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Asylum- Missão OP Mediana para Michelle Greywood

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Asylum- Missão OP Mediana para Michelle Greywood

Mensagem por Abigail Winters em Dom Nov 15, 2015 6:35 am


Asylum

A morte é apenas o começo

O que aguardava a sobrevivente nas desoladas ruas de Nova York? Michelle e sua companhia seguiam pela cidade, buscando abrigo e pessoas deixadas para trás. O vento do amanhecer trazia novidades para as duas figuras que desbravavam a selva de pedra.

Pontos Obrigatórios:

- Narre a situação de acordo com o enunciado acima.
- O vento carregará um anúncio parcialmente deteriorado informará que um posto de saúde está bem próximo dali. Você deve ir até lá para buscar suprimentos médicos e algum tratamento para possíveis feridos que adquiriu ao longo da jornada. No trajeto até o posto, um grupo de seis zumbis será avistado. Enfrentar ou não é uma opção sua.
- Chegando no atendimento médico, você encontrará a sala de espera completamente vazia e cheia de fios desencapados pelo chão. O posto possui dois andares. No primeiro, enfermarias repletas de seringas, remédios em pó e pílulas estarão dispostas pelos dois corredores do local. Em três delas você encontrará uma dupla de zumbis revirando os comprimidos. Na escada para o segundo andar, um encontro inevitável com um zumbi deverá ser descrito. No último andar, apenas salas vazias com equipamentos cheios de poeira e teias de aranha serão encontrados. Termine a missão com criatividade.

Pontos Adicionais:

— Local: Nova York
— Horário: 6:30 am
— Clima: ameno
— Não utilize cores cegantes e/ou templates muito estreitos;
— Itens ou observações em spoiler, ao final do post;
— Prazo de postagem: 7 dias. Caso necessite de um aumento, solicite via MP. Boa sorte!



Abigail Winters
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Re: Asylum- Missão OP Mediana para Michelle Greywood

Mensagem por Michelle Greywood em Sex Nov 20, 2015 11:26 pm


Missão OP - Asylum
a morte é apenas o começo

 


                               ❖ Asylum

  O sol já estava mostrando seus raios luminosos à algum tempo e eu ainda estava sentada em um telhado ouvindo os gemidos e murmúrios dos errantes enquanto pensava em como seguir minha busca por mais sobreviventes e mantimentos, lá estava eu, uma das poucas sobreviventes com uma outra menina que encontrara por Nova York em minha jornada em um telhado velho esperando o tempo nos mostrar o que deveríamos fazer ou para onde seguir. O vento soprava em temperatura amena sem ser frio e sem ser quente, sinto um papel parar em minha perna soprada pela brisa suave daquele amanhecer, era um folheto um pouco velho e parcialmente gasto pelas intempéries e pelo tempo que nada perdoava. Era um velho anúncio de uma promoção de remédios de uma famosa farmácia que havia funcionado antes do apocalipse e estava perto dali, caso quisesse encontrar mais pessoas seria ideal ter medicamentos para quem pudesse estar ferido ou doente e eu podia dar conta desse problema.

  Desço do telhado por uma velha escada de  uma caixa d’água que estava próxima de mim até o chão e um pequeno grupo de pessoas que havia encontrado na noite anterior ainda estava dormindo enquanto duas outras meninas faziam a guarda, eu não queria me arriscar indo sozinha então chamei uma delas para me acompanhar no saque à farmácia. A mais jovem se prontificou no instante que terminei de explicar no que precisaria de ajuda, ela era determinada e muito corajosa em topar um saque sabendo que estávamos no centro de Nova York e que era certo que encontraríamos alguns errantes no caminho e também dentro do local. Nos preparamos apanhando uma mochila grande cada uma e pegando uma pequena faca de cozinha de serra já que era o que tínhamos disponível, tendo caminhado cerca de três quadras eu já imaginava que estaríamos perto da farmácia a julgar pelo tempo que gastamos caminhando, faltando cerca de duas quadras para chegar na farmácia nos deparamos com meia dúzia de mortos vivos ao dobrarmos uma esquina de forma imprudente.

 Recuamos rapidamente diante dos mortos e demos uma volta no quarteirão seguindo pela rua de trás até a farmácia, peguei um velho casaco e o amarrei em meu antebraço direito enquanto mantinha a faca em minha mão esquerda para fins de encontrar algum errante já na entrada, entramos lentamente na recepção da farmácia, o piso estava encardido com a poeira e havia fios desencapados por ele todo, aviso para a jovem tomar cuidado ao passar por ali e não se enroscar e chamar a atenção de possíveis errantes. As paredes que um dia foram brancas estavam descascando e caindo aos pedaços o que me dava a impressão de que ninguém havia estado no local à muito tempo, logo a minha direita havia uma escadaria que daria ao segundo andar do local, decidi ir investigar o segundo mas me deparo logo com um zumbi nos primeiros degraus.  O errante vem em minha direção tentando me abocanhar e logo lhe dou o braço protegido pelo agasalho enrolado nele, apesar de não ser muito grosso um pano enrolado em um pequeno e fino braço se torna uma excelente proteção contra dentes de um zumbi, afinal são dentes humanos e não de um crocodilo australiano.

  Assim que sinto a pressão dos dentes da criatura no moletom eu me aproximo do zumbi e cravo a faca no topo de sua cabeça o fazendo desabar nos degraus da escadaria, assim chego no segundo andar com um sorriso largo no rosto me sentindo contente em vencer meu primeiro errante desde que tudo havia começado. Até ali eu somente havia fugido dos errantes sempre evitando ter de lutar por saber que não era o tipo de mulher que gostava de conflitos, mas ali era minha vida e de outras pessoas em jogo sendo a jovem comigo que ficara aguardando no primeiro piso e as pessoas que poderiam precisar de medicamentos enquanto estávamos seguindo nossa jornada. Caminhei pelo segundo andar entrando em todas as salas do local mas parecia mais um local para exames e fabricação de manipuláveis, somente equipamentos enferrujados e empoeirados onde aracnídeos faziam a farra, se tinha algo que me fazia tremer nas bases eram aranhas. Uma saiu de baixo de um dos equipamentos me fazendo gritar alto e sair correndo apavorada do segundo andar mais rápido do que eu podia correr até de um zumbi, assim que cheguei ao primeiro andar pude ouvir vindo pelos corredores do primeiro andar gemidos e murmúrios ecoando, significava que haviam zumbis ali naquele piso.

  Meu grito os deixou agitados e eles se moviam caminhando lentamente até nós, entrei no corredor fazendo sinal para a jovem se afastar indo para trás e se preparando para correr caso fosse necessário, andei lentamente pelo local e vi que nas três primeiras salas haviam um total de seis mortos vivos esbarrando em tudo e derrubando muitos frascos de remédios em capsulas e pílulas, para minha sorte e também alívio os frascos eram feitos de látex e não quebravam. Assoviei chamando a atenção dos zumbis e fechando as portas das duas primeiras salas, e indo para a terceira onde já havia os dois zumbis que vinham em mim caminhando em velocidade moderada, a jovem me chamou assoviando baixo e mostrou que iria puxar um dos fios que estava no chão assim que eu passasse pelo portal do corredor que dava na recepção. Passei caminhando para trás mantendo os dois zumbis à minha vista e logo a jovem puxa um dos fios que estava ligado ao velho balcão me fazendo parecer que seria o fio do telefone ou algo do tipo, o primeiro zumbi acaba caindo no chão e eu logo piso em seu crânio o esmagando, o segundo errante vem até mim e eu lhe golpeio com o antebraço esquerdo estando este ainda protegido e em seguida tento cravar minha faca em seu crânio.

  Repetimos a tática com os outros zumbis que eu havia mantido trancados nas salas até que os seis estavam mortos na recepção, dessa forma eu e a menina começamos a coletar todas as seringas, pílulas e medicamentos que encontrávamos pela frente o mais rápido possível até que escuto a porta da recepção ranger como se estivesse sido empurrada para abrir, ouço passos arrastados e murmúrios baixos também e isso me faz notar que os zumbis que havíamos encontrado mais cedo estavam ali. Possivelmente eu havia gritado muito alto quando a aranha apareceu de um dos equipamentos no segundo andar, eu realmente havia feito um baita escândalo e eles deviam estar próximos o suficiente para ter ouvido meu grito.

 A menina anda devagar pelo corredor para sondar quantos e onde exatamente estavam os zumbis, eram os seis mortos que tínhamos encontrado mais cedo e não restavam dúvidas, eu já estava com as duas mochilas prontas e com tudo o que podíamos ter coletado ali durante aquela manhã. Em um péssimo momento a jovem tropeça ao voltar-se para trás e o som de suas palmas estralando no chão foi o suficiente para atrair a atenção dos errantes, ela se levanta rapidamente e vem em minha direção sendo seguida rapidamente pelos zumbis, olhei para o fim do corredor e não tínhamos saída de emergência e as janelas das salas de medicamentos estavam lacradas com madeiras e não dispúnhamos de tempo o suficiente e nem ferramentas para tirarmos as madeiras e fugirmos, se nos fechássemos em alguma das salas não conseguiríamos mais sair dali com seis zumbis trancando a saída.

 Assim que a jovem se aproximou de mim eu a puxei pelas mãos e cravei a faca em uma de suas coxas enquanto sentia meus olhos marejarem com um pouco de lágrima, logo que senti a faca lhe penetrar a perna a puxei para cima abrindo grave ferimento que a impediria de fugir. Seu grito me fez ficar tonta por uma fração de segundo, ela se segurou em mim com força e eu não conseguia mais ouvir sua voz e mal me dava conta do que estava fazendo exatamente, as cenas pareciam ser automáticas como se eu me movesse sem ter o controle sobre mim mesmo naquele momento, notei os zumbis começando a entrar no corredor onde estávamos e neste momento tive de agir. Eu a empurrava indo em direção aos zumbis, sentia ela se debater e tentar resistir ao destino que lhe aguardava, sentia seus golpes fracos e desesperados atingirem meu rosto, meus braços e meus seios para que eu a soltasse e não consumasse meu ato desesperado pela vida.

   - Não vai demorar, você será a salvação de todos que dependem dos remédios, nossa heroína. -

  Eu assistia como uma expectadora aquela cena, acho que era isso que muitos relatavam como instinto e ação impulsiva, eu estava em um estado de inconsciência e controle sobre mim mesma como se alguém me controlasse através de um controle remoto, os zumbis estavam a poucos de nós e logo agarram o braço da jovem. Coloquei-me de costas para a parede e me esgueirei rapidamente em direção à entrada para o corredor que levava até a recepção, antes que os zumbis me agarrassem eu empurrei a menina para eles e sai correndo tapando meus ouvidos para não ouvir seus gritos, infelizmente ainda ouvia, mesmo que baixo eu ainda podia ouvi-la.

Voltei para onde o grupo estava acampado e entreguei uma das mochilas para eles, a mulher que estava comigo ao amanhecer sobre o telhado me questionou onde estava a jovem, disse que ela havia morrido e salvo minha vida quando zumbis invadiram a farmácia, a mochila dela estava entregue aos amigos dela então eu já não tinha mais o que fazer ali, apenas parti do local seguindo meu caminho sozinha enquanto tentava apagar de minha mente o que havia ocorrido naquele dia.

Inventário:
✶ {Faca} [Faca de cozinha inicial. É uma faca de cozinha comum, serrilhada na parte de baixo e com 15 centímetros. Seu cabo não prende tão fortemente a lâmina, podendo quebrar se muito forçado. Apesar de ser uma arma frágil, é afiada e de fácil manuseio, podendo qualquer pessoa usá-la com certa perfeição.] (Sem uso mínimo) [Recebimento: Administração por se cadastrar no fórum]

✶ {Feijão Enlatado} [Uma lata com feijão dentro. Pode ser aberta puxando uma argola na tampa sem complicação alguma. Recupera 35 de energia e 40 de fome.] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (Uma lata)

✶ {Blusa de Moletom} [Uma simples blusa de moletom preta sem detalhe algum. Não é muito grossa, mas serve muito bem para se esquentar. Possui um capuz ligado à blusa e este também não é muito grosso.] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente]

✶ {Frasco de Remédios} [Um frasco simples de remédios que servem para diminuir dores ou febre] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (5 Pílulas Restantes)

✶ {Mini Lanterna Led} [Uma pequena lanterna preta que, mesmo com seu tamanho pequeno e portátil, pode iluminar uma grande área. São necessárias pilhas específicas para usá-la.] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (Vem com um par de pilhas necessárias para ligá-la)

✶ {Iodo} [Um pequeno frasco com iodo que pode ser usado para purificar água.] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (5 Usos Restantes)

✶ {Cantil de Água} [Cantil redondo feito em plástico polipropileno inodoro, revestido com folha de aço galvanizado e manta de poliéster preta. Tem capacidade para 2,5 litros] (Sem nível mínimo) [Recebimento: Prêmio Pela Ficha de Sobrevivente] (1,5 Litros Restante)


Death is only the beginning ♦ Walkers

Michelle Greywood
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Vida:
100/100  (100/100)
Energia:
100/100  (100/100)
Inventário:

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Re: Asylum- Missão OP Mediana para Michelle Greywood

Mensagem por Abigail Winters em Qua Dez 23, 2015 5:35 am


Avaliando

A morte é apenas o começo

Primeiro eu gostaria de pedir desculpas pela demora, isso não se repetirá. Michelle, que narração genial. Eu amei a forma como você se envolveu com o enredo e a sua maneira de inserir personagens e situações que ficaram muito bem ajustadas e coerentes com sua personagem. Sua ortografia é impecável e o domínio narrativo também. A única coisa que notei foi a falta do travessão na única fala do seu texto. Para te ajudar, esse é o símbolo: —

Meus parabéns, sobrevivente.

▬ Coerência: 200/200
▬ Estrutura, Coesão e Fluidez: 95/100
▬ Adequação à Proposta e Objetividade: 60/60
▬ Ortografia e Organização: 35/40

Total: 390 XP + item

item:
Bandagens [Rolo de bandagens de linho simples, resgatados pela jogadora ao passar pelo hospital abandonado. Contribuem para a cura de 15% do status a cada uso e só pode ser utilizado uma vez por evento/missão]{5 usos restantes}

item sujeito a modificações



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Re: Asylum- Missão OP Mediana para Michelle Greywood

Mensagem por Michelle Greywood em Dom Jan 10, 2016 1:30 pm

Acho que não ficou claro, eu não costumo usar o travessão, minha legenda é algo próprio do meu gosto para postagem, cada um tem suas particularidades para um post, o " - " já deixa um tanto quanto claro que é uma fala. Postagem é um modo de diversão, regras ortográficas à risca já temos nas escolas, universidades, cursinhos e concursos, não tem necessidade solicitar uma revisão de uma editora para um post de fórum rpg. Eu gostaria de deixar uma dica antes de abandonar o rpg, vocês estão perdendo muito tempo querendo ser redatores, ficar avaliando pontos e vírgulas está sendo a prioridade de vocês ao invés de simplesmente postarem e se divertir, buscar notas e meus parabéns já buscamos nas escolas e universidades. Provavelmente vocês começaram a jogar fórum rpg a menos de 5 anos e não viveram a época de diversão dos fóruns onde criatividade e narração não dependiam de travessão, ponto ou virgula precisamente postos em seus lugares marcados com um x.

Se aprenderem a jogar corretamente um fórum rpg pode ser que consigam enxergar a diversão em um fórum ao invés de perder tempo dando notas às postagens, ao contrário do que pensam isso não motiva os players por que muitos tem grande dificuldade com ortografia, mas, ainda assim se esforçam muito para criar uma cena ou ações da melhor maneira possível, não é meu caso, eu sou aplicada em acordo ortográfico na minha faculdade e no meu trabalho, aqui sou desapegado e escrevo de maneira que me convém e me sinto bem. O fórum de vocês está morrendo e vocês não se deram conta disso ainda, apesar de ser bem estruturado falta algo que prenda os jogadores à ele, com certeza ficar botando defeito nas postagens deles não irá os incentivar a permanecer.

Espero que não veja isso como uma ofensa, é meramente uma observação sobre algo em que vocês e muitos administradores de rpg estão pecando, falam maravilhosamente bem da postagem e depois descem a lenha querendo pontuar os acertos no emprego de pontos e vírgulas, dessa maneira esquecem que o importante é um português compreensível e uma postagem contagiante.

É isso, beijos e obrigada por terém aberto as portas para que eu pudesse participar brevemente do jogo.

Michelle Greywood
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