra se arrasta para fora da penumbra. Uma garota de cabelos negros, uniforme de colegial rasgado e feições asiáticas é revelada pela luz do luar.
- A menina se desculpará pelo susto e vai se dirigir a um de vocês (cabe à dupla decidir quem será) pedindo ajuda, pois um grupo de zumbis atacou sua família, que mora dois quarteirões na frente do cemitério. Terminem o post decidindo se vão ou não ajudar a moça.

Pontos Adicionais:

— Local: Nova York
— Horário: 2:35 am
— Clima: frio
— Não utilizem cores cegantes e/ou templates muito estreitos;
— Itens ou observações em spoiler, ao final do post;
— Prazo de postagem: 7 dias. Caso necessitem de um aumento, solicite via MP. Boa sorte!


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Re: I Wish - Missão Narrada Fácil para Tiberius Zaunberry e Alec Fronchwinsk Löhnhoff

Mensagem por Tiberius Zaunberry em Qua Nov 18, 2015 6:02 pm



 
 
  
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A noite era o meu maior perigo, sua escuridão podia me deixar tão perdido quanto qualquer coisa. Meus olhos estavam cerrados, forçando a visão para reconhecer o jovem que me impediu de acabar com o sofrimento. Seu rosto me parecia ser de alguém jamais visto por mim, mas não cedei em deixar as lágrimas escorrerem pelo rosto, afinal, ainda sentia muito medo de tudo, não sabia o que fazer ou como continuar a viver naquele verdadeiro caos. Movimentei uma mão e usando as costas deste passei pelos olhos, tirando o excesso de gotículas que estavam preenchendo minha feição. Larguei a faca de lado e o olhei meio envergonhado, tímido como sempre.

- Me desculpe, eu não sei mais o que faço, eu estou ficando cada dia mais louco nesse inferno. Eu quero acabar com a minha vida, quero largar e desistir de tudo. Não tenho motivação para continuar vivo. Meus pais morreram, meus amigos se foram, não tenho ninguém, não tenho nada. - Falei de forma rápida, ignorando o fato de existir um som bastante peculiar vindo da estátua de anjo que estava próxima de nos dois, porém, não conseguia me concentrar, estava abalado com muita coisa, não sentia firmeza em mim mesmo.

Soltei um suspiro meio sufocado com a própria respiração. Meus pelos estavam todos arrepiados e meu coração quase saindo pela boca. Abaixei a cabeça pensativo, até que de repente uma jovem morena, estudante e asiática apareceu, não possuía nenhum traço de mordida ou algo que pudesse faze-la se transformar. Meus olhos estavam inchados pelo choro, mas tentei disfarçar enquanto me pronunciava para responde-la.

- Não foi nada moça. - A desculpei me levantando e guardando a mochila junto com o objeto cortante.

Uma única distração conseguiu me tirar dos pensamentos de suicídio e talvez, isso fosse a forma de me acordar para o mundo. Abrir meus olhos e ver apenas as coisas boas, seus detalhes, seus traços, tudo que pudesse me ajudar a viver cada dia lutando, mesmo sem razão, precisava tentar.

- Já basta eu ter perdido meus pais, não vou deixar isso acontecer com você. - Pronunciei de forma firme, mas travei quando escutei a palavra "zumbi", mas nada que me impedisse de pelo menos tentar ajuda-la. Meu coração é bom e com certeza ele vai me enviar por caminhos certos, mesmo que estes sejam cheio de obstáculos difíceis.



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Re: I Wish - Missão Narrada Fácil para Tiberius Zaunberry e Alec Fronchwinsk Löhnhoff

Mensagem por Alec Fronchwinsk Löhnhoff em Sex Nov 20, 2015 1:41 pm



 
 
  

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Mesmo naquela penumbra, aquele era o garoto mais bonito que Alec já havia visto - e olhe que ele havia visto muitos. Seu cabelo bagunçado, seus olhos expressivos e profundos, suas feições simétricas dignas de uma divindade grega... O garoto nem parecia que estava num apocalipse zumbi. A não ser, é claro, pelo fato de estar à beira de um colapso que o fez tentar se matar. Ou quase tentar.

Para Löhnhoff, puxar o garoto novamente para a realidade foi mais do que satisfatório. Foi importante num grau que ele ainda não compreendia. Foi motivador, até, e isso só se confirmou quando as palavras dele foram emitidas tremulamente. "Meus pais morreram, meus amigos se foram, não tenho ninguém, não tenho nada", marcara ele. Gostaria de poder dizer que o garoto o tinha agora, mas isso lhe soaria tão precoce que ele limitou-se a olhá-lo com certa piedade antes de responder, ainda atento ao entorno:

— De certa forma, todo mundo perdeu alguma coisa com isso, nem que seja a sua própria liberdade. Eu só acho um pouco... drástico acabar assim. — O outro olhara-o e, em seguida, abaixara a cabeça, talvez envergonhado. Alec também queria dizer que ele não precisava se sentir assim, mas isso não saiu de seus planos. Ficou ali, olhando para o garoto, com sua lanterna abaixada e o facão em riste. Até que um terceiro alguém apareceu naquele cemitério.

Felizmente, estava vivo.

O terceiro "alguém" era uma garota de feições asiáticas, que pediu desculpas por chegar sem avisar. Do nada, ela começou a tagarelar sobre estar precisando de ajuda com seus pais dois quarteirões à frente; eles tinham sido atacados por zumbis, assim ela dissera. Parecera bem nervosa.

Para a surpresa de Alec — que vira o outro garoto como alguém fragilizado pelo apocalipse —, aquele que antes ameaçava se matar levantara-se e decidido afirmava que iria ajudá-la, para não deixar que também acontecesse com ela o que aconteceu com ele. Nobre, no mínimo.

Sem hesitar, Löhnhoff falou em alto e bom som, endireitando-se:

— Eu vou com vocês.

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Re: I Wish - Missão Narrada Fácil para Tiberius Zaunberry e Alec Fronchwinsk Löhnhoff

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