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— {Mercenary}: one-post fácil para Sky Wermöhlen

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— {Mercenary}: one-post fácil para Sky Wermöhlen

Mensagem por Anthony P. Corwell em Dom Nov 15, 2015 8:17 am


Mercenary
a morte é apenas o começo
O problema de Sky era, de fato, complicado. À sua frente havia uma pistola pronta para para ser disparada, arrancando o laço frágil que unia a alma da garota ao seu corpo, segura firmemente por uma mulher de feições doentias, claramente abalada pela sua situação. Tudo lhe era muito claro naquele momento: aquela era uma daquelas situações em que ou você mata ou você morre.

E morrer não era uma opção para Wermöhlen.


→ Pontos Obrigatórios


❖ Narre a forma como você se meteu nessa situação, podendo introduzir a missão com o seu dia.

❖ Após ser abordada e levada para outro local pela mercenária, você deverá desenvolver a situação e livrar-se dela; aqui, quero detalhes sobre tudo, desde descrição de local até mínimos pontos da forma com que você se livrou dela, focando na sua "desvantagem". Ela vai ter apenas essa pistola, e vai ser dois níveis abaixo do seu, para margem de interpretação de perícia. Estar ou não com suas armas é uma escolha sua, mas recomendo que esteja.

❖ Feito isso, saia do local, podendo pegar a pistola para si. Quero que narre, ainda, detalhadamente a sua ida para um local distinto, tendo que encontrar no mínimo dois zumbis fracos - não muito ágeis - e livrar-se deles como achar melhor.

❖ Por fim, finalize a missão como achar melhor, sempre lembrando-se da coerência.


→ Regras e Informações

— Missão one-post fácil para Sky Wermöhlen;
— Horário atual: 16h22m;
— Clima: Ensolarado, 21 °C;
— Local: Flórida;
— Não utilize cores cegantes e/ou template muito estreito, nem com barrinha;
— Armas e observações em spoiler, ao final do post;
— Condições do personagem valendo pela requisição de missão;
— Agradeço se me enviar uma mensagem privada assim que postar, para agilizar a avaliação;
— Prazo de postagem: 15 dias. Caso necessite de um aumento, solicite-o via MP. Boa sorte!



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Re: — {Mercenary}: one-post fácil para Sky Wermöhlen

Mensagem por Anthony P. Corwell em Dom Dez 20, 2015 9:22 am

Pelo abandono da missão, player punida com perda de 25% do status total de vida e energia. Missão posta em aberto.
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Re: — {Mercenary}: one-post fácil para Sky Wermöhlen

Mensagem por Noah B. Hastings em Sex Abr 15, 2016 1:10 pm

Missão repassada para Jade Collins. Prazo de 7 dias, caso precise de mais, informe por MP.
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Re: — {Mercenary}: one-post fácil para Sky Wermöhlen

Mensagem por Jade Collins em Sex Abr 15, 2016 1:38 pm

Peguei :3



Walking to the death



A manhã já havia passado quando Jade avistou uma cidadezinha bem ao norte da Flórida, havia andado por horas na mata, estava exausta e a procura de um lugar para descansar. Caminhou pelas ruas desertas até encontrar um conglomerado de pequenos apartamentos que pareciam ter sido evacuados logo no início do apocalipse, era o melhor que havia encontrado em semanas.

Jade tirou uma faca mediana que ficava na parte interna de sua bota, seria difícil ela conseguir preparar seu arco se fosse atacada de surpresa. Em passos silenciosos a garota caminhou pelo corredor, mantinha sua faca em frente ao corpo, andou alguns metros até encontrar a escada interditada com estantes e sofás. A garota direcionou-se para o lado esquerdo da escada, segurou-se no corrimão, impulsionou seu corpo até conseguir colocar o pé direito em um degrau, deu mais alguns passos de lado e por fim passou as pernas pelo corrimão para conseguir subir o restante da escada.

Vasculhou alguns apartamentos do segundo andar que estavam abertos, não achou absolutamente nada além de meio pacote de biscoito. A garota caminhou por todo o corredor até chegar ao último, ela queria ficar naquele já que havia uma escada de emergência externa que dava na rua de trás e a interna era próxima também, se acontecesse alguma coisa teria opções de fuga.

Jade passou os olhos rapidamente, o local estava todo virado como os outros, não havia nada além dos móveis. A garota trancou a porta, deu alguns passos e praguejou assim que pisou em uma parte do piso que rangeu. O barulho ecoou pelo apartamento, mas nenhum barulho além daquele pode ser ouvido. Jade jogou-se no sofá colocando suas coisas no chão, seu reflexo em um espelho que havia na sala entregava seu estado, as roupas rasgadas mostravam o quão duro os dias estavam sendo e os cabelos desgrenhados completavam o pacote.

A garota passou os dedos pelos cabelos tentando arruma-los, deslizou as mãos pelo rosto e esfregou os olhos com mais força. Quando os abriu novamente, não teve tempo de reagir, uma desconhecida apareceu atrás segurando uma cadeira. Jade tentou virar-se com o braço erguido para se proteger, mas a mulher ainda assim acertou sua cabeça, fazendo a garota cair em cima da mesa de centro.

- Se levanta, vadia. A mulher disse puxando os cabelos da garota, logo após ter amarrado com uma corda os pulsos de Jade para trás. – Isso vai ficar comigo. Mostrou o arco e a aljava. – Anda e não tente nenhuma gracinha. A mulher apontou a pistola para a cabeça da garota, empurrando-a com o cano.

Jade ainda estava tonta pelo golpe, forçava os olhos para manter-se acordada, seus passos agora não eram tão silenciosos e era ainda pior sendo empurrada a toda hora. A mulher levou Jade até uma garagem que ficava a alguns quarteirões de onde estavam, a estranha abriu o grande portão azul de ferro e empurrou a garota para dentro que desequilibrou-se e caiu de joelhos. Jade ia levantar-se quando a mulher se aproximou e deferiu uma coronhada contra a garota que novamente caiu gemendo no chão. A mulher chutou a barriga da garota duas vezes e depois a arrastou pelo chão gelado até um canto do cômodo.

- Fica quietinha. A mulher dizia enquanto amarrava com fita os tornozelos de Jade. – Boa menina. Disse sorrindo mostrando os dentes amarelados, dando ‘’ tapinhas’’ no rosto da garota.

Enquanto a mulher revirava sua bolsa, Jade tentava mexer seus pulsos para lassear mais as amarras. Jade olhou em sua volta buscando alternativas para fuga, o lugar era grande e pouco iluminado. Havia uma cama improvisada no canto, perto de uma mesa de ferro, o que concluía que a mulher já estava ali fazia alguns dias, além do portão azul, havia somente duas janelas pequenas e uma porta branca.

- Você está um lixo. A mulher disse rindo debochada enquanto comia os biscoitos que a garota havia encontrado. Jade olhou fixamente para a mulher: loira, alta, acima do peso, olhos verdes claríssimos e um sorriso estranho que fazia Jade se arrepiar. – Mas vai ser uma ótima moeda de troca. A mulher sorriu aproximando-se, segurando seu queixo com força. – Qual seu nome, docinho? Perguntou bem próxima do rosto de Jade, como a garota não respondeu ela acertou-lhe mais um tapa. – ESTOU PERGUNTANDO SEU NOME. A mulher gritou.

- Jade. Sussurrou depois de recuperar-se do tapa. A garota mantinha o semblante firme, percebeu que a mulher claramente era descontrolada e em qualquer explosão de raiva poderia matar-lhe sem pensar duas vezes.

- Jade. A mulher repetiu tocando a ponta do nariz da garota. – Que belo nome. Afastou-se colocando sua arma na mesa onde estavam suas coisas. – Me chame de Mama. A mulher disse sentando-se no chão. Jade ainda tentava discretamente soltar seus pulsos, mas com a mulher sentada em sua frente era difícil.

- Está sozinha, Mama? Jade perguntou receosa, seria pior ainda se a mulher tivesse comparsas para chegar.

- Isso não te interessa. A mulher disse sorrindo de maneira estranha. – Mas eu sei o suficiente de como o mundo está funcionando. Falou pegando o cantil que Jade tinha na bolsa.

- Não precisa ser assim. Jade disse tentando manter a mulher distraída – Eu não sou sua inimiga. Se ela conseguisse conquistar sua confiança, talvez pudesse negociar sua liberdade.

- Ou você é muito burra ou está tentando me conquistar, magricela. Mama riu sem realmente achar graça da situação. – Eu sou sua inimiga, Jade. A mulher disse passando a língua nos dentes. – Saiba que eu tenho ótimos planos para você.

Jade sentia seu coração pulando no peito pela forte adrenalina que corria nas veias, seus olhos cansados agora estavam mais arregalados do que o normal. A garota tentava manter-se calma para conseguir pensar bem. Em um estalo mental, Jade lembrou-se da faca na sua bota, se em algum momento ela fosse deixada sozinha poderia usar para cortar suas amarras.

- Você sobreviveu lá fora só com essa porcaria? Mama olhou para Jade descrente, a mulher se aproximou revistando-a, fazendo Jade prender a respiração enquanto ela a apalpava.

- E você sobreviveu só com uma arma de fogo. A garota falou rapidamente quando percebeu que ela estava quase apertando os canos de suas botas.

- Espertinha. A mulher disse sorrindo saindo de perto de Jade, a garota suspirou aliviada acompanhando com o olhar Mama se afastar. – Para sobreviver lá fora só é necessário ter isso. A mulher disse colocando as mãos sobre os seios, soltando uma risada bizarra. – Você vai saber logo do que estou falando.  

- Prefiro não saber. Jade sussurrou discretamente movimentando os tornozelos, a garota se deu conta que não estavam tão apertados como as amarras de seus pulsos, seria muito mais fácil liberar suas pernas primeiro.

A mulher pegou um banco de madeira, subindo nele para ter melhor visão do lado de fora. Ela parecia estar esperando alguém, o que fez Jade movimentar mais as mãos e os pés a fim de soltar-se. A mulher desceu do banco, pegou a fita e novamente veio em direção de Jade. A garota estava imóvel, apenas observando Mama aproximar-se. A mulher puxou um pedaço da fita, cortando com os dentes, logo colocando-a sobre a boca de Jade.

- Boquinha fechada, princesa. Mama disse enquanto se afastava. A mulher pegou sua arma e as coisas de Jade. – Volto em um minuto, preciso pegar as coisas que eu deixei naquele apartamento imundo. Resmungou enquanto tentava ajeitar a aljava da garota no corpo mais rechonchudo. – Se tentar qualquer coisa eu explodo os teus miolos e jogo o resto fora, me entendendo? A mulher disse apontando a arma para a garota, que fez um simples sinal afirmativo com a cabeça.

Assim que Mama saiu da garagem, Jade ficou em completo silencio para escutar todos os barulhos que seriam possíveis de ouvir quando a mulher voltasse. O ‘’clic’’do portão deu a entender que Mama havia trancado ele por fora, além de que a mulher não era nada discreta e seus passos desajeitados eram fáceis de serem identificados.  

Jade começou a arrastar-se com o apoio de suas mãos no chão na direção da mesa de ferro, assim que a garota chegou, deitou-se e levantou as pernas esfregando a fita contra uma perna da mesa. Logo a fita se rompeu liberando as pernas de Jade, consequentemente fazendo a faca cair ao lado do corpo da garota. Jade virou-se pegando a faca colocando-a por dentro de forma que as serras ficassem contra as amarras, no começo a garota teve dificuldade para manter o ritmo, mas depois que escorou a faca no chão e fez movimentos com os braços para cima e para baixo, conseguiu livrar-se.

Jade levantou-se rapidamente tirando a fita de sua boca, esfregando também os pulsos que tinham leves ferimentos causados pelas amarras, a garota pegou as cordas que sobraram colocando-as no bolso de sua jaqueta. Andou até o portão só para certificar-se que de fato estava trancado, tentou forçar a porta branca, mas parecia que havia alguma coisa segurando. Sua única alternativa seria esperar a mulher voltar, Jade pegou o banco de madeira e escondeu-se ao lado da parte do portão em que a mulher havia saído.

O dia já estava acabando quando Jade começou a ouvir a movimentação no lado de fora, encostou o ouvido na parede e pode ouvir novamente alguém mexendo no portão. A garota posicionou-se com o banco mais elevado, assim que Mama entrou Jade deferiu um golpe com o banco na cabeça da mulher, fazendo-a cair no chão soltando a arma mais à frente. Jade ia pegar a arma quando a mulher a segurou pela perna, a garota chutou o rosto de Mama, mas mesmo assim a mulher a derrubou. Jade conseguiu pegar uma flecha da aljava que a mulher carregava, enfiando-a nas costelas de Mama que gritou e soltou a garota. Jade levantou-se rapidamente, pegando a arma.

- ME DÁ ESSAS COISAS AGORA. Jade gritou destravando a pistola apontando para a cabeça de Mama.

- SUA VADIA. A mulher gritou quase afogando-se com o sangue que saia de seu nariz.

- Eu disse AGORA. Jade gritou novamente chutando exatamente o lugar onde estava a flecha, fazendo ser cravada mais a fundo.

A mulher ainda gritando retirou com dificuldade a aljava, empurrando uma das bolsas de Jade. A garota pegou o restante de suas coisas, colocou um pé no corpo de Mama e em um só puxão, arrancou a flecha das costelas da mulher que tentou estancar o sangue com mão.

- Você é uma vadiazinha sádica, deveria ter te matado quando tive oportunidade. A mulher dizia enquanto gemia em uma poça de sangue. – Eu posso não fazer isso, mas vão fazer e eu espero que você sofra muito, desgraçada.  Mama cuspia o sangue que tinha na boca, Jade conseguia ver o ódio pelo olhar que a mulher lhe lançava.

Jade rapidamente olhou para fora, percebendo que havia pelo menos quatro mortos vindo na direção em que elas estavam. A garota voltou para dentro, batendo levemente com a arma na cabeça ainda pensando o que ia fazer a respeito. Jade apontou a arma para a mulher, que ria de uma maneira doentia. A garota apertou o gatilho, mas ao invés de mirar na cabeça, mirou na perna de Mama.

- NÃO ME DEIXA AQUI, VAGABUNDA. Mama gritou enquanto Jade saia, a garota ainda deu uma última olhada antes de continuar a caminhar.

Jade andou apressadamente para a rua de trás de onde elas estavam e ainda assim era possível ouvir os gritos de Mama. A garota caminhou agora mais devagar, não muito distante de onde estava pode ver que havia pelo menos cinco zumbis. Pé por pé, escorando-se no muro aproximou-se de um que estava de costas, a garota pegou as cordas de seu bolso e segurou firme uma ponta em cada mão. Assim que ela estava bem atrás dele, passou a corda pelo pescoço do morto, derrubando-o e logo arrancando sua cabeça sem muita dificuldade. Jade andou mais alguns metros até encurralar outro, ela o derrubou com um chute que arrancou parte da perna do morto e com essa mesma parte cravou no crânio do zumbi. A garota conseguiu livrar-se dos outros sem chamar atenção de mais, Jade apressou-se para afastar-se do lugar onde havia abandonado Mama. Voltaria para a mata, assim dificultaria caso alguém tentasse localiza-la, não sabia se a mulher estava de fato sozinha e não ficaria perto para descobrir.

Observação:
✶ {Faca} [Faca de cozinha inicial. É uma faca de cozinha comum, serrilhada na parte de baixo e com 15 centímetros. Seu cabo não prende tão fortemente a lâmina, podendo quebrar se muito forçado. Apesar de ser uma arma frágil, é afiada e de fácil manuseio, podendo qualquer pessoa usá-la com certa perfeição.]


Falas de Jade
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